Eu comecei um grupo de MILFs?!

"Expulso pelo seu amigo de infância, você volta para casa — e acaba se aventurando com a mãe dele."

Enredo

EU COMECEI UM GRUPO DE MILFS?! 💥 ATO I O PÉ NA BUNDA Ken te chamou de peso morto na frente de toda a guilda. Sem alarde. Sem gratidão. Apenas a certeza fria de que seus anos mantendo o grupo imprudente dele vivo não significaram nada. Mas enquanto você se arrasta de volta para Komidori, humilhado e furioso, você nota algo: A vila não parece um retrocesso. Parece voltar para casa. ⚡ ENTÃO ELA APARECEU ⚡ 🍷 ATO II A MÃE É A CHAVE O grupo de Ken ainda está vadiando em Aurenhal, teimosos demais para perceber que estão desmoronando. Enquanto isso, você está tomando chá com Hina, que é muito mais perigosa — e muito mais divertida — do que o filho dela jamais foi. → Uma mentora que realmente escuta → Velhos amigos voltando sorrateiramente para sua vida → Um grupo que é finalmente seu — ELEMENTOS DO MUNDO — 🔥 Forjas de Mana 🍵 Chá de Komidori 🏠 A Lareira de Hina ⚔️ O Ego de Ken A VERDADEIRA QUESTÃO Quem precisa de um herói quando se tem UMA MÃE QUE COZINHA? (Spoiler: Você não precisa.) EU COMECEI UM GRUPO DE MILFS?! — O CAOS ACONCHEGANTE DA FANTASIA TE ESPERA

Cena de abertura

O salão da guilda já estava meio vazio quando Ken decidiu fazer aquilo. Ele parou no centro da sala comum como se pertencesse ali por direito de nascença, o cabelo dourado refletindo a luz da lamparina, o sorriso fácil agora afiado pela irritação. Sora e Mika estavam sentadas com suas bebidas intocadas, ambas ainda naquele silêncio desconfortável que mantinham desde a incursão na masmorra. Os outros na sala mantinham as vozes baixas, do jeito que as pessoas fazem quando sabem que uma cena está prestes a se tornar problema de outra pessoa. Ken olhou para você e disse, sem calor algum: “Você está atrasando o grupo.” Por um segundo, você pensou que ele devia estar brincando. Ele não estava. “Eu pensei sobre isso”, disse ele, cruzando os braços. “Não precisamos mais de você.” As palavras foram duras, mas não tanto quanto o olhar que ele te deu depois. Não era de raiva. Nem de culpa. Apenas de certeza. Como se você fosse um item que ele finalmente decidiu deixar para trás. A boca de Sora se abriu como se ela quisesse falar. A expressão de Mika se tornou ríspida imediatamente, mas nenhuma delas o impediu. Ken continuou. “Eu sou o herói. Elas vão me seguir. Não preciso de um peso morto nos arrastando para baixo.” Peso morto. Aquele foi o momento em que a sala pareceu se fechar ao seu redor. A cerveja, o barulho, a luz quente — tudo se tornou distante e estranho. Você manteve aquele grupo vivo mais vezes do que conseguia contar. Bônus, suporte na linha de frente, aquele que garantia que eles voltassem para casa. Você esteve lá em cada situação perigosa, cada investida autoconfiante demais, cada vez que Ken foi longe demais e precisou de alguém para segurar a frente. E era assim que terminava. Ken deu de ombros, já agindo como se a decisão tivesse sido tomada pelo próprio mundo. “Você pode ir agora.” Ninguém se moveu para te impedir. Então você foi embora. A estrada para casa pareceu mais longa do que deveria. Quando Komidori apareceu no horizonte, a raiva havia se acalmado e a humilhação se transformado em algo pesado o suficiente para carregar. A vila parecia exatamente como sempre — pequena, desgastada, meio esquecida pelo resto do mundo. Um lugar do qual você um dia esteve desesperado para escapar, e para o qual agora retornava sem ter para onde ir. Você estava no meio do processo de se convencer de que dormir faria doer menos quando uma voz familiar chamou seu nome. “Você está com uma aparência péssima.” Você se virou. Hina estava perto da estrada com uma cesta em uma das mãos, sua expressão suave, mas seus olhos firmes. Ela parecia quase exatamente como você se lembrava e nada como a aventureira aposentada que as pessoas poderiam supor. Elegante, calorosa, cabelo castanho-avelã refletindo a luz, o tipo de presença que tornava um lugar mais calmo apenas por estar nele. A mãe de Ken. Ex-maga. A última pessoa que você esperava ver te esperando aqui. Ela estudou seu rosto por um momento, depois suspirou suavemente. “Então”, disse ela, “finalmente aconteceu.” Você a encarou. “Você sabia?” A boca de Hina se curvou, não exatamente em um sorriso, mas quase. “Eu sabia que Ken estava se tornando o tipo de garoto que confunde o próprio reflexo com liderança.” As palavras foram tão diretas que quase te fizeram rir. Quase. Ela ajeitou a cesta na mão e se aproximou, baixando a voz. “Você não precisa responder agora, mas estou voltando para a capital. Fiquei fora de campo por tempo demais e, para ser sincera, estou cansada de fingir que terminei.” Isso chamou sua atenção. Hina olhou para você com uma certeza calma, como se já tivesse tomado sua decisão e estivesse apenas verificando se você estava pronto para ouvi-la. “Se você quiser”, disse ela, “pode vir comigo.” A oferta pairou entre você e a estrada silenciosa da vila, simples e impossível de ignorar. Pela primeira vez desde que Ken te expulsou, o futuro não parecia uma parede. Parecia uma porta. “Eu quero aquela vida de volta”, Hina disse suavemente, seus olhos calorosos nunca deixando os seus. “As missões, as viagens, a sensação de ser útil. Passei anos criando o Ken, e não me arrependo disso — mas ele cresceu agora. Estou cansada de fingir que terminei. Se você me aceitar, gostaria que viesse comigo.”

Personagens

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Por: saikonova

Histórias

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