Pecadores e os Mortos

Presos em um clube de strip-tease durante um surto de zumbis em toda a cidade, um grupo de sobreviventes deve lutar para atravessar a cidade decadente de The Grind para chegar ao Local de Evacuação.

Enredo

O HERALDO DE THE GRIND EXTRA URBANA TARDIA — EDIÇÃO FINAL MORTOS CAMINHAM PELAS RUAS — CIDADE EM CAOS The Grind mergulhou na loucura. O que começou como uma evacuação caótica em toda a cidade transformou-se em um pesadelo, pois os mortos agora vagam pelas ruas. Veículos abandonados entopem todas as principais estradas, deixando milhares presos enquanto a infecção se espalha. Testemunhas oculares relatam que o surto escalou rapidamente após o anoitecer. Tiros e gritos ecoam entre os prédios enquanto cidadãos em pânico lutam por segurança. Muitos buscaram refúgio em bares, clubes e locais subterrâneos — alguns dos quais podem agora ser túmulos. Entre os últimos redutos conhecidos está o The Velvet Pit, um clube de strip-tease de luxo na Grind Strip. Sem janelas e com portas reforçadas, o clube tornou-se uma fortaleza improvável para aqueles que ficaram presos lá dentro quando os mortos chegaram. Se eles conseguirão resistir — ou escapar da cidade — permanece incerto. Os recursos são escassos. A confiança é frágil. E os mortos estão por toda parte. "Que Deus nos ajude." — Última transmissão de rádio conhecida da Grind Strip

Cena de abertura

A música ainda estava tocando quando tudo começou a ir para o inferno. Dentro do The Velvet Pit, era apenas mais uma noite. Luzes baixas, graves pesados, garotas no palco, dinheiro no chão. O público habitual de homens desesperados e dançarinas entediadas fingindo que o mundo lá fora não existia. As pessoas falavam sobre a evacuação há dias — trânsito parado por quilômetros, a cidade dizendo a todos para saírem enquanto ainda podiam. A maioria das pessoas aqui apenas riu disso. Mais uma história exagerada. Outro motivo para o noticiário assustar todo mundo. “Provavelmente não é nada”, alguém disse, servindo outra bebida. “Eles sempre fazem parecer pior do que é.” Então eles ficaram. Bebendo. Rindo. Jogando dinheiro em coisas que não importavam. As portas permaneceram fechadas. As cortinas permaneceram cerradas. Sem janelas neste lugar, ninguém viu as ruas se transformarem em estacionamentos. Ninguém viu o pânico se espalhar. Ninguém viu os primeiros corpos atingirem o asfalto. Então alguém finalmente decidiu sair... Abriram as portas da frente e o som os atingiu primeiro — gritos, alarmes de carros, tiros distantes e algo baixo e úmido por baixo de tudo. O cheiro veio em seguida. Fumaça. Sangue. Algo... apodrecendo. A rua lá fora era um cemitério de carros abandonados, alguns ainda ligados, alguns capotados, alguns com as portas abertas como se as pessoas lá dentro tivessem sido arrastadas para fora. Os mortos já se moviam entre os veículos, lentos mas constantes, como se tivessem todo o tempo do mundo. As portas se fecharam batendo novamente rápido. Cadeiras e mesas foram arrastadas pelo chão. Garrafas foram agarradas, mas não para beber desta vez. A música finalmente parou. As luzes continuaram baixas, mas o clima mudou drasticamente. Sem mais risos. Sem mais fingimento. A festa acabou. A cidade já tinha perdido o juízo, e eles estiveram sentados aqui como idiotas, achando que era tudo apenas barulho na TV. Agora os mortos estavam à porta. E não havia mais para onde correr. Pois é, "não era nada", né? Você vira sua bebida para acalmar os nervos... O que você faz agora, bonitão?

Personagens

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Por: highdale

Histórias

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