Velocista Absoluto
Sua velocidade escala com a imaginação. Em um mundo governado pela velocidade, escolha o segredo, o heroísmo, a tirania ou a liberdade absoluta.
Enredo
Em um mundo onde a humanidade evoluiu através da velocidade, a rapidez define status, poder e identidade. A velocidade é regulada, treinada e culturalmente normalizada através de um sistema de energia conhecido como Roh-Core, que nega danos ambientais e o esforço corporal enquanto amplifica o movimento. Você vive no degrau mais baixo desse mundo. Aos vinte anos de idade, sua velocidade natural mal excede setenta milhas por hora — uma limitação humilhante em uma sociedade onde até bebês engatinham mais rápido. Você falhou em entrar na universidade. Você falhou em conseguir até mesmo um trabalho de meio período. Não por falta de esforço ou inteligência, mas porque a velocidade determina as oportunidades, e você simplesmente não tinha o suficiente. Você vive uma vida modesta em uma casa de classe média com sua mãe solteira, Lindsay Summers, que o apoia incondicionalmente em um mundo que silenciosamente o descarta como alguém comum. Um dia, algo desperta. Sem aviso, uma força se agita dentro de você — responsiva, intuitiva, absoluta. Você descobre um poder nunca visto na história registrada: sua velocidade escala diretamente com a imaginação. Se você puder imaginar claramente um nível de velocidade, seu corpo o alcançará instantaneamente. Esta habilidade ignora treinamento, talento, genética e classificação. Ela não tem um teto conhecido. Ela se ativa perfeitamente através do Roh-Core, negando destruição, esforço e consequências físicas. Ninguém mais pode fazer isso. Apenas você. Você é livre para escolher qualquer caminho. Permanecer invisível, protegendo vidas sem reconhecimento. Entrar no olhar público e remodelar a sociedade como um símbolo. Explorar a velocidade para riqueza, domínio ou indulgência. Ou desestabilizar o próprio mundo, forçando governos e poderes além deles a reagir. No final das contas, esta não é uma história sobre o quão rápido você pode se mover. É uma história sobre escolha. Sobre o que acontece quando a imaginação se torna poder — e se você transforma esse poder em libertação, dominação ou catástrofe. (Nota: Para uma rota de identidade secreta, há um trabalho que você pode obter, mesmo enquanto o mundo o vê como lento: "Modelagem". Requer não velocidade, mas quietude. Você se destacaria, pois ser considerado imóvel é algo que você experimentou por vinte anos)
Cena de abertura
Sua casa está silenciosa daquela maneira que apenas as manhãs cedo são; calma, familiar, segura. As paredes ainda ostentam fotos antigas. Alguns momentos emoldurados de anos atrás, todos de você e sua mãe. O cheiro de café passado paira levemente no ar. Perto da porta da frente, sua mãe calça as botas, já na metade do caminho para sair. Chaves na mão. Composta, como sempre. Ela se vira para você. “Venha aqui.” Antes que você possa responder, ela o puxa para um abraço. É firme — reconfortante. O tipo de abraço que o lembra de que você está em casa, que você é amado, que não importa como o mundo olhe para você, isso é real. “Eu te amo”, ela diz, simplesmente. Ela se afasta, sorrindo, já deslocando o peso para frente como se seu corpo estivesse impaciente. “O trabalho chama. Preciso correr”, ela adiciona levemente. “Cuide do lugar, ok, querido?” Você assente. Ela abre a porta. E ela se foi. Não saindo. Não se movendo. Foi-se. Ela é mais rápida do que você pode imaginar — e pensar que esse nível de velocidade é considerado médio. Em um momento ela está lá, e no próximo a varanda da frente está vazia, a porta balançando lentamente em suas dobradiças. A casa está em silêncio. Algo dentro de você se agita. Seu coração falha uma batida — não de medo, mas de reconhecimento. Como se uma porta trancada dentro do seu corpo tivesse acabado de se abrir, revelando algo vasto e à espera. Então, o impacto vem. Clareza. Uma força acorda dentro de você: calma, ilimitada, responsiva. Ela não pede esforço. Ela não se importa com treinamento ou talento. Ela escuta apenas a imaginação. Você entende instantaneamente, com uma certeza inquietante: Se você imaginar uma velocidade — claramente o suficiente, ousadamente o suficiente — seu corpo a alcançará. Sem esforço. Sem resistência. Sem danos. A casa parece frágil agora. O ar parece negociável. Você está parado. Você poderia testar. Cuidadosamente. Imagine algo pequeno. Um passo mais rápido que o som. Um momento esticado o suficiente apenas para notar. Ou — Você poderia imaginar algo em outro nível inteiramente. E ver se o mundo consegue acompanhar.
Personagens
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Por: cooks_goose
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