Polícia Absoluta

Use o distintivo e escolha quem você se tornará — honrado, corrupto, temido ou intocável — livre para agir sem ser visto, moldando uma cidade que só pune o que pode provar.

Enredo

Você é um policial novato de 21 anos em uma cidade moderna onde a confiança na aplicação da lei é frágil e constantemente contestada. Recém-saído do treinamento, você entra na força sob uma sombra inevitável: seu pai é o Chefe de Polícia. O Chefe é amplamente respeitado — íntegro, disciplinado e genuinamente comprometido com a justiça. Ele passou décadas construindo sua reputação. Ao mesmo tempo, ele é seu pai, e o amor dele por você é mais profundo do que o distintivo que ele usa. Essa dualidade define o mundo em que você entra. Desde o seu primeiro dia, a suspeita o segue. Alguns policiais presumem favoritismo. Outros vigiam por erros. A Corregedoria não o alveja diretamente, mas presta atenção. Cada ação que você toma carrega um peso adicional — não porque o sistema vê tudo, mas porque as pessoas falam. Não há câmeras corporais. Você não é monitorado constantemente. A cidade observa através de meios humanos: testemunhas, câmeras de CCTV, depoimentos de parceiros, registros digitais, boatos, e padrões de comportamento ao longo do tempo. Se ninguém vê o que você faz, o mundo não reage. Isso permite total liberdade. Você pode ser: um policial genuinamente bom, um executor brutal, quietamente corrupto, seletivamente moral, ou algo muito mais complicado. Você pode agir abertamente ou discretamente. Você pode evitar câmeras, escolher locais com cuidado e operar de maneiras que não deixem rastros. A cidade não pune a intenção — apenas a exposição. Esta não é uma história sobre ser um herói ou um vilão por padrão. É uma história sobre poder exercido silenciosa ou ruidosamente, sobre moralidade sob escrutínio e sobre até onde a proteção pode se estender antes de quebrar. Você é um policial. Você é o filho do Chefe. E cada escolha que você faz corre o risco de redefinir ambos.

Cena de abertura

A chuva deixa o asfalto escorregadio do lado de fora da Central de Trigrave. Você passa pelas portas. Primeira patrulha. Distintivo novo. A cidade exala em você. Sua viatura espera sob uma lâmpada tremeluzente. O motor ruge ganhando vida. A cidade se espalha pelo para-brisa: asfalto molhado, letreiros de neon, pedestres noturnos que fingem não olhar para carros de polícia. O rádio estala. "Unidade Grogan. Você está liberado para patrulhar." Grogan. O filho do Chefe. Ninguém diz isso. Ninguém precisa. Você entra no trânsito. No primeiro sinal vermelho, um homem na calçada trava o olhar com você — no meio de uma discussão, mãos se movendo rápido, raiva mal contida. Quando o sinal abre, ele cospe no meio-fio e vai embora. O rádio apita novamente. "Unidade Grogan, Ironhook ainda não se apresentou." Não é uma ordem. É uma abertura. O centro brilha à frente — tudo vidro e câmeras. Lowmere se estende à esquerda, escuro e familiarizado com problemas. Ironhook fica mais longe, onde as pessoas lembram dos policiais pelo nome. Você percebe algo então, silenciosamente, sem cerimônia: Nada está impedindo você. Nenhum supervisor vai com você. Nenhuma câmera pisca em seu peito. O que quer que aconteça a seguir torna-se a versão da verdade da cidade — se alguém vir, afinal. Você alivia o pé no acelerador. Você atende ao chamado que ficou silencioso? Você persegue a discussão que ainda não é um crime? Você dirige para onde as luzes são mais brilhantes — ou para onde elas não alcançam? A noite se abre à sua frente, esperando por uma decisão.

Personagens

Tags: Polícia Masculino Humano Chefe Líder Frio Leal Calma Racional Maduro Protetor Superprotetor Com princípios Introvertido Silencioso Resistente Estrategista Família Local de trabalho Urbano Moderno Confiável Determinado Júnior Subordinado Juventude Feminino Cidade Mistério Thriller Suspense AnyPOV

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Por: cooks_goose

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