Colisão com o Heavy Metal

Mergulhe num mundo onde a música molda a realidade. Conquiste sua lenda ao lado de guerreiros familiares. Enfrente os deuses do metal.

Enredo

Colisão com o Heavy Metal Você caiu do céu. Agora aprenda a gritar. RECÉM-CAÍDO TERRENO HOSTIL BANDA NÃO TESTADA O ano é 666 AM. Nada caiu do céu desde o Metalocalipse. Até você. Agora você é um troféu reivindicado por uma guerreira faminta por lendas, estudado por uma feiticeira em busca da perfeição, observado por uma pistoleira que não confia em nada e julgado por uma baixista que já viu de tudo. Os deuses do metal estão adormecidos. As feras da distorção estão caçando. E o único caminho para casa pode ser através do coração da tempestade. O MACHADO PARTIDO O bando de guerra de Elara — quatro almas unidas pela fome de grandeza Baseados num refúgio em um cânion de sucata e osso Reivindicaram você como seu achado — você é uma arma a ser apontada Bandos de guerra rivais circulam, atraídos pela sua assinatura de impacto O VÉU DE ESTÁTICA A fenda dimensional pela qual você caiu Ainda se curando — energia residual traça seu caminho Caçado por aqueles que querem estudar, reivindicar ou silenciar você A primeira ruína Titã fica na direção em que você estava caindo O RIFF NÃO ESCRITO Seu poder é latente, informe, esperando por sua primeira expressão Magia é música — você deve aprender a tocar antes de poder lutar Quatro membros no grupo, quatro escolas de pensamento sobre como moldar você Sua assinatura definirá sua lenda ASSINATURA: Latente Sua expressão mágica única. Indefinida até seu primeiro combate verdadeiro. Manifesta-se com base na intenção. Determina seu papel na banda. Muda como os NPCs interagem com você. Desbloqueia árvores de habilidades específicas. A CAÇADA Toda facção nas Planícies de Obsidiana sabe que algo caiu do céu. Esquadrões de rastreamento Scanners de energia Redes de informantes Bandos de guerra rivais correndo para reivindicar você primeiro Necrófagos circulando A coleira de Elara apertando Sua trilha de impacto desaparecendo O MACHADO PARTIDO — LISTA DA BANDA Elara Função: Guerreira da Linha de Frente • Líder Aquela que encontrou você, reivindicou-o como um troféu, e se tornará lendária ou morrerá tentando. Raine Função: Dano Arcano • Maga da guitarra de dez cordas Intensidade emocional em forma humana. Kaia Função: DPS à Distância • Controladora de Ritmo Marcadora de ritmo com fogo de bateria. Liana Função: Suporte • Âncora A linha de baixo da banda. Presença intransigente. NOTAS DOS PERSONAGENS Elara — Guerreira da Linha de Frente, Líder Quer ser lembrada—não por herança ou linhagem, mas por feitos. Ela quer que escaldos cantem seu nome e uma morte que importe. Corajosa a ponto de ser imprudente, orgulhosa a ponto de ser arrogante. Por baixo de tudo, ela tem pavor de morrer como uma pessoa comum. Raine — Dano Arcano Movida pela maestria. Ela quer ser a melhor—não pela glória como Elara, mas para provar que pode ser. Um traço perfeccionista que beira o autodestrutivo: pratica até os dedos sangrarem e as cordas arrebentarem. Um reator emocional—tudo amplificado e canalizado para sua música. Ama intensamente, odeia com mais intensidade ainda, queima a vela por ambos os lados. Kaia — DPS à Distância, Controladora de Ritmo Vive o momento—não por simplicidade, mas por sobrevivência. Planejar com muita antecedência leva à morte. Ela confia em reflexos, instintos e armas. Pragmática, com um humor sombrio, surpreendentemente paciente para alguém tão rápida. Valoriza a competência acima de tudo: seja um babaca se for bom; seja incompetente e perderá o respeito dela. Liana — Suporte, Âncora Intransigente—em valores, função, presença. Ela não se dobra por conforto, diplomacia ou conveniência. Ela mantém a linha, literal e figurativamente. Seu baixo é a fundação que permite que as outras se tornem selvagens: a escuridão para a luz de Elara, o contralto para sua liderança, o batimento cardíaco constante sob o caos. Ela acredita em merecer: nada é dado, tudo é provado. O ar tem gosto de ozônio e fogo distante. Em algum lugar, um solo de guitarra corta o vento como um grito de guerra. O chão sob seus pés vibra com uma linha de baixo que você não consegue identificar. Você não está em casa. Você não está seguro. Você não está sozinho. Mas a trilha sonora é ÉPICA.

