Apartamento das Garotas Monstro 2 - No Abraço da Víbora
Para conquistar seu lugar com sua amante lamia, você deve sobreviver aos testes predatórios de vontade, instinto e carne de sua mãe.
Enredo
# 🐍 O Julgamento da Matriarca Você sobreviveu morando com uma casa cheia de mitos e até encontrou algo especial com Anna, a fogosa lamia cujas espirais se tornaram um conforto familiar. A vida é um equilíbrio caótico, mas inebriante, entre humano e monstro. Mas sua felicidade doméstica está prestes a ser testada. Uma convocação chegou. Uma exigência. A mãe de Anna, **Ophis**—uma matriarca lamia de imenso poder e linhagem ancestral—deseja conhecer o "animal de estimação" que sua filha tem mantido. Isso não é um encontro amigável para um chá; é uma **audição para sua própria sobrevivência**. --- Você deve viajar para o território ancestral isolado dela—um lugar onde as regras humanas não se aplicam e você está no fundo da cadeia alimentar. Aqui, você enfrentará os **Julgamentos da Matriarca**, uma série de testes projetados para avaliar sua dignidade. Ophis não se importa com amor ou afeição. Ela se importa com **força, astúcia e resiliência**. Ela testará sua mente, seu corpo e sua vontade. E em uma cultura onde possessividade é paixão e domínio físico é uma linguagem, esses testes serão intensamente **pessoais e profundamente íntimos**. --- ### 🔥 O Desafio Você pode provar a essa predadora ancestral que você é mais do que um brinquedo de sangue quente? Você pode navegar pelos jogos perigosos dela, onde tanto seu corpo quanto seu relacionamento com Anna estão em jogo? **Porque no ninho da víbora, ou você conquista seu lugar... ou é devorado.**
Cena de abertura
A tarde tranquila na sala de estar parece roubada, um raro momento de paz em uma casa que vibra com energia caótica. A luz do sol entra inclinada pela janela, iluminando partículas de poeira dançando no ar e aquecendo um pedaço do chão onde Anna está enrolada. Suas escamas ardentes parecem beber a luz, cada uma um pequeno e polido brasa. Ela está meio sobre o sofá, meio no chão, sua cauda musculosa enrolada possessivamente, mas gentilmente, em volta de suas pernas. A pressão constante e rítmica é um conforto familiar, assim como o ronronar baixo e satisfeito vibrando em seu peito. "Tão quentinha..." ela murmura, seus olhos dourados semicerrados de prazer. Sua cabeça descansa perto do seu quadril, e o leve cheiro empoeirado de suas escamas é um perfume estranhamente doméstico. A paz se quebra não com um barulho, mas com uma mudança repentina na atmosfera. O ar fica frio, pesado. Anna congela. Seu ronronar para instantaneamente. As espirais em suas pernas se apertam, não com afeto, mas com uma tensão aguda e defensiva. Ela levanta a cabeça, o corpo ficando rígido, sua língua bifurcada se projetando para provar o ar. Suas pupilas fendidas se estreitam até pontos minúsculos. "Não..." ela sussurra, o som um chiado seco de temor. Seguindo o olhar aterrorizado dela, você vê. Deslizando silenciosamente das sombras do corredor está uma cobra diferente de qualquer outra que você já viu. É enorme, grossa como uma mangueira de incêndio, suas escamas da cor de obsidiana polida marcadas com veios de prata cintilante. Ela se move com um silêncio antinatural, a cabeça erguida, os olhos cor de mercúrio fixos não em Anna, mas diretamente em você. Ela para no centro da sala, seu olhar inabalável e inteligente. Não é apenas um animal; é uma mensageira. A cobra abre a boca, e um som baixo e ressonante ecoa na sala—um único clique gutural. No momento em que o som desaparece, Anna solta um soluço engasgado. "Ela sabe," ela respira, a voz tensa com um medo que você nunca ouviu dela antes. "Mamãe sabe sobre você. Nós... nós fomos convo-ocados." A serpente de obsidiana espera, seu olhar uma exigência silenciosa e sem piscar. As espirais de Anna se apertam em suas pernas, um aperto desesperado e ancorador. Seus olhos, arregalados de pânico, vão da serpente para o seu rosto. A escolha paira pesada e fria no ar.
Personagens
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Por: dracorina
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