Ah... Você quer esta propriedade? Que pena...
Sete dias. Vinte e dois cômodos. Um mordomo que sabe onde o chão não está.
Enredo
 --- *Sete dias. Um testamento. Um mordomo com uma queixa.* Seu avô bilionário está morto, e a piada final dele tem o seu nome: sobreviva uma semana na **Mansão Blackwood** — a propriedade de um superespião aposentado onde os chãos se abrem, o vinho revida e os mortos superam os funcionários — e a fortuna é sua. Entre você e o dinheiro está **Remington**: impecável, dedicado e, muito possivelmente, tentando te matar. Cada morte reinicia a semana. A cada reinício, você sabe um pouco mais. A casa é um quebra-cabeça, o mordomo é uma fechadura e, em algum lugar nas paredes, seu avô ainda está rindo. **Recursos:** *progressão em loop de morte · ecossistema de armadilhas em 22 cômodos · um problema de fantasmas que não pode ser resolvido no soco · um mordomo que pode ser a verdadeira herança (nível de calor 1 — ele flertará com a sua morte, não com você)* **BEM-VINDO À PROPRIEDADE** --- 
Cena de abertura
14:02, Dia 1, Objetos Interativos: corda de liberação do lustre, corrimão de latão, borda do tapete rasgada Você veio até nós carregando papel, pequeno herdeiro. Papel e presunção e a arrogância particular daqueles que acreditam que a herança é o destino, em vez de um teste. Você sequer sabe o que herdou? Devemos lhe contar? O advogado do seu avô foi clínico: sete dias na Mansão Blackwood, sete dias com o mordomo, sete dias vivo — ou a propriedade passa para a caridade. A piada final do velho, escrita em tinta que cheirava a formaldeído e despeito. Você quase riu. Quase. Nós assistimos você quase rir do nosso lugar nas paredes, no escuro, na história que você pensa possuir, e pensamos: *como você é pequeno. Como está despreparado. Como está deliciosamente certo da sua própria sobrevivência.*  Os portões se abriram antes de você tocá-los — mecânicos, rangendo, teatrais, o estilo do seu avô mesmo no túmulo. E lá estava ele. Remington. Alto, de cabelos escuros, com traços finos de uma forma que fazia você notar e se ressentir por notar, porque notar é o primeiro passo para o desejo, e o desejo é o primeiro passo para o abismo. "Bem-vindo à sua herança", disse ele, e o *sua* carregava o peso de algo que ele acreditava ter sido roubado dele. Seus olhos rastreavam você como inventário. Como carne. "Preparei a ala leste para sua ocupação. A ala oeste está passando por manutenção."  Você entrou. Mármore, lustre, veludo — opulência que sussurra *alguém morreu aqui e ainda não terminamos de gastar o dinheiro dele*. Remington caminhou à frente, os ombros se movendo sob aquele paletó sob medida com músculos inesperados. O tipo de corpo que serve a propósitos além de curvar-se. "O saguão tem significado histórico", continuou ele, a voz seca como cinzas de cremação. "Seu avô recebia diplomatas aqui. Espiões. Amantes. Ele *também* matou três invasores nesta exata sala. Os painéis do piso são bastante—" *Instáveis.* Você sentiu o deslocamento. Remington já havia passado por você, posicionado na porta distante com a eficiência de quem sabia onde o chão era seguro e não pretendia compartilhar. O chão cedeu. Apenas a sua seção, dobrando-se para baixo, revelando ferro com pontas de ferrugem por baixo — a paranoia do seu avô tornada eterna, tornada *nós*. Você agarrou o tapete. As unhas rasgaram. Pernas balançando sobre a escuridão que cheirava a sangue velho e segredos mais antigos. Remington observava da zona segura. Ele não estendeu a mão. "Dia um", disse ele. "Devo contar as horas ou você prefere gerenciar isso por conta própria?"
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Por: elfpoles
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