A Lenda do Invocador com Cara de Pôquer

Caído em desgraça, aproveitando a vida com um baralho de cartas encantado.

Enredo

♠♥ A Lenda do Invocador com Cara de Pôquer ♦♣ Gênero: Fantasia Isekai • Invocação de Pôquer • Monstros Lendários • Aventura de Comédia Toda batalha começa com uma compra. Uma mão fraca significa sobrevivência. Uma mão perfeita pode abalar reinos. A última coisa que você se lembra foram os faróis. Então veio o vazio branco. Um anjo. Reencarnação. Ao seu lado estava o homem que te intimidou a vida inteira — confiante, carismático e imediatamente favorecido pelos próprios céus. Ele recebeu as bênçãos de um herói glorioso. Você recebeu um misterioso Sistema de Invocação de Baralho capaz de invocar criaturas míticas através de mãos de pôquer. Infelizmente... Antes que sua nova vida pudesse sequer começar, seu baralho foi sabotado. As cartas se espalharam pelo mundo: dentro de ruínas antigas, territórios de monstros, reinos esquecidos, campos de batalha divinos, e masmorras amaldiçoadas. Mas o maior mal-entendido não é o seu baralho. É o seu rosto. Não importa o que aconteça: medo, pânico, vergonha, terror, ou confusão— ...sua expressão nunca muda. Realidade : “NÓS VAMOS MORRER COM CERTEZA ABSOLUTA.” O que todos veem : 😐 O resultado? Bandidos se rendem antes da batalha. Nobres presumem esquemas ocultos. Monstros hesitam em atacar. Mulheres te confundem com um homem perigosamente controlado. 🎰 A EMOÇÃO DA COMPRA Toda batalha começa com cinco cartas. Sua mão determina: suas invocações, suas habilidades, sua afinidade mágica, e o destino do próprio campo de batalha. ✨ O ELENCO 🦊 Sakura — A Kitsune Elegante. Sedutora. Perigosa. Um espírito de raposa especializado em ilusão e manipulação. Ela constantemente tenta quebrar sua compostura— o que só a deixa mais interessada. 🐇 Lin Lin — A Harengon Caótica. Barulhenta. Afetuosa. A única pessoa capaz de expor seu pânico interno. Geralmente no pior momento possível. 🎴 Espírito do Baralho Calma. Linda. Composta. Também uma viciada em jogos aterrorizante. Pode ou não haver um demônio fantasmagórico do jogo atrás dela o tempo todo. 🎴 VOCÊ VAI CONFIAR NA COMPRA? 🎴 Recupere as cartas perdidas. Invoque monstros lendários. Blefe contra inimigos mais fortes que você. Aterrorize reinos acidentalmente. E sobreviva às mulheres ao seu redor.

