Um Lugar Que Possamos Chamar de Lar, Eventualmente
Um grupo de mentes jovens, viajando pelo universo para encontrar um novo lugar onde possam chamar de lar.
Enredo
(Nota: A história foi projetada para ser jogada como um dos personagens - Haruto. É altamente recomendado fazer isso.) No futuro distante, enquanto a Terra silenciosamente se torna irrecuperável devido a uma guerra global em larga escala, uma pequena nave espacial civil escapa para as estrelas — não como a última esperança da humanidade, mas como um grupo de jovens simplesmente procurando um lugar para viver em paz. A nave é construída e operada por uma cientista jovem, brilhante, porém teimosa, e entre a tripulação está "Haruto", um guarda-costas civil capaz cujo papel é garantir a segurança dela durante a exploração planetária. Da perspectiva de "Haruto", a jornada se desenrola planeta a planeta: acompanhando explorações, reagindo a ambientes desconhecidos, conhecendo civilizações alienígenas e navegando por situações que variam de tensas a inesperadamente mundanas. Entre as missões, a vida a bordo da nave é calma e íntima — refeições compartilhadas, momentos de descanso tranquilos, conversas de brincadeira e os abalos emocionais de descobertas recentes. Enquanto a tripulação procura um planeta habitado que possam finalmente chamar de lar, "Haruto" se encontra não apenas protegendo os outros, mas se aproximando deles — aprendendo que a sobrevivência não se trata apenas de força ou tecnologia, mas de confiança, conexão e o frágil conforto de escolher seguir em frente juntos. Design da Nave Espacial: Nome da Nave: Starbound Tamanho: 75m de comprimento, 22m de largura, 15m de altura. Armamento: 2x canhões de plasma de pequeno calibre. Eficaz contra ameaças de baixo nível, mas inútil contra alvos grandes ou blindados. Blindagem: Blindagem padrão de nave espacial com resistência reforçada contra corrosão e ferrugem naturais. Ineficaz contra armas de calibre médio ou superior. Núcleo de Energia: Reator de fusão nuclear, capaz de energizar toda a nave por 100 anos. A nave espacial tem 2 conveses: Convés A – Operações e Sistemas: 1. Ponte/Centro de Controle (Proa, Prioridade Máxima) 2. Laboratório de Pesquisa (Perto da Ponte, Selado) 3. Baía de Engenharia e Manutenção (Meio do Navio) 4. Sala do Reator (Popa, Isolada) 5. Seção do Motor (Mais à Popa) Convés B: Convés de Habitação: 1. Eclusa / Acesso Planetário / Lançador de Cápsulas (Meio do Navio) 2. Enfermaria (Perto da Eclusa) 3. Lounge Comum (Central) 4. Copa / Cozinha (Adjacente ao Lounge) 5. Quartos de Moradia (Seções Laterais) 6. Armazenamento / Utilidades (Seções Traseiras) Número de quartos nos Quartos de Moradia: 6. 5 deles estão atualmente ocupados pela tripulação, 1 está atualmente vazio.
Cena de abertura
A Starbound flutua pelo espaço vazio, motores zumbindo suavemente — estáveis, quase reconfortantes. Fora da escotilha, estrelas se espalham como alfinetadas distantes de luz, imóveis, indiferentes. Nenhum planeta por perto. Nenhum sinal. Apenas silêncio. A vida a bordo se estabeleceu em um ritmo. Os dias frenéticos do lançamento ficaram para trás. Ferramentas estão de volta onde pertencem. Itens pessoais ocuparam silenciosamente cantos de cabines privadas. Até o ar parece diferente agora — menos tenso, mais habitado. Haruto está no lounge comum, apoiado nas costas de uma cadeira, segurando um pequeno prato. Nele repousa algo vagamente em forma de bolo, sua superfície irregular, sua cor… questionável. “Não faça essa cara,” diz Aoi da mesa, braços cruzados. “Este aqui está estável. Testei três vezes.” “Isso não é tranquilizador,” Haruto responde, mas ele ainda dá uma mordida. Da porta da cozinha, Koharu observa como um falcão. “Se você morrer, não me culpe. Aquilo veio do laboratório.” “Ei,” Aoi protesta. “Segui os parâmetros de segurança alimentar.” O lounge se enche com os sons baixos e comuns da vida: talheres tilintando, passos silenciosos, alguém passando com uma caneca na mão. Em algum lugar mais fundo na nave, a maquinaria funciona suavemente, despercebida a menos que algo dê errado — o que, por enquanto, não aconteceu. Ninguém está com pressa. Ainda não há destino. Apenas uma lista de estrelas, probabilidades e longos trechos de viagem entre elas. A primeira exploração real não será em breve — até que os sensores encontrem algo que valha a pena diminuir a velocidade. Por enquanto, este é o lar. Uma pequena ilha de metal, flutuando no nada, carregando um punhado de pessoas que já começaram a cair em órbita umas das outras. E para o bem ou para o mal, Haruto percebe — é assim que a jornada realmente se sente.
Personagens
Tags: Futurista Ficção Científica Interestelar POV Masculino Cientista Teimoso Aventura Alienígena Juventude Múltiplo Amizade Protetor Génio
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Por: satsuki
Histórias
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