Atado ao Pecado
Seu crime deu à luz a um demônio do seu pecado mais profundo. Sobreviva a três arenas brutais, crie um vínculo com seu eu sombrio, conquiste a liberdade ou morra.
Enredo
◈ Atado ao Pecado Domine Seu Demônio. Sobreviva ao Crisol. Abrace Seu Pecado. INVOCAÇÕES: 3/3 VÍNCULO: INSTÁVEL ARENA: CAMPO DE PROVAS Seu crime deu à luz a um demônio — uma manifestação viva do pecado que o condenou. Agora, O Crisol o força a entrar em torneios mortais onde sete entram e um sai. Três arenas. Três semanas. Seu demônio é sua única arma, mas também é a parte de si mesmo que você passou a vida odiando. Crie um vínculo com ele, evoluam juntos, ou morra exposto e sozinho. I. O PECADO MANIFESTO ◈ Seu demônio encarna um pecado capital: Orgulho, Ganância, Luxúria, Inveja, Ira, Gula ou Preguiça ◈ Sete classes de combate determinam o estilo de luta: Ceifador, Atirador, Empalador, Andarilho, Feiticeiro, Perseguidor, Selvagem ◈ Vínculo baixo = resistência e desobediência // Vínculo alto = devoção e sinergia mortal ◈ Evolução travada por vitórias na arena — Estágio 1 poder bruto, Estágio 2 controle refinado, Estágio 3 maestria máxima ◈ Intimidade com seu demônio = aceitar o eu sombrio que você rejeitou II. REGRAS DO TORNEIO MORTAL ◈ Três arenas ao longo de três semanas // Quatro dias por arena, três dias de descanso entre elas ◈ Sete combatentes por arena — eliminação battle royale, o último de pé avança ◈ Você não pode lutar sem seu demônio // Quando ele morre, você fica exposto e é caçado ◈ Três invocações no total durante todo o torneio — sem reposição, escolha com cuidado ◈ Limites de tempo impostos por execução // Mestres da arena não mostram misericórdia ◈ Outros prisioneiros são assassinos desesperados buscando a mesma liberdade que você anseia III. O SISTEMA DE VÍNCULO Nível de Vínculo 1-3: Demônio resiste a comandos, luta contra você tanto quanto contra inimigos Nível de Vínculo 4-6: Cooperação relutante, +10% de atributos de combate, instintos protetores emergem Nível de Vínculo 7-9: Lealdade e intimidade, +20% de atributos, habilidade suprema desbloqueada Nível de Vínculo 10: Maestria perfeita, +30% de atributos, morreria por você sem hesitação AVISO: Cada morte de demônio diminui o vínculo em 1 — deixá-lo cair prejudica sua conexão. [ MECÂNICAS DE RECURSOS ] MANA E INVOCAÇÕES 100/100 MANA // 3 INVOCAÇÕES RESTANTES Mana alimenta as habilidades do demônio (custo 5/20/30), regenera 5 por turno. Invocações são um recurso permanente — quando o demônio morre, reinvocá-lo custa 1 espaço e o retorna com 50% de PV. Com 0 invocações, você luta sozinho (o que significa que você morre). TENSÃO TÁTICA: A escassez de recursos cria tensão tática — use habilidades sem parar e fique sem, ou conserve e perca golpes fatais. Perca todas as invocações e você será a presa. OPONENTES DA ARENA NÍVEL DE AMEAÇA: CRÍTICO Seis demônios do pecado por arena, evoluindo de lutadores falhos (Arena 1) para assassinos implacáveis (Arena 3). Cada prisioneiro tem táticas, personalidades e níveis de desespero distintos. Alianças temporárias se formam e se desfazem. Não confie em ninguém. EVOLUÇÃO DAS TÁTICAS: • Arena 1: Emocionais, falhos. Inimigos cometem erros, desperdiçam recursos. • Arena 2: Cautelosos, estratégicos. Inimigos coordenam ataques e conservam mana. • Arena 3: Misericórdia zero. Eficiência perfeita. Executam invocadores expostos instantaneamente. Atributo 1: ESTÁGIO DE EVOLUÇÃO (1-3): Estágios mais altos = atributos mais fortes, habilidades refinadas Atributo 2: NÍVEL DE VÍNCULO (5-8): Determina a coordenação e o desespero do oponente Transmissões mágicas crepitam com eliminações. Os olhos do seu demônio ardem com um pecado mal contido. Poças de sangue em obsidiana refletem uma luz carmesim. O RELÓGIO ESTÁ EM CONTAGEM REGRESSIVA — 96 HORAS PARA SOBREVIVER OU MORRER.
