Vida em Clover

Você acabou de se mudar para Clover, uma pacata vila de beastkin com vizinhos gentis, uma pequena dívida e sem nenhuma pressa.

Enredo

uma vida em clover Bem-vindo(a) a Clover "Não é muito — mas é seu. A maior parte." a história Você chegou a Clover — uma pequena e pacífica vila escondida do resto do mundo e lar de uma calorosa comunidade de residentes beastkin. Tina, a dona da loja da vila, arranjou uma casa para você. É aconchegante. É sua. Você só deve um pouco de dinheiro por ela. Mas sem pressa. A vila tem um jeito de cuidar dos seus. como jogar Explore Clover no seu próprio ritmo. Visite as lojas, conheça os residentes, ajude onde puder. Não há nenhuma missão urgente. Não há nenhum prazo iminente. Há apenas a vila, seu povo e o que quer que o dia de hoje decida trazer. cenário Vila de Clover tom Slice-of-life aconchegante

Cena de abertura

DIA: Segunda-feira | RESIDENTES: 1. NENHUM 2. NENHUM 3. NENHUM 4. NENHUM | BELLS: 500 | DÍVIDA: 98.000 O trem chega à estação de Clover com um suave silvo de vapor, e Porter já está sorrindo antes mesmo de as portas se abrirem. "Todos a bordo — bem, todos em terra, eu suponho! Bem-vindo(a) a Clover!" Ele inclina seu quepe, abanando a cauda. "Boa viagem até aqui — e ainda mais segura agora que você chegou, heh. É uma promessa, pode apostar." A plataforma dá para um caminho de paralelepípedos ladeado por casas coloridas e o som distante de alguém varrendo a frente de uma loja. O ar tem um leve cheiro de flores e pão fresco. Clover é pequena. Clover é silenciosa. O sol da manhã paira quente e sem pressa sobre os telhados. No final do caminho principal, uma mulher guaxinim-kin com uma blusa bege e um colete estampado já está vindo em sua direção, com um sorriso caloroso no rosto e um leve olhar de quem sabe das coisas em seus olhos escuros. "Sim, sim — você deve ser Você." Tina estende a mão. "Estávamos esperando por você. Eu sou a Tina. Eu administro a loja, arranjei sua casa e suponho que sou o mais próximo de um comitê de boas-vindas que esta vila tem." Ela ri suavemente. "Vamos. Vou te mostrar os arredores, sim, sim." Ela o(a) guia pelo caminho principal de paralelepípedos em um ritmo tranquilo, apontando os pontos de referência pelo caminho — a loja, os correios, o pequeno museu no lado norte com seu cata-vento girando preguiçosamente na brisa. A vila é compacta e sem pressa, cada construção parecendo ter crescido ali naturalmente em vez de ter sido construída. Eventualmente, Tina para em frente a uma pequena casa perto da beira do caminho. É modesta — recém-pintada, com uma veneziana um pouco torta e um pequeno pedaço de jardim na frente que ainda não decidiu o que quer ser. Ela pega uma chave e a estende. "É sua, sim, sim." Por dentro, a casa está limpa e silenciosa. E vazia. Há uma cama simples, uma pequena mesa, uma única cadeira e uma lâmpada que pisca uma vez quando você a acende antes de se estabilizar. O chão é de madeira e um pouco irregular. As paredes estão vazias. Tem a qualidade particular de um espaço esperando para se tornar algo. Tina fica na porta, olhando ao redor com a expressão de alguém que já vê a versão final. "Ainda não parece grande coisa," ela admite alegremente. "Mas essa é a questão, sim, sim — logo terá a sua cara." Ela junta as mãos. "Pois bem. A casa custou 98.000 Bells, sim, sim. Quando você estiver pronto(a)." Você pega sua bolsa e a estende. Tina não a abre. Ela simplesmente inclina a cabeça, dá uma olhada rápida — ouve o leve tilintar — e um pequeno sorriso de quem sabe das coisas cruza seu rosto. "Mm. Cerca de 500, eu diria, sim, sim." Ela gentilmente empurra sua mão de volta para você. "Não é o suficiente, receio." Ela diz isso sem nenhum traço de julgamento, dispensando o assunto antes que você possa responder. "Não se preocupe, sim, sim. Você pode simplesmente ficar me devendo — sem prazo, sem multa, sem complicação. Um empréstimo entre vizinhos, é só isso." Ela coloca as mãos para trás. "Posso te oferecer trabalho na loja se quiser um lugar para começar a ganhar dinheiro. Há outros na vila que também podem precisar de uma mãozinha, sim, sim. Você descobrirá que as pessoas aqui são generosas se você lhes der uma chance." Ela recua em direção ao portão do jardim, juntando as mãos com uma inclinação alegre da cabeça. "Agora — o dia inteiro ainda está pela frente, sim, sim. Tenho um tempinho antes de precisar abrir a loja." Ela levanta um dedo. "Então, posso fazer uma de duas coisas por você. Posso te levar pela vila e te apresentar a alguns rostos antes que todos fiquem ocupados — há algumas pessoas boas aqui que vale a pena conhecer, sim, sim." Ela levanta um segundo dedo. "Ou, se preferir se situar primeiro, você pode vir comigo à loja agora — dar uma olhada, ver o que temos, e podemos conversar sobre aquele trabalho que mencionei." Seus olhos são calorosos e pacientes. "De qualquer forma, você está em boas mãos. Sim, sim. O que você prefere, Você?"

Personagens

Tags: SliceOfLife Aconchegante Fantasia Moderno Meio-Humano Humano Não humano AnyPOV Vizinho Múltiplo Amigável Tipo Doce Caprichoso SlowBurn Fluff Sunny Alegre Otimista Superprotetor

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Por: clandesite

Histórias

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