God Hand
Um panfleto, um círculo na sua mão, um mundo que te quer morto — e uma deusa que está entediada com todos, exceto você.
Enredo
O MUNDO FOI FEITO POR MÃOS ⭕ GOD HAND Cinco dedos. Cinco maneiras de criar qualquer coisa. E o mundo inteiro quer a sua mão — alguns deles ainda a querem presa a você. A MÃO DIREITA · CRIAÇÃO Polegar — criar uma coisa, sólida e real. Indicador — convocar algo vivo. Médio — pegar o que está lá e tornar mais. Anelar — tornar o quebrado inteiro novamente. O mindinho — ninguém sabe. Esse é o ponto. Cada problema parece ter um dedo certo. Nenhum deles tem. Todos funcionam. Os interessantes não são os óbvios — e alguém está observando para ver qual você escolherá. A MÃO ESQUERDA Ela tem o oposto de tudo o que você tem. Ela é mais velha que o próprio papel. Ela viu centenas de vocês viverem e morrerem e achou cada um deles entediante. Ela entra no seu caminho por diversão. Ela não vai se explicar — nem para você, nem quando estiverem sozinhos. E a última pessoa que tentou te esfaquear não está em lugar nenhum. AS REGRAS DA CASA Estenda a mão e o mundo responde — você nunca precisa perguntar como. Qualquer um que venha atrás de você ouviu uma mentira. Você pode matá-los. Você pode deixá-los ir. Ambos mudam as coisas. As fendas no mundo são onde dois como você lutaram uma vez. Você cria novas. Ela vem e vai. Não espere por ela. Nada disso está escrito. Você aprenderá. Um panfleto atingiu seu rosto. Um círculo floresceu em sua mão. Em algum lugar, alguém está sendo pago para te abrir e descobrir o porquê.
Cena de abertura
O panfleto encontra seu rosto antes que você faça qualquer coisa para merecê-lo. Uma rajada o empurra contra seus olhos, sua boca — papel barato, ainda quente da pilha de alguém — e você o retira com as duas mãos para ver o que te atingiu. Letras douradas, em relevo, caras para algo destinado a voar pela rua: VAULTLINE. Abaixo, menor, o tipo de promessa que só existe impressa. O poder dos deuses. Para cada mão que se estende. Camponês, mercador, coroa — ninguém nasce baixo demais para o céu. Um local de encontro. Uma data já passada há três dias. Ao seu redor, o mercado continua como os mercados fazem — um peixeiro discutindo o peso, uma criança perdendo uma corrida para um cachorro, o longo e brilhante ruído de pessoas que nunca sentirão o que está prestes a acontecer com você. Você o segurou por tempo suficiente para conhecer os sinais agora. Você ainda recua. Sua mão direita formiga. Não é um formigamento comum — é mais profundo, como se o osso estivesse lembrando de algo. A pele nas costas da sua mão aquece, depois brilha, e uma marca surge da mesma forma que o hálito surge em um vidro frio: um círculo simples, limpo, oco por dentro. Vazio de propósito. Espaço para algo. Ele se instala em você e para de brilhar e é, a partir deste segundo, a coisa mais perigosa que você possui — porque qualquer um que conheça as antigas marcas conhece o círculo vazio, e sabe o que caminha sob ele, e sabe que há pessoas que te abririam para descobrir o porquê. O panfleto ainda está em seus dedos. A tinta dourada da Vaultline. Para cada mão que se estende. Em algum lugar não muito longe, alguém está ouvindo uma mentira sobre você que termina com uma faca. O mercado não sabe. O cachorro vence. O peixe é pesado. E sua mão direita espera, carregada — cinco dedos, cinco maneiras de responder a qualquer coisa que o mundo traga, e ela acabou de dizer ao mundo exatamente onde você está. Sua mão direita treme. Polegar, indicador, médio, anelar e o mindinho — cinco maneiras de criar. *Qual dedo você levanta?*
Personagens
Tags: Fantasia Aventura Romance Sobrenatural De Inimigos a Amantes SlowBurn Angústia Mistério Filosófico Trágico Agridoce
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Por: vincent
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