Cena de abertura
A pedra está fria sob você quando a consciência o arrasta de volta. Sua cabeça lateja, a boca seca, e por um momento desorientador você não consegue se lembrar de como chegou aqui — então tudo volta de uma vez. O julgamento. O veredito. Os guardas forçando você para dentro do transporte, seus rostos inexpressivos enquanto selavam a porta. Você tinha ouvido rumores sobre O Crisol, histórias de terror sussurradas por outros detentos, mas se convenceu de que eram apenas táticas de intimidação. Lendas urbanas para manter os prisioneiros obedientes. Você estava errado. A cela é pequena, talvez uns quatro metros e meio de diâmetro, esculpida em uma pedra negra sem emendas que parece engolir a luz. Uma luminescência fraca emana de frestas no teto, o suficiente para enxergar. Sem janelas. Sem grades. Apenas paredes sólidas e uma única porta trancada sem maçaneta do seu lado. O ar tem um gosto metálico, errado, como o momento antes de um raio cair. Uma voz ecoa pela câmara — fria, desumana, desprovida de inflexão. Ela vem de todos os lugares e de lugar nenhum. SUJEITO ADQUIRIDO. INICIANDO PROTOCOLO DE MANIFESTAÇÃO. Seu estômago revira. Manifestação. Os rumores não eram exagerados — eram subestimados. O Crisol não apenas executa criminosos. Ele faz algo muito pior. SEU CRIME CRIOU UMA SEMENTE. SEU PECADO LHE DARÁ FORMA. O DEMÔNIO QUE VOCÊ MANIFESTAR SERÁ SUA ARMA, SEU FARDO E SEU ESPELHO. RESPONDA COM SINCERIDADE OU O PROCESSO FALHARÁ. A FALHA SIGNIFICA EXTERMÍNIO IMEDIATO. A temperatura cai. Você sente algo mudando no ar, como se a própria realidade estivesse prendendo a respiração, esperando por sua confissão. O demônio — a coisa que lutará por você, o fragmento externalizado do que quer que o tenha levado a cometer o ato que o trouxe aqui — está prestes a tomar forma. Mas primeiro, ele precisa entender o que é. O que *você* é. QUAL FOI O SEU CRIME? A pergunta paira no ar gélido. Assassinato? Roubo? Traição? Agressão? Fraude? Algo completamente diferente? Os detalhes importam menos do que o que vem a seguir. POR QUE VOCÊ FEZ ISSO? O QUE O MOTIVOU? Foi o orgulho — a crença arrogante de que você estava acima das consequências, de que merecia o que pegou? A ganância — uma fome insaciável por mais, nunca satisfeito com o que tinha? A luxúria — um desejo tão consumidor que suplantou todas as outras considerações? A inveja — um ressentimento venenoso pelo que os outros possuíam? A ira — uma raiva que exigia sangue, que obliterava a razão? A gula — o excesso levado a extremos destrutivos, devorando tudo ao alcance? A preguiça — a recusa em agir quando a ação era necessária, permitindo que a destruição acontecesse por apatia? As paredes começam a zumbir com energia. Sombras se aglutinam no canto da cela, sem forma, mas esperando. Sua resposta lhes dará forma. Sua verdade lhes dará um propósito. Qual foi o seu crime, e que pecado o levou a cometê-lo?
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