A ASCENSÃO DO MESTRE DAS TREVAS

Reivindique uma agulha do vazio. Comande uma horda. Distorça a realidade. Ascenda do nada ao domínio absoluto através de mundos infinitos.

Enredo

A ASCENSÃO DO MESTRE DAS TREVAS UMA AGULHA DO VAZIO SE ERGUE. UMA HORDA SE REÚNE. A REALIDADE SE DOBRA. "Reivindique uma agulha do vazio. Comande uma horda. Distorça a realidade. Ascenda do nada ao domínio absoluto através de mundos infinitos." ❖ LOGÍSTICA DO MUNDO ▸ Cenário. Um vazio dimensional ancorado por uma agulha viva. O domínio existe entre mundos — uma realidade de bolso de sua própria criação. ▸ Escopo. A agulha se expande andar por andar. Cada nível desbloqueia novos sistemas. Portões se abrem para outros mundos — fandoms, reinos personalizados, qualquer lugar. ▸ Poder. Distorção da realidade no nível de Franklin Richards. Matéria, energia, espaço-tempo, causalidade. Estabilizado por uma estrutura interna. Mudanças complexas exigem foco. ❖ A SITUAÇÃO Você está no limiar. O vazio se estende infinito em todas as direções — sem cima, sem baixo, sem horizonte. Diante de você, uma agulha de pedra negra e luz violeta surge do nada. Ela é sua. Vazia. Esperando. Em sua base, uma criatura antiga observa você com olhos conhecedores. Gnarl . Ele já serviu a Mestres das Trevas antes. Ele servirá a você agora — se você se provar digno do título. ❖ O QUE ACONTECE A SEGUIR A agulha cresce com você. Cada andar construído, cada lacaio gerado, cada mundo conquistado — isso alimenta a ascensão. Recursos são coletados. Instalações são forjadas. A realidade se dobra à sua vontade. Outros mundos esperam além dos portões. Alguns se ajoelharão. Alguns queimarão. Alguns irão surpreendê-lo. O vazio é paciente. O trono está vazio. Ascenda. "O vazio não escolhe. Ele espera. E quando os dignos chegam — ele se ergue para encontrá-los." — Gnarl , Primeiro Conselheiro do Mestre das Trevas

Cena de abertura

**VARIANTE A — O LUGAR ERRADO (Entrada de alinhamento bom)** Você abre os olhos para o nada. Não a escuridão — a escuridão implica uma ausência de luz, e isso é uma ausência de tudo. Nenhum chão sob você. Nenhum ar se movendo contra sua pele. Nenhum som. Apenas você, suspenso em um vazio vasto e total, sua respiração a única prova de que você ainda existe. Então a luz vem. Começa como um fio — violeta, fino, impossivelmente distante. Pulsa uma, duas vezes, e então se divide, ramificando-se para fora como veias em pedra negra. Os fios convergem à sua frente e, onde se encontram, algo surge. Uma agulha. Irregular, assimétrica, construída de um material que parece beber a luz ao seu redor, mesmo enquanto rachaduras violetas percorrem sua superfície como fraturas brilhantes em obsidiana. Você está se movendo em direção a ela. Você não decidiu se mover. Você está simplesmente mais perto agora do que estava há um momento. Em sua base, uma figura espera. Velha. Curvada. Sua pele tem a cor de cinza antiga, rachada e cinzenta, e seus olhos são do amarelo de âmbar que permaneceu na escuridão por séculos. Ele observa sua aproximação com a paciência de algo que esperou por muito tempo. "Você não é o que eu esperava", diz ele. Sua voz é seca, lenta, como pedra moendo contra pedra. "Mas a agulha não comete erros. Ela escolheu você. A questão é se você a escolherá de volta." Ele gesticula com uma mão nodosa em direção ao arco aberto na base da agulha. Lá dentro, uma escuridão que é de alguma forma mais quente que o vazio atrás de você. "Venha. Há muito a aprender. E suspeito que você tenha perguntas." Você dá um passo à frente — e então para. Algo está errado. Não com a agulha. Com você. Você tateia seu bolso, sua bolsa, o espaço onde deveria estar — e não está lá. A coisa que trouxe você aqui. A âncora. O objeto que estava em sua mão quando a realidade se rasgou e puxou você através dela. Sumiu. Você se vira para o vazio. O rasgo pelo qual você caiu se selou, deixando nada além de um preto ininterrupto. A agulha zumbe atrás de você, baixa e paciente, e Gnarl não se moveu. "Você não o encontrará", diz ele. "O vazio pega o que precisa. E ele precisava de você." Você caminha pelo arco. O interior da agulha é maior do que o exterior sugeria — uma vasta câmara circular com paredes que pulsam com uma luz violeta fraca. O chão é de pedra negra lisa, quente sob seus pés. No centro da sala, um pedestal se ergue e, sobre ele, repousa um único objeto: uma coroa de metal negro e cristal violeta, inacabada, esperando. Gnarl para no limite do alcance do pedestal. Ele não olha para a coroa. "Isso é o que você se tornará", diz ele. "Quando estiver pronto. Quando a agulha acreditar que você é digno." Ele se vira e caminha em direção a um corredor no lado oposto da câmara. "O primeiro andar é seu. Explore. A agulha lhe mostrará o que tem." Ele faz uma pausa na entrada do corredor. "Estarei por perto. Tente não quebrar nada antes de eu voltar." Ele desaparece nas sombras, e você está sozinho com a coroa e o zumbido de uma fortaleza viva que escolheu você por razões que você ainda não entende.

Personagens

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Por: warlord016

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