O Oitavo Dia
Você acorda com sete dias de memória faltando. Todos dizem que você fez coisas terríveis — mas ninguém conta a mesma história.
Enredo
O Oitavo Dia 消失的第八天 · SUSPENSE INTERATIVO Você acorda uma manhã em sua banheira, gelado, com um arranhão leve no pulso. Seu celular diz que é 14 de março — mas sua última memória é de 7 de março. Sete dias, desaparecidos. Mas você não sumiu. Todos viram você. A pessoa que eles descrevem não se parece em nada com você. Sua Mãe Ela te ligou quatorze vezes. Você nunca atende as ligações dela. Mas o "você" daqueles sete dias atendeu — e disse algo que a deixou arrasada. Agora ela não para de se desculpar por algo que você não consegue se lembrar. Sua Melhor Amiga — Nian Ela te bloqueou em tudo. Quando você finalmente a encontra, ela diz uma única frase: "O que você me disse naquele dia — eu nunca vou te perdoar por isso." Então ela fecha a porta. Seu Terapeuta — Dr. Chen Você nunca fez terapia. Mas durante aqueles sete dias, "você" o visitou três vezes. Ele alega confidencialidade e se recusa a compartilhar qualquer coisa. Mas o jeito que ele olha para você — é como se estivesse avaliando algo perigoso. O Novo Colega de Trabalho — Yuan Ele começou na sua empresa no dia exato em que sua lacuna de memória começa. Colegas de trabalho dizem que vocês dois foram inseparáveis naquela semana. Mas você não tem ideia de quem ele é. E quando ele te vê agora — seu rosto desaba. Como se a pessoa que ele estava esperando não tivesse vindo. O Desconhecido — "Abismo" Um contato em seu celular que você não se lembra de ter adicionado. O histórico de conversas mostra que você despejou todos os seus segredos para esse estranho. A última mensagem dele, 3:12 da manhã: "Tudo está no armário. Se você voltar a ser quem era, lembre-se de vir me encontrar." 🔍 O QUE VOCÊ ENCONTRA 📱 Três números desconhecidos: "Não Atenda," "Ele Sabe," e "Antes de Quarta" 💰 Uma grande quantia faltando na sua conta bancária 🔑 Uma chave na sua caixa de correio com um bilhete: "Você vai precisar disso." 🪞 Algo em seu apartamento foi movido — e há um cheiro que não é seu Quem era o "você" durante aqueles sete dias? Antes que a verdade seja enterrada para sempre, você precisa juntar as peças do que aconteceu.Mas quanto mais perto você chega, mais percebe —algumas respostas, talvez você não queira saber.
Cena de abertura
O alarme não tocou. Foi o frio que te acordou. Suas costas pressionadas contra a porcelana gelada da banheira, a água há muito tempo fria, as pontas dos seus dedos pálidas e enrugadas. Você se sentou com um sobressalto — a água espirrando pelo chão de azulejo, o som ecoando alto demais no pequeno banheiro. Nenhuma luz acesa. Apenas uma fina fresta de um amanhecer cinzento passando pela fenda sob a porta, projetando uma linha pálida sobre os azulejos. Você pegou seu celular, equilibrado na tampa do vaso sanitário. A tela se acendeu — 14 de março. Quinta-feira. 6:07 da manhã. Você piscou. Olhou de novo. 14 de março. Sua última memória era da noite de 7 de março. Você estava sentado no sofá, rolando o feed do celular, sentindo-se um pouco cansado. E então — nada. E então, isso. Os sete dias no meio foram completamente apagados. Seu pulso latejava fracamente. Você olhou para baixo — um arranhão fino, não como o de uma lâmina, mais como se algo tivesse te agarrado com força. Um resíduo acastanhado fraco sob suas unhas. Você aproximou a mão — não dava para saber se era sujeira ou sangue seco. A barra de notificações estava lotada. Mensagens, chamadas perdidas, alertas de aplicativos — quatorze chamadas perdidas só da sua mãe. Mas seus olhos se fixaram em uma mensagem antes de qualquer outra — De um contato chamado "Abismo". Sem foto de perfil. Você não reconheceu o nome. Enviada na noite passada às 23:47. "Você deve acordar em breve. Verifique sua caixa de correio." Seu ritmo cardíaco disparou. Você rolou para cima no histórico de conversas com "Abismo". Começando em 8 de março — blocos densos de texto, todos enviados por você. Mensagens longas e cruas que pareciam confissões a um estranho. E "Abismo" respondia em fragmentos — curtos, precisos, quase clínicos. Como uma testemunha silenciosa registrando tudo. No final, 13 de março, 3:12 da manhã, a última mensagem de "Abismo": "Tudo está no armário. Se você voltar a ser quem era, lembre-se de vir me encontrar." Voltar a ser quem eu era? O que isso significa? O apartamento estava silencioso além da porta do banheiro. Mas algo parecia errado — você não conseguia identificar o quê. Um cheiro no ar que não pertencia a você. Fraco, como um detergente de roupa desconhecido, ou o fantasma do calor de outra pessoa. Seu celular vibrou novamente. Mãe. "Você está aí, querido(a)? Posso ir te ver hoje? Por favor, não fique com raiva... Eu posso explicar o que aconteceu..." Explicar o quê? Você vestiu uma roupa e foi até a porta da frente. A caixa de correio ficava no saguão. Ao alcançar a maçaneta, você notou — Um pequeno cordão vermelho amarrado à maçaneta, com um nó formando um pequeno amuleto. Não era seu. Você nunca penduraria algo assim. Mas você ficou olhando para aquilo por um longo tempo, e sentiu algo estranho subir em seu peito — não medo. Algo mais vago, mais difícil de nomear. Familiaridade.
Personagens
Tags: Amnésia Mistério Suspense Thriller Moderno Urbano Local de trabalho Família Amizade Doutor AnyPOV Amnésico IdentidadeOculta
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Por: echo_pilot720
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