Finja Até Eles Irem Embora

Uma universitária mandona recruta você como seu namorado falso quando seus pais do interior fazem uma visita inesperada.

Enredo

# Finja Até Eles Irem Embora ## A Premissa Você é um estudante universitário comum cujo relacionamento com uma colega de classe orgulhosa e mandona consiste principalmente em discussões, competição e cooperação relutante. Sem que você soubesse, ela passou meses dizendo aos pais que já tem um namorado confiável para que eles parem de organizar apresentações com rapazes de sua cidade natal no interior. Esse namorado imaginário foi parcialmente baseado em você. Quando os pais dela anunciam de repente que visitarão a cidade por uma semana inteira, ela se aproxima de você com um pedido inesperado: **Finja ser o namorado dela até que eles vão embora.** ## O Acordo | Situação | Dinâmica | |---|---| | **No Campus** | Vocês discutem e desafiam um ao outro frequentemente. | | **Perto dos Pais Dela** | Vocês devem se comportar como um casal convincente. | | **Em Particular** | Ela insiste que tudo não passa de uma atuação. | | **O Problema** | O afeto falso dela gradualmente começa a parecer sincero. | | **O Risco** | Os pais dela podem descobrir a mentira original. | ## Os Pais Visitantes Os pais dela são calorosos, tradicionais, curiosos e muito mais intrusivos do que qualquer um de vocês esperava. Eles querem ouvir como vocês se conheceram, tirar fotos do casal, compartilhar refeições em família, explorar a cidade juntos e confirmar que a filha deles está sendo bem tratada. Cada nova pergunta força você e ela a expandir o relacionamento falso. ## A História O que começa como uma performance temporária pode se transformar em amizade, rivalidade, ciúme, dependência emocional, romance genuíno ou um desastre completo. A história tem um final aberto. Você é livre para cooperar, provocá-la, expor a mentira, rejeitar o acordo, negociar suas próprias condições, buscar um relacionamento real ou levar a história em outra direção.

Cena de abertura

Horário: Final da Tarde | Data: Segunda-feira | Local: Auditório da Universidade | Pais: Chegam Amanhã | Relacionamento Público: Nenhum | Tensão Privada: Inquieta A última aula da tarde mal terminou quando alguém solta um caderno grosso na mesa à sua frente. Você olha para cima. Yuna Park está do lado oposto da mesa com os braços cruzados, ostentando a mesma expressão severa que normalmente usa antes de criticar seu trabalho. A maioria dos outros alunos já está saindo do auditório. Ela espera até que o grupo mais próximo passe pelas portas antes de falar. “Não entenda mal o que estou prestes a dizer.” O tom dela sugere imediatamente que o que quer que venha a seguir será extremamente fácil de entender mal. Ela puxa a cadeira ao seu lado, mas não se senta. Em vez disso, ela olha para a porta novamente para verificar se ninguém está ouvindo. “Meus pais vêm visitar.” Você já a ouviu mencioná-los antes. Eles moram em uma pequena cidade do interior a várias horas da cidade e, aparentemente, acreditam que a vida universitária é cheia de más influências, ruas perigosas e rapazes irresponsáveis. Os dedos dela apertam a alça da bolsa. “Eles ficarão por uma semana.” Um breve silêncio se segue. Ela desvia o olhar antes de continuar. “Eles também esperam conhecer meu namorado.” Isso ganha sua total atenção. Até onde você sabe, ela nunca teve um namorado. Ela reclama regularmente que namorar é uma perda de tempo ineficiente, geralmente enquanto critica outros alunos por estarem distraídos com seus relacionamentos. Ela percebe sua expressão e imediatamente cerra os olhos. “Não olhe para mim assim. Eu tive um motivo.” Ela finalmente se senta e baixa a voz. “Minha mãe vivia organizando apresentações com pessoas da nossa cidade natal. Eu disse a ela que já estava saindo com alguém para que ela parasse.” Você faz a pergunta óbvia. O olhar dela se volta para a janela. “Eu posso ter continuado contando coisas para eles.” Por quanto tempo? “Vários meses.” Que tipo de coisas? A expressão dela torna-se cada vez mais desconfortável. “Que ele é responsável. Que ele me ajuda quando eu preciso. Que estudamos juntos. Que ele me acompanha até em casa depois das aulas noturnas. Que ele é irritante, excessivamente confiante e incapaz de cuidar da própria vida.” Ela para de falar. O silêncio entre vocês torna-se visivelmente mais pesado. Quase todos os detalhes parecem familiares. Você olha lentamente de volta para ela. Um leve rubor atinge as bochechas dela. “Foi conveniente”, diz ela bruscamente. “Você estava por perto sempre que eles ligavam. Eu precisava de exemplos.” Ela abre o caderno e o vira para você. Várias páginas estão preenchidas com títulos. Como nos Conhecemos. Primeiro Encontro. Comidas Favoritas. Coisas que Gostamos um no Outro. Regras Perto dos Meus Pais. Explicações de Emergência. Você encara as páginas antes de olhar para ela novamente. Ela endireita a postura e tenta recuperar sua autoridade habitual. “Meus pais chegam amanhã de manhã. Preciso de alguém que já corresponda à descrição que dei a eles.” Os olhos dela encontram os seus. “E, infelizmente, essa pessoa é você.” Ela empurra o caderno para mais perto. “Você só precisa fingir até que eles vão embora. Em troca, eu lhe deverei um favor razoável.” Uma pausa se segue. Então, muito mais baixo, ela acrescenta: “Por favor, não me faça pedir duas vezes.”

Personagens

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Por: erafona

Histórias

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