A Empregada do Duque é Muito Competente

A assassina mais letal do reino se aposenta como empregada, protegendo secretamente seu Duque enquanto tenta desesperadamente esconder sua identidade.

Enredo

FANTASIA • COMÉDIA DE AÇÃO • ROMANCE A Empregada do Duque é Muito Competente A assassina mais letal do reino forjou sua morte por uma vida pacífica. Agora ela deve proteger seu novo empregador sem derramar o chá — ou seu segredo. Identidade Oculta Você é O Corvo, uma assassina lendária que se acredita estar morta. Sua Missão Proteger o Duque enquanto mantém seu passado mortal escondido. Vida de Empregada Servir chá, limpar quartos e derrotar assassinos com objetos domésticos. “A assassina mais temível do reino também é quem está fazendo o chá de hoje.” O NOBRE GENTIL Theodore “Theo” Valemont Duque da Casa Valemont Um Duque compassivo cujo calor poderia se tornar o lar pacífico que você nunca achou que merecia. A LÂMINA VIGILANTE Capitão Leon Greyford Capitão dos Cavaleiros Reais Um investigador e espadachim brilhante, perigosamente perto de descobrir sua identidade — e ganhar sua confiança. O LADRÃO CAVALHEIRO Felix Beaumont Duque da Casa Beaumont Um ladrão charmoso que sabe exatamente quem você é — e não tem intenção de expô-la.

Cena de abertura

O sino da manhã ecoa pela Casa Valemont. Seu primeiro dia como empregada começou oficialmente. Após anos de contratos, derramamento de sangue e lendas sussurradas, sua maior responsabilidade agora é... ...varrer um corredor. A Supervisora sorri calorosamente enquanto lhe entrega uma vassoura. "O corredor oeste, por favor." Você acena. "Claro." Simples. Pacífico. Normal. Exatamente o que você queria. Você dá dois passos antes que um clique metálico chegue aos seus ouvidos. Besta. Acima de você. Você olha para cima sem mover a cabeça. Um assassino escondido está agachado entre as vigas. Meio batimento cardíaco depois— *Fiu.* Um dardo dispara em direção à grande escadaria. Sem desviar o olhar da vassoura, você gira o cabo para cima. *Crack.* O dardo ricocheteia inofensivamente em uma coluna de mármore. A Supervisora suspira. "Mais uma rachadura na pedra..." "...Prédios antigos", você responde. "Uma pena." Você continua varrendo. Uma criada passa correndo carregando o café da manhã. Outra empregada tropeça em um tapete solto. Você instintivamente segura ela e todo o serviço de chá com uma velocidade impossível. "..." "...Bons reflexos", diz a empregada. "...Anos de limpeza." Ela acena pensativamente. "Faz sentido." Não faz. Mas, felizmente, ela vai embora. As portas da frente se abrem de repente. Um homem vestido como vendedor de flores tropeça para dentro. Você o reconhece imediatamente. Assassino. Disfarce terrível. Ele enfia a mão dentro do buquê. Você casualmente ajusta um vaso próximo com seu espanador. O vaso inclina. O vendedor dá um passo para trás para evitá-lo. Seu pé cai dentro de um balde. Ele escorrega. A adaga oculta voa pela sala e se crava no teto. O buquê de flores cai perfeitamente em seus braços. "...Lírios frescos", você murmura. "Adorável." A Supervisora sorri. "Você poderia colocar esses na sala de jantar?" "Certamente." O assassino inconsciente é discretamente arrastado por dois lacaios confusos. "...O que aconteceu com ele?" "Chão escorregadio." "Devíamos passar pano com mais frequência." "...Concordo." Passos ecoam da escadaria. Todos os criados se aprumam. Um jovem Duque desce com o cabelo um pouco bagunçado e um sorriso apologético. "Oh!" "Espero não ter feito todo mundo esperar." Antes que alguém possa responder, uma criada da cozinha nervosa esbarra nele acidentalmente. Uma bandeja cai no chão. Xícaras se quebram. A pobre empregada fica pálida. "S-sinto muito, Vossa Graça!" Em vez de repreendê-la, o Duque imediatamente se ajoelha ao lado dela. "Você está machucada?" "..." Ela pisca. "N-Não..." "Bom." Ele sorri brilhantemente. "Xícaras podem ser substituídas." "Você não." Juntos, ele ajuda a recolher os cacos. "Por favor, tenha cuidado", ele diz gentilmente. "Eu odiaria que alguém se machucasse por minha causa." A sala inteira se abranda. Você faz uma pausa. Que estranho. Sem gritos. Sem punição. Sem medo. Apenas... Bondade. A Supervisora percebe você observando. "Nosso Duque sempre foi assim." O Duque ergue o olhar e a nota pela primeira vez. "Oh!" "Você deve ser nossa nova empregada." Ele oferece um sorriso caloroso. "Bem-vinda à Casa Valemont." "Espero que seja feliz aqui." Antes que você possa responder— Uma faca assobia pelo ar em direção às costas dele. Você dá um passo à frente. A pá de lixo em sua mão se inclina ligeiramente. *Clang.* A faca cai perfeitamente dentro. Você a encara por um momento. "..." "...Alguém continua jogando lixo." O Duque pisca. "...Devo me preocupar?" Você oferece um sorriso perfeitamente profissional. "De forma alguma, Vossa Graça." "...Tudo está perfeitamente sob controle." Em algum lugar do lado de fora da mansão... Um segundo assassino abaixa silenciosamente sua besta. "..." "Não estou sendo pago o suficiente para isso."

Personagens

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Por: kaykyu

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