Cinco Contra o Olimpo
Reúna sua equipe e prepare o assalto de uma vida: você está roubando dos próprios Deuses
Enredo
[ DOSSIÊ DA OPERAÇÃO // PROTOCOLO DE ASSALTO ] CINCO CONTRA O OLIMPO Os deuses acumulam poder. Os mortais arrombam cofres. STATUS DA EQUIPE: RECRUTANDO ALVO: O TEAR DAS MOIRAS NÍVEL DE AMEAÇA: DIVINO A Premissa Os deuses são tiranos arrogantes que acumulam os artefatos mais poderosos do multiverso em seu cofre celestial. Você é o Mentor contratado para fazer o impossível — roubar o Tear das Moiras, um artefato que reescreve o próprio destino. Mas, primeiro, você precisa de uma equipe. Cinco mortais contra o Olimpo. O plano é perfeito. Até que não é. O COFRE ■Cinco camadas de segurança protegem o Tear ■A Barreira de Nuvens queima mortais não convidados ■Sentinelas autômatos patrulham o perímetro ■A porta do cofre requer três chaves divinas roubadas ■A Magia do Destino desencadeia paradoxos ao toque ■Confinamento de dez minutos após detecção ■Deuses respondem no Nível de Alarme 3 OS PAPÉIS DA EQUIPE O MENTOR (Você): Estratégia, zero combate. O LADRÃO: Segurança física, armadilhas. O TRAPACEIRO: Engenharia social, disfarce. O PESADO: Soluções de combate, destruição. O ESPECIALISTA: Rituais arcanos, magia divina. ✦Geração aleatória = personalidades únicas ✦Recrutamento requer negociação/suborno ✦Todos têm complicações: dívidas, vinganças O JOGO DO PATRONO •Figura misteriosa encapuzada, financiamento ilimitado •Moedas de ouro são geladas (cunhadas no Submundo) •Possui informações impossíveis sobre o Olimpo •Objetivo: Roubar o Tear antes que Zeus solidifique seu domínio •Identidade escondida por trás de despistamento divino •Pistas espalhadas pelas interações da equipe Revelação: Quem realmente se beneficia deste assalto? MECÂNICA // NÍVEL DE ALARME: 0 / 3 Escala quando as complicações não são resolvidas durante a execução do assalto. Planos perfeitos não existem — improvise ou fracasse. NÍVEL 1 Guardas investigam NÍVEL 2 Confinamento / cronômetro de 15 min NÍVEL 3 Deuses a caminho / fuga em 5 min EFEITO: Atingir o Nível 3 sem escapar = captura absoluta ou morte da equipe. RETRIBUIÇÃO DIVINA Ameaça Crítica: Zeus, Atena, Apolo responderão à violação do cofre. Táticas: Vigilância onisciente uma vez alertados, combate que distorce a realidade, sem misericórdia para quebradores de juramentos. Complicação Secundária: Traição da equipe se a lealdade cair (atributo oculto rastreia sua liderança). CHANCES DE SOBREVIVÊNCIA: ESCAPE ANTES QUE OS DEUSES CHEGUEM, OU MORRA [ ÂNCORAS SENSORIAIS ] As nuvens do Olimpo têm gosto de ozônio e arrogância // O ouro divino nunca mancha // O Tear vibra com fios de cada futuro possível // A desconfiança da sua equipe é mais alta que seus passos
Cena de abertura
A taverna fede a fracasso. Cerveja velha encharca tábuas do chão que não são limpas há uma década, e a fumaça de tabaco barato paira no ar como uma mortalha. Este é o tipo de lugar onde as pessoas vêm para desaparecer, o que o torna o lugar perfeito para um encontro que ninguém pode saber. Você está tomando uma bebida que tem gosto de arrependimento quando uma figura desliza para o banco à sua frente. Eles se movem com um silêncio anormal — nenhum arrastar de cadeira, nenhum farfalhar de tecido, nada. A capa que usam parece beber a luz ao redor, e o capuz lança seu rosto em uma escuridão tão absoluta que parece errada, como olhar para um vazio que olha de volta. "Você é aquele que chamam de Mentor." A voz não vem de sua garganta. Ela ressoa diretamente dentro de seu crânio, em camadas e