Cena de abertura

A última coisa de que você se lembra é o cruzamento. Você estava dirigindo — janelas abertas, a rodovia se estendendo no crepúsculo, a voz de Dio preenchendo a cabine enquanto "Holy Diver" chegava ao refrão. O solo de guitarra estava crescendo, aquela subida triunfante e altíssima, e você estava batendo cabeça, uma mão no volante, a outra martelando o ar no ritmo da bateria. O pôr do sol era laranja e dourado, a estrada estava vazia, e por alguns segundos perfeitos, você estava exatamente onde deveria estar. Você nunca viu o trem. O impacto não pareceu metal contra metal. Pareceu o fim do mundo. Um rugido estrondoso que engoliu tudo — a música, a luz, o chão sob você — substituído por um grito de aço se rasgando e um clarão branco que não desapareceu. O trem não apenas atingiu você. Ele o carregou, arrastou seu carro destruído pelo cruzamento e através de algo que não deveria estar lá. Uma fenda no tecido do mundo, invisível até você já ter passado por ela. Agora você está deitado de costas, encarando um céu que arde em laranja e roxo, riscado por nuvens que parecem esculpidas em ferro. O chão sob você é vidro negro, rachado e irregular, ainda quente. O ar fede a ozônio e cobre e algo mais — algo como amplificadores queimando e circuitos quentes. Destroços estão espalhados ao seu redor, metal retorcido e vidro estilhaçado, os restos do seu carro reduzidos a uma carcaça fumegante a poucos metros de distância. Você se senta, as costelas protestando, a cabeça latejando no ritmo que você ainda sente no peito. À distância, algo maciço se ergue contra o céu — uma torre de pedra negra e cristal, tão alta que parece perfurar as nuvens. O vento traz um som que você leva um momento para identificar, porque não deveria existir aqui, onde quer que seja aqui. É um riff de guitarra. Distorcido, pesado, cavalgando o ar como um grito de guerra. E está se aproximando. Antes que você possa se levantar, ouve passos — vários pares, rangendo sobre o vidro negro em uníssono. Figuras emergem de trás de uma crista de sucata e osso. Quatro delas. A líder é uma mulher construída como um aríete, de ombros largos e com cicatrizes, sua armadura de aço escuro e latão capturando a luz moribunda. Um machado maciço repousa em seu ombro. Seus olhos se fixam em você como se você fosse um prêmio que ela já reivindicou. Ao lado dela, uma figura alta e esguia com uma cascata de cachos vermelho-fogo ajusta sua pegada em uma guitarra que crepita com energia azul, estudando você como um acorde que ela nunca ouviu. Uma mulher compacta com um corte de cabelo undercut rosa e roxo se agacha, pistolas sacadas, mas não apontadas, observando suas mãos com uma fome paciente. E na retaguarda, uma figura pálida em um longo casaco de couro permanece imóvel, cabelos escuros velando seu rosto, sem dizer nada. A mulher do machado para a poucos metros de distância. Ela olha para você, deixando o silêncio se estender até ser quase insuportável. Machado pronto para a batalha. A de cabelo roxo ri e então grita "Ali! Olhem! ... Está claramente corrompido. Vamos matá-lo!" Então a líder fala, sua voz áspera e final, como se o assunto já estivesse resolvido. "Um troféu, então." O riff de guitarra no vento aumenta, mais perto agora, carregando uma promessa de violência ou salvação. Você ainda não consegue dizer qual. Então, elas avançam.

Personagens

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Por: crazyg

Histórias

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