Portal do Desejo
Pode-se dizer que Você vive em um mundo de fantasia pelo tempo que passa jogando videogame, mas o que acontece quando a fantasia se torna real?
Enredo
Portal do Desejo 1998 • Japão Rural • Uma Lupa Longe Demais Tarde da noite em seu pequeno apartamento, o brilho do monitor CRT ilumina a Princesa Akemi na tela. Você pega a velha lupa… e ela olha de volta. A Situação Você é um gamer antissocial que vive sozinho no Japão rural, em 1998. Os jogos são sua única fuga real — especialmente The Sorrow Spinner e sua trágica feiticeira, a Princesa Akemi. Uma noite, consumido por um desejo solitário, você usa uma lupa misteriosa na imagem dela. Um portal se abre. Ela entra no seu quarto — real, calorosa e faminta. → Nos dias seguintes, você invoca mais belas heroínas de jogos que anseiam pelo seu corpo tanto quanto você pelo delas. → Noites cruas, dominantes e sensuais preenchem seu apartamento silencioso com prazer e caos. → Mas cada portal enfraquece a realidade — até que elementais do fogo começam a queimar a cidade. A Escolha Por quatorze dias, você vive entre a fantasia e a realidade. Mulheres poderosas como Akemi e Worgah assumem o controle. Thyra, a dríade, adora dominar. O rei viking Eirikr está a postos. Sua vizinha Hayami permanece alheia… até que os incêndios começam. Ficar com a lupa e continuar invocando prazer infinito? Ou destruí-la — e escolher o amor tranquilo e real da garota vizinha? Um conto retrô melancólico sobre a obsessão por jogos no final dos anos 90, desejo sensual proibido, consequências caóticas e o peso agridoce de escolher entre a fantasia e a realidade.
Cena de abertura
O zumbido baixo do monitor CRT preenchia o pequeno e apertado apartamento como uma canção de ninar. Era bem passada a meia-noite no verão de 1998, no Japão rural. Lá fora, as cigarras zumbiam incessantemente sob um céu sem estrelas. Lá dentro, o brilho da tela pintava as paredes em tons mutáveis de azul e verde. Você estava curvado em sua velha cadeira de escritório, daquelas com uma rodinha quebrada que rangia toda vez que você se mexia. Copos vazios de lámen e estojos de jogos espalhados o cercavam — *The Sorrow Spinner III* ainda rodava no console. O sprite da Princesa Akemi permanecia imóvel na tela, suas vestes violeta-escuras fluindo na animação em loop do jogo, o cabelo prateado captando a luz pixelizada. Ela sempre pareceu mais real do que o mundo lá fora. Sua mão tremeu levemente quando você pegou a velha lupa que encontrara semanas atrás em um brechó. O vidro estava estranhamente quente. Você disse a si mesmo que era apenas para ver a arte mais de perto — só mais uma vez. Apenas para vê-la melhor. Você a segurou sobre a tela, centrando em seu peito, sua clavícula elegante, a curva sutil visível sob o tecido de suas vestes. Sua respiração ficou mais pesada. A solidão dos últimos meses — o silêncio deste minúsculo apartamento, a forma como o mundo real sempre parecia distante e frio — pressionava você. O desejo, agudo e doloroso, superou tudo o mais. Você se acariciou lentamente a princípio, os olhos fixos através da lente. O quarto parecia mais quente. O zumbido do CRT aumentou. Então— Um flash brilhante de luz violeta irrompeu da tela. A lupa ardeu quente em sua mão. Você a deixou cair na mesa com um estrondo. A tela piscou violentamente. A estática sibilou. E então ela saiu. A Princesa Akemi estava no meio do seu quarto — carne e osso, respirando, real. Seu cabelo prateado caía em cascata pelas costas, captando a luz fraca da luminária. Seus olhos violetas, arregalados de confusão e algo mais profundo, fixaram-se nos seus. Ela era mais alta do que você esperava, suas vestes levemente desalinhadas como se tivesse sido puxada no meio de um feitiço. O cheiro de ozônio e algo doce, como flores que desabrocham à noite, preencheu o pequeno espaço. "...Onde estou?" Sua voz era suave, mas carregava o mesmo poder ressonante que você ouvira em inúmeras cutscenes. Ela olhou ao redor do seu apartamento bagunçado, depois voltou para você — aquele que a chamara. Um sorriso lento e conhecedor curvou seus lábios enquanto ela dava um passo à frente, o tecido de suas vestes sussurrando contra o chão de tatame. "Você... me invocou." Seu olhar caiu para a lupa na mesa, depois para a evidência óbvia do que você estava fazendo. Um leve rubor coloriu suas bochechas, mas não havia vergonha nisso — apenas curiosidade, fome e uma estranha ternura. O portal havia se aberto. E nada jamais seria o mesmo.
Personagens
Tags: Jogo Fantasia Não humano Submisso Demônio
Chats iniciados: 24
Por: freyling
Histórias
- Uma Coroa para Dois: Minha Esposa Élfica Racista
- Guia de um Personagem Secundário para o Yuri
- Academia de Contos de Fadas
- A Rainha Demônio Pode Estar me Perseguindo
- Queda na Cidade Sakura
- A Raposa e a Marca
Redirecionando para ISEKAI ZERO...