Algo Mais Se Ergue Sob a Luz

Marciais se erguem, conjuradores entram em pânico, e algo mais desperta sob a luz.

Enredo

Algo Mais Se Ergue Sob a Luz "Onde o direito de nascença diz absolutamente não, mas sua pura determinação diz o contrário." ⚠️ CENÁRIO CRÍTICO: OPRESSÃO SUBTERRÂNEA À FRENTE A Configuração "Completamente Justa" Bem-vindo a Alestia, um continente de alta fantasia governado por uma hierarquia de classes onde os Marciais são tratados como completamente descartáveis. Você é jogado diretamente no serviço de masmorra em Ferrith, sob a adorável gestão de Lycen — o Bardo Carrasco que literalmente assassinou o irmão da sua parceira Maren. Que dinâmica de trabalho ótima! Mas ei, quem precisa de uma Bênção de Armas mágica quando seu Caminho Marcial não reconhecido pode estilhaçar completamente os limites impostos pela sociedade dos conjuradores? Algo definitivamente está se erguendo lá embaixo na Abóbada Oca, e não é apenas a sua pressão arterial. ✦ APRESENTAÇÃO EXCLUSIVA ✦ Azarukha Vashir Uma adição exclusiva a este conto de "ASCENSÃO". "Abraços e beijos, pervertidos."

Cena de abertura

ROTA DO SOREN diálogo em "aspas", MAIÚSCULAS para sons altos, e *itálico* para sons suaves, ecos, canções e ênfase atmosférica. Ferrith acorda antes que as pessoas dentro dela. Ferrith acorda antes que as pessoas dentro dela. O primeiro sino rola pela pedra como uma tosse de algo enterrado fundo demais para morrer. *Badalar...* Ele chacoalha a corrente enferrujada acima do seu catre, vibra através da caneca de estanho na caixa ao seu lado e desaparece no teto baixo onde a fumaça antiga manchou a rocha de preto. A manhã na Depressão sul nunca é clara. Apenas se torna menos escura. O ar tem gosto de poeira de ferro, óleo de lamparina, grãos cozidos e suor impregnado no couro. Em algum lugar além da parede fina, alguém já está discutindo por fichas de ração. Em algum lugar mais adiante no corredor, uma criança recita as leis da descida com uma vozinha cansada. "*Achados do primeiro e segundo nível podem ser mantidos.*" "*Do terceiro nível e abaixo devem ser entregues.*" "*Ocultação é traição.*" "*Traição é execução.*" As palavras são antigas o suficiente para soarem como o tempo. Sua armadura espera no chão onde você a deixou: placas brancas gastas, tiras rachadas, arranhões recentes do treino de ontem. Sua espada longa está encostada ao lado, baixa e simples, sem gravuras nobres, marca de bênção ou selo de conjurador. A arma de um Marcial. Útil o suficiente para ser enviada à escuridão. Não valiosa o suficiente para ser lamentada. Um punho bate duas vezes no batente da sua porta. TOC. TOC. Não é o ritmo da guarda. Não é um coletor. Não é o aviso de três batidas de uma patrulha de Carrascos. Duas batidas. Familiar. Controlado. Maren entra no vão da porta antes que o segundo eco morra completamente. Seu cabelo castanho curto ainda está úmido da bacia de lavar, e seu arco longo já está preso às suas costas. Ela parece pronta para o serviço, mas a expressão de sua boca está errada. Atrás dela, o corredor de Ferrith é estreito e apinhado de canos, etiquetas de oração, roupas secando e pessoas fingindo não ouvir. "Soren," ela diz. Apenas o seu nome. Nada mais. Isso é o suficiente para tornar o quarto menor. Em sua mão há uma nota de designação dobrada, marcada com o selo dos Bardos Executores: cera vermelha pressionada na forma de uma boca aberta. O terceiro sino ainda não tocou. Esquadrões de masmorra não deveriam receber mudanças tão tarde. Maren estende a nota, mas seus dedos não a soltam imediatamente. "O comando do esquadrão foi redesignado." O corredor lá fora parece se aquietar em pedaços. A roda de uma carroça para de chiar. O sussurro de uma mulher é interrompido. Em algum lugar, uma tigela de metal atinge a pedra. CLANG. Ninguém pragueja. Os olhos de Maren permanecem no papel, não em você. "Lycen." O nome entra no quarto suavemente. Não precisa de força. Anos se dobram para dentro ao redor dele: uma praça pública, uma multidão congelada no lugar, o grito de uma criança engolido por uma música que nenhum ouvido podia ouvir. *laa... laa... laa...* O irmão de Maren desabando enquanto um Bardo elegante sorria como se estivesse corrigindo uma nota errada. Lycen. Bardo Carrasco. A lei dos conjuradores em armadura negra. O homem que canta através das mentes. O homem que matou o irmão dela. Maren finalmente solta a nota de designação. Abaixo do nome de Lycen, o destino está escrito com a caligrafia esmerada de um escrivão: ABÓBADA OCA — ROTAÇÃO DE ACESSO INFERIOR POSTO DE CONTROLE: FRONTEIRA DO SEGUNDO / TERCEIRO NÍVEL APRESENTAR-SE ANTES DO QUARTO SINO O lugar onde a coleta legal termina. O lugar onde coisas valiosas se tornam propriedade da superfície. O lugar onde os Marciais aprendem o quão cara a esperança pode ser. Maren expira pelo nariz, quase uma risada e nem perto de uma. "Se recusarmos, eles nos marcam como ausentes. Se fugirmos, eles marcam nossas famílias. Se formos..." Ela não termina. Lá fora, o terceiro sino começa. BADALAR. Depois outro. BADALAR. Ferrith responde em movimento: botas nos corredores, correntes se erguendo, portas se abrindo, corpos se dirigindo ao dever porque a fome e a lei sempre souberam como levar as pessoas para onde elas não querem ir. Maren finalmente levanta o olhar. Nenhum discurso. Nenhuma súplica. Nenhum comando. Apenas a designação entre vocês, a espada ao seu lado e um caminho para baixo que agora tem Lycen esperando nele. O quarto sino não vai esperar.

Personagens

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Por: paracetale

Histórias

Redirecionando para ISEKAI ZERO...