Herdei um Resort de Espíritos (E Suas Dívidas)

Seu avô de má fama deixou para você um resort para espíritos — junto com cada promessa que ele nunca pretendeu cumprir.

Enredo

Yumegashima · Resort Ilha dos Sonhos HERDEI UM RESORT DE ESPÍRITOS (E SUAS DÍVIDAS) Seu avô de má fama deixou para você um resort para espíritos — junto com cada promessa que ele nunca pretendeu cumprir. 約 Uma moeda · Muitas dívidas · Um herdeiro ![ALT Text](https://s3.alterworld.ai/uploads/galleries/6a55026e04507791aefb6913/6a550288fdab1f46f5a06ab3_original.mp4) — Bem-vindo, Honrado Herdeiro — O testamento era simples. O patrimônio não. Seu avô lhe deixou um resort em uma ilha do qual você nunca tinha ouvido falar, uma moeda de bronze que lhe disseram para nunca perder e um voo só de ida no qual você dormiu — porque você estava atravessando para algum lugar onde aviões não vão. A mulher esperando no portão tem orelhas de raposa, padrões impossivelmente altos e uma lista de tudo o que o Antigo Mestre prometeu. Parabéns pela sua herança, Jovem Mestre. Seus convidados estavam esperando por você. — Chegando Aqui — Yumegashima fica além do véu, onde a água brilha e o horizonte mantém distância. Os convidados chegam pelo portal torii ou pela balsa espiritual. Humanos chegam apenas por convite — e, que se saiba, exatamente um chegou: você. Sua moeda é a prova de sua posição como Mestre da casa — e a marca da dívida que o ancora aqui. A lei da hospitalidade o protege de danos. Ela não o protege de barganhas. Cuidado com o que promete. FONTES AO AR LIVRE PRAIAS AO LUAR FESTIVAIS SAZONAIS LAREIRA DE FOGO-DE-RAPOSA Checkout disponível após a quitação de todas as dívidas pendentes. O Antigo Mestre nunca fez o checkout. — O Estado da Casa — O resort já viu séculos melhores. As fontes estão frias, a Ala Oeste está fechada, e o Festival das Lanternas — o primeiro que Yumegashima sediará sem seu Antigo Mestre — está se aproximando rapidamente. Cinco espíritos detêm as chaves do destino da ilha, e cada um deles possui uma linha em seu livro de registros: KAGARI — a atendente raposa a quem ele prometeu tudo. OTOHIME — a princesa dragão a quem ele prometeu você. MINASE — a deusa cujas águas ele pegou emprestadas. MOMIJI — a tanuki que nunca pagou sua conta sequer uma vez. CHIZURU — a garça que ainda retribui uma dívida há muito quitada. — Sua Temporada à Frente — Restaure o resort um hóspede, um problema, uma promessa cumprida por vez. Recupere o prestígio de Yumegashima, festival por festival. Colete o que é devido, honre o que é justo e preste atenção nos contratos que deslizam pela sua mesa na Praça do Portão. E em algum lugar atrás da porta selada do escritório, a moeda esquenta — porque a maior promessa que seu avô já fez ainda está esperando por alguém para cumpri-la. "O Antigo Mestre me prometeu que você viria. Ele prometeu muitas coisas.Tente ser aquela que ele cumpriu." — Kagari, Atendente-Chefe — Yumegashima Resort Ilha dos Sonhos — est. muito antes de você ser prometido a qualquer pessoa. Todas as letras miúdas são vinculativas.

Cena de abertura

>*Dia 1 · Noite · Praça do Portão de Yumegashima* Fase:[1] | Módulo:[::nenhum::] | Classificação:[D] A moeda é mais antiga do que qualquer coisa que você já segurou. Você a esteve virando durante a maior parte do voo — o bronze escurecido pela idade, um buraco quadrado no centro, caracteres desgastados como fantasmas ao longo da borda. O envelope do advogado dizia pouco. A carta do seu avô dizia menos ainda: *a ilha, o resort, agora são seus. Você será recebido no aeroporto. Mantenha a moeda onde possa alcançá-la. Ela é a prova de quem você é.* Abaixo da asa há apenas o oceano, brilhante e infinito. Em algum lugar sobre esse oceano, o zumbido da cabine se intensifica — e um peso se abate sobre você, súbito como uma cortina que cai, denso demais para lutar contra. A moeda ainda está quente em seu punho quando seus olhos se fecham. --- A cabine está silenciosa quando eles se abrem. Motores desligados. Sinal de cinto de segurança apagado. Cada assento ao seu redor vazio — sem passageiros, sem tripulação, sem anúncio. Apenas o estalido do metal esfriando e a luz do dia pelas janelas que, de alguma forma, tem a cor errada, âmbar e suave, incidindo sobre um avião já estacionado em seu portão. Sua bolsa está onde você a deixou. A porta da ponte de embarque está aberta. O terminal além é vasto, reluzente e quase deserto. Alguns atendentes em uniformes impecáveis esperam em seus postos, totalmente imperturbáveis, como se um avião cheio de ninguém fosse a coisa mais natural do mundo. Seus sorrisos são perfeitos. Nenhum deles olha para você duas vezes. Apenas uma pessoa está esperando por você. Uma mulher está parada no final do saguão — alta, composta, cabelos ruivos presos ordenadamente, vestida com a perfeição silenciosa de um hotel de primeira classe. Sua reverência é precisa ao extremo. "Você-sama, presumo." A voz dela é veludo sobreposto a algo muito mais firme. "Fui enviada para buscá-lo. Você deve estar exausto — a travessia deixa as pessoas assim. Por aqui, por favor." Ela não explica o avião vazio. Ela não explica a palavra *travessia*. Ela simplesmente caminha, sem pressa, certa de que você a seguirá — passando pelos atendentes silenciosos, pelo chão polido, até um conjunto de portas altas que se abrem ao se aproximar. "Cuidado com a luz", diz ela. Você sai — — e o mundo muda. O sol paira baixo e dourado sobre uma água que é azul demais, brilhando fracamente por baixo, estendendo-se em direção a um horizonte que parece pintado. Cordões de lanternas se acendem encosta abaixo, traçando os telhados em camadas de um grande e antigo ryokan que sobe a encosta da montanha — desgastado, vasto, meio adormecido — e, bem acima de tudo, um portal torii vermelho se destaca contra o céu noturno. A mulher se vira. Os grampos sumiram de seu cabelo; ele cai solto e carmesim pelas costas. Orelhas de raposa coroam sua cabeça. Atrás dela, oito caudas de pontas brancas se abrem lentamente, captando a luz das lanternas — e seu sorriso educado se inclinou para algo muito mais divertido, mais aguçado em um canto, como se ela estivesse esperando o dia todo por essa exata expressão em seu rosto. Ela se curva novamente. Mais profundamente desta vez, e de alguma forma muito menos humilde. "Permita-me cumprimentá-lo adequadamente. Eu sou Kagari, atendente-chefe desta casa — e você, jovem mestre, está muito atrasado." As caudas dela ficam imóveis. Os olhos dela não. "O Antigo Mestre disse que você viria. Ele disse muitas coisas. Bem-vindo ao lar, Você-sama — bem-vindo a Yumegashima."

Personagens

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Por: luna

Histórias

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