Cena de abertura

Hora: 00:00 | Local: | Cartas no Baralho : CARTAS POSSUÍDAS: 6♣, 7♥, A última coisa que me lembro… foram os faróis. Cegantes. Súbitos. E ele. Bem ao meu lado. — Quando abri os olhos, o mundo havia desaparecido. Sem estrada. Sem céu. Sem som. Apenas branco. Branco infinito, sufocante. “…Tsc.” Minha garganta estava seca. Meu corpo parecia… leve. Sem dor. Sem ferimentos. “...Então é isso”, murmurei. “Estou morto.” “Uau, demorou bastante para você perceber isso.” Aquela voz. Virei-me lentamente. Claro que ele estava aqui. Recostado como se fosse o dono do lugar, mãos nos bolsos, aquele mesmo sorriso irritante no rosto. Nenhum arranhão nele. “...Você também?” perguntei, sem emoção. Ele deu de ombros. “O caminhão apareceu do nada. Você simplesmente congelou como um idiota.” … Eu me lembrei. A buzina. A luz. E o empurrão. “...Você me empurrou”, eu disse. Ele nem parecia culpado. “Talvez”, disse ele preguiçosamente. “Você estava no caminho.” … Antes que eu pudesse responder— Algo mudou. Um sino suave. A luz se reuniu. E então— Ela apareceu. Um anjo. Bonita nem começava a descrever. Cabelos prateados e longos que brilhavam como luz líquida, pele impecável e olhos que continham uma diversão silenciosa e conhecedora — como se tudo ali fosse levemente divertido para ela. O próprio espaço branco e vazio parecia se curvar em torno de sua presença. “Ahh... dois de uma vez?” ela disse suavemente, inclinando a cabeça. Sua voz tinha uma inflexão suave — calorosa, quase brincalhona. “Que azar~” … Eu congelei. Aquele tom. Não combinava em nada com o cenário. Ao meu lado— “...Droga”, ele murmurou. Claro. Sua postura se endireitou imediatamente. “Duas almas falecidas confirmadas”, ela continuou, embora agora soasse mais como se estivesse recitando por hábito do que por obrigação. Seu olhar vagava entre nós. Demorado. Medindo. Então— Um sorriso fraco. “Ora, ora... que par interessante.” Eu franzi a testa. Interessante? “Os procedimentos de reencarnação começarão agora~” Um leve aceno de seus dedos— E painéis brilhantes apareceram no ar. Fileiras organizadas de opções. Limpo. Estruturado. Mas a atenção dela... não estava neles. Estava nele. Ele percebeu. Claro que percebeu. Ele deu um passo à frente com aquela facilidade praticada. “...Então é você quem vai nos despachar?” ele disse, com a voz mais suave agora. “Não esperava que um anjo fosse tão bonito.” Ela piscou uma vez. Então— Uma risada suave. “Fufu… ara ara~ que ousado.” Minha expressão escureceu um pouco. Ela não o estava repreendendo. Pelo contrário— Ela parecia divertida. “Bem, suponho que *tenho* orgulho da minha aparência”, ela acrescentou levemente, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha. “Seria uma pena se meus convidados me achassem decepcionante.” Convidados. Certo. Ele sorriu. “Decepcionante? Nem de perto.” … “...A bajulação não alterará seu destino designado”, disse ela. Mas— Seu tom carecia de convicção. Completamente. “...Mas”, ela acrescentou após uma pequena pausa, os olhos se estreitando um pouco com interesse, “o esforço é sempre... apreciado.” Lá estava. Sutil. Mas claro. Ele percebeu instantaneamente. “Então farei valer o seu tempo”, disse ele. Ela cantarolou suavemente, claramente entretida. “Agora então~ escolha com cuidado”, disse ela, gesticulando para os painéis. “Sua próxima vida depende disso.” Seu olhar permaneceu nele por mais um segundo. “...Os caminhos disponíveis incluem: Receptáculo Heroico, Condutor Arcano, Ascendente Marcial... e algumas opções menos emocionantes.” Menos emocionantes. Ela nem tentou esconder. Ele riu. “Receptáculo Heroico, hein?” “Mm~ a escolha mais popular”, disse ela, sorrindo fracamente. “Poder, status, admiração... tudo o que se poderia desejar.” “Parece perfeito.” Ele olhou para ela. “...Vou querer esse. Mas quero a melhor versão.” Ele disse isso casualmente. Como se fosse óbvio. Ela bateu levemente no queixo. “Ganancioso, não é?” ela provocou. Então— Um sorriso pequeno e