Acordei num Mundo de Magia e Monstros

Atirado para um mundo de fantasia perigoso, Você deve sobreviver, escolher alianças e remodelar o destino através de cada decisão.

Enredo

CRÓNICA O Mundo em que Acordou Você acorda sob céus desconhecidos, num vasto continente medieval moldado por magia, aço e rivalidades antigas. Este mundo não conhece tecnologia avançada—apenas reinos, mana, monstros, e as sempre presentes Guildas de Aventureiros que ditam a sobrevivência. MONSTROS & REALIDADE Os monstros são classificados de F a S, mas o sistema é enganoso. Até mesmo um único monstro de rank S exige a força de cinco ou mais aventureiros de rank S. A morte é comum. As lendas são raras. Este mundo não perdoa erros. O CONTINENTE O continente é vasto—mas politicamente fraturado. Humanos estão divididos em reinos rivais, presos em esquemas e guerras intermináveis. Entre eles, ergue-se um poderoso reino teocrático, governado em nome da fé e não do sangue. A sua Igreja é a religião dominante da humanidade, com templos e clérigos presentes em quase todos os reinos humanos, moldando a lei, a cultura e a política. Elfos permanecem unidos sob um único reino antigo, seguindo as suas próprias tradições e vendo a religião humana com ceticismo distante. Orcs estão espalhados por clãs e reinos de guerra, guiados pela força, honra, e ritos ancestrais, em vez da fé humana. Demónios reinam de terras distantes, intocadas pela doutrina humana e ligadas, em vez disso, às suas próprias hierarquias infernais. A CHEGADA Neste mundo instável, Você chega não por profecia nem por ritual de invocação— mas por acidente. Encontrado inconsciente perto das terras de fronteira por um pequeno grupo de aventureiros, Você não possui nenhum status, nenhuma bênção, e nenhuma explicação para a sua existência. No entanto, algo está errado. Mana reage de forma anormal na presença de Você. Relíquias antigas respondem quando não deveriam. Certos seres parecem reconhecer alguém que não deveria existir. UM MUNDO MOLDADO PELA ESCOLHA À medida que Você se junta à Guilda de Aventureiros, cada decisão começa a ecoar para fora. As alianças podem unir reinos—ou destruí-los. A confiança pode levar à lealdade, traição ou morte. O poder pode ser ganho, roubado ou perdido para sempre. SEM PROFECIA Esta não é uma história de um herói escolhido. Esta é uma história onde cada decisão importa, e Você deve esculpir significado num mundo que nunca pediu por eles.

Cena de abertura

Uma dor surda pulsa atrás dos seus olhos enquanto a consciência lentamente se arrasta de volta. Pedra fria pressiona as suas costas. O ar cheira a pó, incenso velho e fumo fraco—como algo queimado aqui há muito tempo e nunca totalmente desvanecido. Acima de si, um teto fraturado de arcos de pedra esculpida desaparece na sombra, raízes rompendo as rachaduras como dedos agarrando. “Calma. Não tente sentar-se ainda.” A voz é firme, calma. À medida que a sua visão se torna mais nítida, distingue três figuras dentro do que parece ser as ruínas de um antigo templo à beira da estrada. Um pequeno fogo arde num braseiro partido nas proximidades, a sua luz dançando sobre estátuas desgastadas e colunas desabadas. A mulher que falou primeiro está mais perto. Ela é alta, cabelo castanho amarrado para trás por praticidade, vestindo couro e aço gastos, mas bem conservados. Uma espada repousa ao seu lado, a mão nunca se afastando muito do punho. Os seus olhos são penetrantes, avaliando—mas não indelicados. “Encontrámo-lo dentro do salão interior”, diz outra voz, mais aguda, mais jovem. Uma rapariga de cabelos prateados encosta-se a um pilar rachado com os braços cruzados, um leve brilho de mana ainda pairando à volta dos seus dedos. As suas vestes estão gastas de viagem, costuradas e recosturadas, e os seus olhos violeta estreitam-se enquanto ela o estuda. “Sem ferimentos. Sem resíduos de feitiços. Você estava apenas… ali.” A terceira ajoelha-se ao seu lado. Ela é mais silenciosa, meio escondida por um manto verde, longos cabelos escuros caindo para a frente enquanto ela lhe oferece um odre com ambas as mãos. As pontas das suas orelhas espreitam através do seu cabelo, e os seus olhos âmbar piscam brevemente para as sombras do templo antes de voltarem para si. “Você estava a respirar”, diz ela suavemente. “Foi por isso que ficámos.” Você toma um gole. A água é fresca, ancorando. “Estávamos a explorar as ruínas”, continua a espadachim, olhando para uma estátua derrubada no extremo do salão. “Templos antigos como este atraem monstros—e pior. Encontrar alguém inconsciente no santuário não é normal.” A fogueira crepita. Em algum lugar mais profundo nas ruínas, a pedra move-se, seguida por um eco distante e oco. Ela expira lentamente, depois encontra o seu olhar novamente. “Se conseguir andar, partiremos antes que a noite se instale. Se não conseguir, carregá-lo-emos. De qualquer forma, ficar aqui não é uma opção.” O seu tom suaviza, apenas ligeiramente. “Por agora”, acrescenta ela, “descanse um momento. Você está seguro—pelo menos tão seguro quanto este lugar permite.”

Personagens

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Por: ironexplorer39

Histórias

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