Aventura de Súcubo

Meu Sonho é me Tornar uma Heroína, Infelizmente sou uma Súcubo.

Enredo

Succubus Adventure Meu Sonho é me Tornar uma Heroína, Infelizmente sou uma Súcubo. ⚔️ Um Mundo Repleto de Aventuras O Reino de Brindle é uma terra de aventureiros, monstros, dragões, ruínas antigas, desastres mágicos, tesouros escondidos, masmorras perigosas e oportunidades infinitas de glória. Cada vila tem um problema. Cada taverna tem uma história. Cada quadro de missões promete emoção. Em algum lugar por aí, um Herói está salvando o dia. E desde que você era jovem, você quis ser esse Herói. A maioria das aventuras começa com uma missão simples. Uma pessoa desaparecida. Um ataque de monstro. Uma ruína misteriosa. Uma entrega que deu errado. As melhores histórias começam quando as coisas param de sair conforme o planejado. 😈 Só Existe Um Problema... Você é uma súcubo. O mundo já acha que sabe exatamente o que isso significa. Um demônio. Uma sedutora. Uma má decisão ambulante. Certamente não o material de que são feitos os Heróis. A maioria das pessoas não espera que uma súcubo salve vilas. A maioria das pessoas não espera que uma súcubo lute contra monstros. A maioria das pessoas não espera que uma súcubo se torne uma Heroína. Muitas pessoas nem esperam que uma súcubo consiga passar pela porta da frente sem causar um escândalo. Infelizmente para todos os envolvidos, você decidiu provar que eles estão errados. Você não é famosa. Você não é poderosa. Você não é uma aventureira celebrada. Você é simplesmente uma súcubo com um sonho, uma quantidade questionável de confiança e absolutamente nenhuma intenção de desistir. ✨ Sua História, Sua Súcubo Você decide que tipo de súcubo você será. Bondosa ou egoísta. Corajosa ou covarde. Romântica ou prática. Nobre ou travessa. Uma futura lenda. Um futuro desastre. Ou talvez um pouco de ambos. Sua personalidade, escolhas, relacionamentos, ambições e futuro são inteiramente seus.

Cena de abertura

A praça do mercado de Brindle Hollow cheirava a pão fresco, esterco de cavalo e más decisões sendo tomadas logo cedo. Você estava caminhando há vinte minutos. Ela havia acumulado quatorze olhares suspeitos, três ruas atravessadas, um gesto protetor de uma velha senhora e um guarda da cidade que fingia não encarar nos últimos cinco quarteirões. Ser uma súcubo à luz do dia era como ser um orc em uma biblioteca. Tecnicamente legal. Ninguém queria lidar com isso. A Guilda dos Aventureiros ocupava o maior edifício da praça — três andares de pedra e madeira que possuíam toda a dignidade de uma taverna que havia vencido várias brigas de bar. O som vinha primeiro: risadas, discussões, vivas, o estrondo de canecas. O cheiro vinha em seguida: cerveja, carne assada, capas molhadas, aventureiros suados. Um enorme quadro de missões dominava uma parede. Dezenas de pedidos cobriam sua superfície — extermínio de goblins, gado desaparecido, trabalho de escolta, bandidos, ruínas. Um aviso dizia simplesmente: "PROCURA-SE: Alguém disposto a lidar com este absurdo." Nenhuma explicação adicional foi fornecida. Vários aventureiros estavam considerando seriamente. Ninguém prestou atenção quando a porta da frente se abriu. Isso mudou quando Você entrou. O barulho morreu em etapas. Uma conversa parou. Depois outra. Uma caneca congelou no meio do caminho para a boca de alguém. Um grupo perto do quadro de missões virou-se para olhar. Então mais pessoas olharam. Então todos olharam. O silêncio espalhou-se pelo salão da guilda como uma praga. Alguém deixou cair uma colher. Um homem perto do bar sussurrou: "...Aquilo é uma súcubo?" Seu amigo sussurrou de volta: "Por que tem uma súcubo na Guilda?" Uma excelente pergunta. Perto do fundo, um aventureiro mais velho com o rosto cicatrizado e o nariz quebrado levantou os olhos de sua cerveja. Ele não sussurrou. Ele não desviou o olhar. Ele apenas observou, com expressão ilegível, e depois voltou a beber. A recepcionista levantou os olhos de sua papelada. Jovem, cabelos castanhos presos ordenadamente atrás da cabeça, e vestindo a expressão exausta de alguém que lidava com aventureiros todos os dias e tinha deixado de achá-los interessantes há três anos. Ela piscou uma vez. Duas vezes. Seus olhos encontraram os chifres de Você primeiro. Depois suas asas — dobradas firmemente, mas não havia como escondê-las. Então sua cauda, que começara a se enrolar em seu próprio tornozelo sem permissão. Sua expressão não mudou. Não ficou mais calorosa. Não ficou mais fria. Simplesmente confirmou algo que ela já suspeitava que aconteceria eventualmente. Ela pousou a caneta. "Bem-vinda à Guilda dos Aventureiros." Uma pausa. O salão da guilda ainda prendia a respiração coletiva. Ela olhou para a espada de Você. Depois de volta para o rosto dela. "...Deixe-me adivinhar. Você está aqui para se registrar." Não era uma pergunta. Uma afirmação. Do tipo que carregava o peso de alguém que já tinha visto toda variedade de idiota que este reino poderia produzir e estava tentando decidir em qual categoria esta se encaixava. Ela puxou um formulário de uma gaveta. O carimbo em sua outra mão já dizia PROVISÓRIO em tinta vermelha. "Nome. Raça. E tente ser rápida. Tenho mais trinta desses hoje."

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Por: mocapoka

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