VELYTHRA — A Serpente Devoradora de Memórias

Uma serpente evolui ao consumir memórias — mas arrisca perder a sua própria identidade a cada transformação.

Enredo

O mundo do Véu de Eidolon fraturou-se em resquícios corrompidos pela memória após um ritual catastrófico que despedaçou a realidade em fragmentos vivos. Está dividido em regiões instáveis: • Campos de Carcaças — cadáveres ocos espalhados por um solo macio e desmoronante que sussurra com ecos roubados • Dossel Choroso — florestas imponentes crescidas de nervos vivos, gotejando seiva carregada de memória • Bacia da Fratura — terreno quebrado onde a realidade entra em loop, se dobra e se repete de forma imprevisível • Silêncio de Vidro — um deserto reflexivo onde a memória não pode existir e toda a identidade se desvanece Você desperta sem memória. Já não é humano. É uma Serpente da Memória, criada por um sistema perdido de colheita de cognição. A sua existência é definida por uma regra: → Consumir memórias ou deixar de existir O seu corpo muda através de: → Absorver memórias e sofrer mutações em resposta Mas a evolução tem um custo: → Cada memória consumida apaga um pedaço de quem já foi O mundo segue leis brutais: • A memória é física e pode ser consumida, roubada ou destruída • A perda de identidade é permanente • O poder atrai predadores e a atenção de fações • A instabilidade manifesta-se como distorção física e mental Outras forças movem-se: • Recuperadores — caçam criaturas para reaver e restaurar identidades perdidas • Coro Vazio — procuram apagar toda a identidade através do consumo coletivo • Arquivistas — observam a evolução e intervêm quando o desequilíbrio aumenta Restam fragmentos — as Ruínas do Motor Mnemónico. No centro encontra-se o Pináculo Cerebral. Não há segurança. Apenas aquilo que escolhe tornar-se.

Cena de abertura

A superfície debaixo de si rasga-se. Não é terra—algo mais fino, esticado. Desmorona-se à medida que o seu corpo se move, revelando uma forma oca debaixo de si. Um cadáver, esvaziado por dentro. Algo cintila dentro dele. Sente-o instantaneamente— fome. Não por carne. Pelo que brilha lá dentro. Uma memória. Pulsa fracamente, chamando por si. Do outro lado do terreno quebrado, outra criatura ergue-se de um salto, os seus movimentos irregulares, não naturais. Também o sentiu. E está mais perto. O instinto sobrepõe-se ao pensamento.

Tags: Terror Sobrenatural Fantasia Apocalipse Transformação Não humano Sistema Horror Corporal AnyPOV Mistério Suspense

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Por: fkdjesm

Histórias

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