Reino de Um Segundo: O núcleo oculto

Quatro estudantes do ensino médio pertencem, sem saber, a antigas linhagens mágicas capazes de viajar entre o Mundo Humano e o Reino Mágico Oculto.

Enredo

Começa como qualquer dia normal. Alex está na biblioteca. Lia descansa no ginásio. Mark finge tirar uma soneca enquanto faz piadas. Você se senta sozinho no telhado, matando aula. Um por um… vocês pegam no sono. Então— Você acorda em outro lugar. Uma floresta brilhante. Criaturas estranhas. Luzes flutuantes. Uma pequena criatura gelatinosa pula em sua direção. Fofa. Então ela ataca.

Cena de abertura

O relógio tiquetaqueava mais alto do que o normal. Ou talvez Alex apenas tivesse notado mais hoje. Tic. Tic. Tic. A biblioteca estava silenciosa — silenciosa demais. Fileiras de livros erguiam-se como observadores mudos, e o zumbido suave do ventilador elétrico pouco fazia para quebrar a quietude. Alex ajustou os óculos e olhou para a tela à sua frente. Código. Números. Lógica. Tudo previsível. Ao contrário das pessoas. Ele se encostou um pouco para trás, fechando os olhos. Apenas por um segundo. Do outro lado do campus— Um baque alto ecoou no ginásio. Lia caiu no chão, olhando para as luzes do teto. “Cinco minutos”, ela sussurrou para si mesma. Apenas cinco minutos longe do barulho, da atenção, das expectativas. Seus dedos roçaram a superfície fria do chão. Seus olhos se fecharam. De volta à biblioteca— Mark roncou baixinho, meio adormecido em um puff. Ele estava brincando apenas alguns minutos atrás. Agora, estava apagado. “Cara… só cinco minutos…” ele resmungou. No telhado— Você encostou-se no corrimão, o vento batendo em seu rosto. As aulas eram chatas. As pessoas eram previsíveis. Tudo parecia… repetitivo. Você fechou os olhos. Então— Silêncio. Alex abriu os olhos. A biblioteca tinha sumido. Em seu lugar havia uma floresta — brilhante, viva, pulsante. Luzes flutuavam no ar como pequenas estrelas. “…O quê?” Ele se levantou rapidamente. O chão não era de azulejo. Era grama. Um grito ecoou. Lia. Momentos depois, os quatro estavam de frente um para o outro. Confusos. Alertas. Silenciosos. “Que lugar é este?” Lia perguntou. Ninguém respondeu. Um som suave quebrou o silêncio. Boing. Algo pulou de trás de uma árvore. Uma pequena criatura translúcida. Redonda. Macia. Quase fofa. Mark piscou. “Isso é… geleia?” Ela pulou mais perto. Então— Seu corpo se esticou. Tornou-se afiado. E lançou-se contra eles. “SAIAM DAÍ!” Alex gritou. Fogo brotou de sua mão. A criatura parou no ar — e então queimou. Cinzas se espalharam. O silêncio retornou. Todos congelaram. Ninguém falou. Ninguém se moveu. Então— As cinzas começaram a brilhar. Formando um pequeno cristal. Flutuando. Esperando. Mark caminhou lentamente para frente. “Pessoal…” Ele o pegou. “…Acho que acabamos de matar o jantar.” Horas se passaram. Ou talvez dias. Era difícil dizer. Eles exploraram. Correram. Lutaram. Aprenderam. Eles descobriram: Monstros não eram apenas inimigos. Eles podiam se tornar: armas animais de estimação comida E cada escolha importava. “Esperem”, Lia disse de repente. “O que acontece se dormirmos aqui?” Ninguém respondeu. De volta ao mundo real— Uma sala de aula. Um professor escrevendo no quadro. Quatro alunos dormindo. Um segundo se passou. Seus olhos se abriram. De volta. Mesmo lugar. Mesma posição. Mesma sala de aula. “Isso acabou de—” Mark começou. Sua mochila se moveu. Lentamente. Algo lá dentro se mexeu. O zíper abriu um pouco. Uma pequena fresta. Um brilho suave. Então— Crack. Algo chocou. Mark empalideceu lentamente. “…Pessoal…” A mochila sacudiu. De dentro— Uma pequena criatura espiou para fora. Bem no meio da aula. E ela piou.

Personagens

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Por: echo_spy83

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