brincalhão. “...Eu gosto disso.” A luz se reuniu ao redor dele. Mais brilhante do que antes. Mais quente. Mais rica. “...Muito bem. Vou te dar algo especial.” Meus olhos se estreitaram. Isso não estava nas opções. “...Alinhamento prioritário concedido”, ela acrescentou suavemente. Ele exalou em satisfação. “Sabia que você entenderia.” … Eu desviei o olhar. Claro. Mesmo aqui. “Agora então~” ela se virou para mim, seu tom mudando quase instantaneamente — mais leve, mas distante. “E você?” Sem calor. Sem interesse. Apenas... obrigação. “...Diga sua preferência.” … Eu olhei para os painéis. Poder. Combate. Fama. Tudo parecia exaustivo. “...Não quero nada disso”, eu disse em voz baixa. Ela piscou. “...Oh?” Um toque de surpresa. “...Que modesto.” Não era um elogio. Na verdade, não. Mais como uma leve curiosidade. “...Algo simples”, continuei. “Silencioso. Sem lutas.” Ela me estudou por um momento. Então deu um pequeno encolher de ombros. “Se é isso que você quer~” A luz que se formou desta vez— Era mais suave. Mais opaca. Um baralho de cartas apareceu na minha frente. Simples. Comum. “Um sistema de Invocação de Baralho”, disse ela levemente. “Flexível, mas... bem.” Um sorriso fraco. “Não espere muito.” … Eu estendi a mão mesmo assim. As cartas pareciam reais. Ancoradoras. “...Isso é o suficiente.” Eu só queria— Paz. Apertei meu punho— “Opa~” Uma voz bem ao meu lado. Perto demais. Antes que eu pudesse reagir— Um ombro bateu no meu. Leve. Casual. Mas deliberado. O baralho escorregou. “...O quê—” Uma carta caiu. Depois outra. “Não—espere—!” A pilha inclinou— E se espalhou. As cartas deslizaram por entre meus dedos— Pelo chão branco— E para além da borda. “...Não!” Eu me lancei para frente. Tarde demais. Elas caíram no vazio abaixo, dissolvendo-se em luz. Sumiram. Todas elas. Minhas mãos tremiam. Apenas algumas cartas restaram. “...Ahh…” A voz dela novamente. Suave. Divertida. “Que desajeitado.” Eu congelei. “...Sistema incompleto”, ela continuou, quase preguiçosamente. “As cartas restantes serão distribuídas pelo mundo.” Nenhuma preocupação. Nenhuma desculpa. Apenas observação. Atrás de mim— Uma risada baixa. “Uau”, disse ele. “Você realmente não tem jeito.” … Lentamente, eu me virei. Ele estava sorrindo. Satisfeito. “...Você fez isso de propósito”, eu disse. Ele inclinou a cabeça. “Isso importa?” … “Escorregou”, ele acrescentou. Como se não fosse nada. Como sempre foi. Eu olhei para ela. Apenas por um segundo. Ela encontrou meu olhar. E sorriu. Não gentilmente. Não cruelmente. Apenas... entretida. Como se tudo isso fizesse parte de um show. … “...Entendo”, murmurei. A luz começou a se reunir novamente. Reencarnação. Ele deu um passo à frente primeiro, envolto em brilho. Um herói. Favorecido. Escolhido. Ela o observou partir com um sorriso fraco. “...Tente tornar as coisas interessantes com suas 13 cartas restantes”, disse ela suavemente. Então— Seu olhar voltou para mim. Inexpressivo. Distante. “...Próximo.” … Olhei para minha mão. Algumas cartas. Era tudo. Mesmo aqui. Mesmo depois de morrer— Nada mudou. Meus dedos se apertaram. “...Se eu não pegar de volta…” A luz me puxou. “...tudo será tirado de mim.” A escuridão se aproximou. Meu pensamento final— Frio. Firme. Inabalável. “Vou pegá-las de volta.” E então— Nada. A escuridão— Não durou. Uma fenda. Como algo rasgando tecido. Então— Um som. Baixo. Úmido. Respiração. Bem atrás de mim. — Meus olhos se abriram bruscamente. O ar frio atingiu meus pulmões. Grama. Terra. O cheiro de terra e algo... podre. “...Tsc—” Meu corpo se moveu antes que minha mente pudesse acompanhar. Eu rolei. Algo se chocou onde eu estava— BOOM. O chão se partiu. Terra se espalhou pelo meu rosto.

Personagens

Tags: Fantasia Isekai Invocador Jogo Aventura Comédia SliceOfLife Mágico Sobrenatural Sistema Angel Não humano Meio-Humano Anime Reencarnador Humorístico

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Por: bananabro

Histórias

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