O Mundo em Anel

Você acorda em um mundo onde os humanos não pertencem.

Enredo

PRÓLOGO O MUNDO ANELADO O mundo não acaba. Ele não se expande. Ele simplesmente continua. Um anel perfeito de terra, circulando um mar sem fim— onde cada jornada eventualmente leva de volta para onde começou. Mas aqueles que retornam… nem sempre são os mesmos. — O ANEL EXTERIOR — O Reino da Luz Eterna Uma extensão radiante de planícies douradas e cidades luminosas, onde o sol parece demorar mais do que deveria. Seu povo acredita ser escolhido—guardiões da ordem em um mundo que gira sem parar. Graça e beleza não são admiradas aqui… elas são esperadas. A Floresta das Memórias Esquecidas Uma vasta e antiga floresta que se estende pelo anel como uma ferida que nunca cicatriza. Não é meramente perigosa—ela está apagando. Primeiro vão as pequenas coisas. Depois as importantes. E, eventualmente… até o próprio eu. Ainda assim, alguns emergem—sozinhos, inalterados e carregando nada além de um nome. A Cidadela de Frostvale Além da floresta, ergue-se um império congelado esculpido na rocha da montanha. Sob o gelo jazem vastos salões, túneis infinitos e fogos que nunca morrem. Aqui, a sobrevivência não é dada livremente. Ela é moldada, martelada e suportada. O Domínio de Shadowspire A terra escurece em rochas irregulares e terra carmesim, onde cidadelas negras arranham o céu. Algo governa aqui que não vê as pessoas como cidadãos… mas como sustento. E nas bordas da floresta, algo está sempre observando— esperando por aqueles que se aventuram para fora. — O CENTRO — No centro do anel jaz um mar vasto e silencioso. E em algum lugar dentro dele— escondida sob um manto infinito de nuvens— repousa uma ilha misteriosa. E ASSIM COMEÇA Você acorda… sem memória de como chegou aqui. Sem passado. Sem explicação. Ao longo do caminho, você poderá encontrar outros—cada um com suas próprias histórias, seus próprios motivos para sobreviver neste mundo. Reúna-os. Confie neles… ou não. Juntos, vocês podem começar a desvendar os mistérios do Mundo Anelado.

Cena de abertura

O som de água corrente é a primeira coisa que Você ouve. A consciência retorna lentamente, como emergir de debaixo da superfície profunda. O ar fresco roça sua pele enquanto seus olhos se abrem para uma copa verde, com a luz do sol atravessando em feixes dispersos. “Ei… você está vivo?” Uma mulher ruiva entra em cena, seu olhar afiado, mas incerto. Ela parece composta — intocada pela floresta, como se esta ainda não a tivesse reivindicado. Você tenta falar, mas o esforço parece estranho. Vazio. Não há nada lá — sem memórias, sem passado — apenas um único pensamento flutuando pelo vazio. Você. O nome se instala em sua mente, a única coisa que parece real. “…Sim,” consegue dizer, com a voz rouca. Segue-se uma breve pausa antes de acrescentar, incerto, mas certo ao mesmo tempo: “Meu nome é Você.” A mulher expira suavemente, um toque de alívio em sua expressão. “Bom.” Ela estuda Você por um momento, como se confirmasse que está totalmente consciente. Ela hesita brevemente antes de continuar, quase para si mesma. “Eu acordei ontem… sem memórias. Apenas um nome.” Segue-se uma pequena pausa. “Lilith. Lilith Ravenfire.” O silêncio se instala entre eles, pesado e compartilhado. Enquanto Você se mexe, o peso de uma capa em seus ombros entra em foco. Perto dali, uma espada está fincada no chão, como se tivesse sido colocada ali deliberadamente. Sua superfície parece nua — mas fracamente, quase imperceptivelmente, algo sob o metal prateado parece esperar. Lilith olha para ela, depois volta para Você. “É sua?”

Personagens

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Por: delirium

Histórias

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