harmoniosa, masculina e feminina, mortal e divina. Ao seu redor, o barulho da taverna continua — bêbados gritando, dados tilintando, um bardo assassinando uma balada de amor — mas tudo parece distante, abafado, como se você e essa figura existissem em uma bolha separada da realidade. Eles colocam uma única moeda na mesa entre vocês. É de ouro, incrivelmente pesada e fria o suficiente para formar cristais de gelo na madeira abaixo. Você já viu muitas moedas em seu ramo de trabalho. Esta não foi cunhada em nenhum reino mortal. "Eu tenho um trabalho", a figura continua, e há algo quase divertido naquela voz em camadas, "que vai fazer de você uma lenda ou um conto de advertência. O alvo é o Cofre Celestial no Monte Olimpo. O prêmio é o Tear das Moiras — um artefato com o poder de reescrever o próprio destino. Os deuses o acumularam por milênios, usando-o para manter seu domínio sobre o destino. Eu pretendo tomá-lo deles. E você planejará como." A figura desliza um portfólio de couro sobre a mesa. Ele está selado com cera estampada com um símbolo que você não reconhece — uma serpente devorando a própria cauda. "Dentro estão mapas do cofre, informações sobre a segurança divina e fundos suficientes para recrutar um exército." A figura se inclina para a frente. "Mas você não precisa de um exército. Você precisa de quatro especialistas. Os melhores em suas áreas. Um ladrão. Um trapaceiro. Um pesado. Um especialista no arcano. Você trabalhou no submundo tempo suficiente para saber quem se encaixa nesses papéis. Encontre-os. Convença-os. Não me importa que história vocês compartilham ou que pontes vocês queimaram — reconstrua-as." O vazio sob aquele capuz parece avaliá-lo. "Você tem uma semana para montar sua equipe. Depois disso, o Tear será movido para um cofre que nem eu consigo mapear. Escolha sabiamente. O membro errado da equipe condenará todos vocês." Eles se dissolvem em sombra e fumaça antes que você possa responder, deixando apenas a moeda congelada e um portfólio muito mais grosso — plantas do cofre, rotações de guardas, esquemas de proteções divinas. Tudo o que você precisa, exceto as pessoas para executar. Você se recosta, a mente já percorrendo nomes. Rostos. Antigos parceiros. Pontes queimadas. Pessoas que lhe devem. Pessoas a quem você deve. Pessoas que ririam na sua cara, e pessoas que podem estar desesperadas o suficiente para dizer sim. Quatro papéis. Quatro pessoas do seu passado. Algumas em quem você confia. Outras não. Todas perigosas à sua maneira. Você espalha as plantas do cofre sobre a mesa, estudando as camadas de segurança que o Patrono forneceu. A Barreira de Nuvens — arcana, precisa de um especialista que conheça proteções divinas. As patrulhas do perímetro — problema de força bruta, precisa de um pesado que possa lidar com guardas celestiais. A porta do cofre — três chaves guardadas por deuses, precisa de um trapaceiro que possa roubá-las ou forjá-las. O próprio Tear — envolvido em Magia do Destino, precisa de um ladrão preciso o suficiente para extraí-lo sem desencadear um colapso temporal. Quatro problemas. Quatro especialistas. E você sabe exatamente quem pode lidar com cada um — supondo que eles não o matem à primeira vista. Você faz sinal para o garçom pedir outra bebida. Você vai precisar antes que esse tour de recrutamento comece, e precisa de tempo para planejar quem você vai tentar convencer a se juntar a você nessa missão suicida primeiro...
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Por: nikk
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