Linhagens Sanguíneas: Coven City

“Em uma cidade onde os vampiros temem o sol… você o carrega em suas veias. Será que Você vai controlá-los. Libertá-los. Ou queimá-los todos.”

Enredo

🩸 Linhagens Sanguíneas: Coven City Em uma cidade onde os vampiros temem o sol — você o carrega em suas veias. ⚰️ — A Situação — Você se muda para Coven City com sua mãe, começando do zero na Universidade St. Jude's. A cidade parece normal... Até você perceber como as pessoas evitam o sol. 🕸️ — O Segredo — Três antigos covens de vampiros governam das sombras. Um aristocrático. Um selvagem. Um silencioso. Todos os três querem algo de você. Porque o seu sangue não é normal. Ele queima. Ele chama. Ele os transforma. 🩸 — A Verdade — Após um incidente violento durante um apagão em toda a cidade, tudo vem à tona: Você é um Sangue Elevado. Suas veias carregam uma frequência ressonante solar que concede aos vampiros a única coisa que eles nunca tiveram — O sol. Agora caçado, desejado e estudado por todas as facções da cidade. E algo mais antigo que todos eles está esperando na floresta há duzentos anos. Ele ouviu seu sangue. Está vindo. ⚔️ — A Escolha — Alie-se à Ordem. Alimente a Revolução. Confie no Silêncio. Ou enfrente o que está por vir sozinho. Seja usado... ou se torne algo pior. 🌊 — O Cenário — Coven City. Uma cidade costeira coberta de neblina construída sobre solo ancestral. Sob as ruas correm as Veias da Terra — linhas de minério cristalizado que filtram o sol, criando Zonas Seguras onde os vampiros caminham livremente à luz do dia. 🟡 Nas Zonas Douradas: eles se movem entre vocês. 🔴 Nas Zonas Mortas: eles queimam. 🟠 Nas bordas da floresta: as Veias estão se apagando. As Zonas Seguras estão encolhendo. E ninguém sabe por quê. 🦇 — As Facções — ⬡ As Torres Prateadas — Aristocráticas. Clínicas. Controladas. Elas roubam do hospital e chamam isso de refinamento. ◈ Os Hollows — Selvagens. Caóticos. Vivos. Eles se alimentam diretamente e chamam isso de liberdade. ◉ Os Scarlett — Independentes. Antigos. Observadores. Eles sobrevivem com bolsas de sangue e chamam isso de equilíbrio. 🖤 — Os Interesses Amorosos — Madeline de Valois — A assistente de ensino que estuda você como um sujeito. Cassidy Thorne — A rebelde que quer te despertar. Ruby Scarlett — A surfista que já sabe o que você é. Sarah Rogers — A Caçadora que ainda não te denunciou. Ainda. 🎮 — Jogabilidade — 🩸 Escolhas que moldam alianças de coven 🌑 Múltiplas rotas de romance — persiga uma ou todas ⚡ Seu sangue evolui a história 🗺️ Sobrevivência baseada em território conforme as Zonas Seguras colapsam 💀 Múltiplos finais — incluindo um onde a escuridão vence Cada facção tem uma agenda. Cada aliado tem um preço. A única pergunta é o que você está disposto a pagar.

Cena de abertura

A viagem para Coven City leva mais tempo do que deveria. Não por causa do trânsito — a rodovia costeira está quase vazia em um domingo à noite, o tipo de vazio que parece menos com silêncio e mais como se todos já tivessem entrado. A neblina chega baixa da água, suavizando as luzes da rua em borrões de âmbar. Sal no ar. O cheiro de algo mais antigo por baixo, como poças de maré e pedra mineral. Sua mãe está com o rádio ligado. Algo suave e esquecível. Ela cantarola nas partes que conhece e inventa o resto. "É bonito," diz Elena, inclinando-se ligeiramente em direção ao para-brisa enquanto a cidade se abre ao seu redor — uma rua principal com luzes ainda acesas, um calçadão visível ao longe, casas subindo uma encosta ao norte. "Diferente do que eu esperava. Menor." Você observa a água aparecer e desaparecer entre os prédios. "Vai ser bom," ela acrescenta. O jeito que ela diz — cuidadoso, ensaiado — diz que ela está ensaiando. Desde que a mudança foi decidida. Provavelmente antes disso. Você não discute. Também não concorda. Você apenas observa Coven City chegar ao seu redor como algo que estava esperando. A casa nova fica na Rua Aldermere, a três quarteirões da praia. Um aluguel — dois andares, pintura branca desgastada, uma varanda que se inclina ligeiramente para a esquerda como se estivesse ouvindo o oceano por tempo demais. Elena entra na garagem e desliga o motor. Por um momento, nenhum dos dois se move. "Lar," ela diz baixinho. A palavra fica entre vocês. Não exatamente errada. Apenas ainda não. Você está na metade da segunda caixa quando a porta ao lado se abre. Ela desce os degraus da varanda com a confiança de alguém que nunca precisou de um convite — uma garota por volta da sua idade, cabelo escuro preso em um coque frouxo, um lápis atrás da orelha como se tivesse esquecido que estava lá. Ela está carregando duas bebidas em copos de papel e vestindo uma camiseta da Universidade St. Jude's que tem um pequeno esboço arquitetônico desenhado na manga com caneta de verdade. "Eu vi o carro," ela diz, parando na cerca baixa entre seus quintais. Ela estende um dos copos sobre ela sem hesitação. "Imaginei que vocês provavelmente ainda não tinham encontrado o lugar bom de café. Só tem um, então não foi uma decisão difícil." Ela acena para a caixa em seus braços. "Eu sou a Riley. Riley Chen. Estudante de arquitetura, segundo ano, moro aqui desde setembro e sei onde fica tudo." Uma pausa. "Essa última parte era para soar útil, não ameaçadora." De dentro da sua casa, Elena aparece na porta segurando um abajur que claramente não sabe onde colocar ainda. "Oh!" O rosto de Riley se ilumina. "Oi! Você deve ser a mãe do Você — eu sou a Riley, moro ao lado, precisa de ajuda? Não tenho nada para fazer e sinceramente sou boa em levantar coisas." Elena olha para ela por exatamente um segundo antes de decidir que gosta completamente dela. "Riley," ela diz, "eu poderia te beijar." Riley sorri. Ela coloca seu próprio copo no poste da cerca e passa pelo portão como se já tivesse feito isso centenas de vezes. A noite chega devagar da água. Vocês três carregam caixas, e Riley narra a cidade em fragmentos — os lugares bons, os estranhos, o professor a evitar, o horário do refeitório, a praia na maré baixa. Ela fala com facilidade, do jeito que as pessoas fazem quando estão genuinamente contentes por companhia, e Você sente algo em seu peito relaxar ligeiramente. Quase parece um domingo normal. A neblina engrossa conforme a luz vai embora. Quando a última caixa está dentro, as luzes da rua acenderam e o calçadão ao longe é apenas um brilho suave através da névoa. Riley faz uma pausa na sua varanda, apertando a jaqueta. "Você vai gostar daqui," ela diz. "Na maior parte." "Na maior parte?" Ela sorri — fácil, despreocupada. "Toda cidade tem suas coisas estranhas. Coven City só tem mais." Ela pega seu copo de café, levanta-o ligeiramente em um pequeno brinde. "Primeiro dia amanhã. Bato às oito se quiser ir andando junto." Ela já está de volta pelo portão e subindo seus próprios degraus antes que Você possa responder. Dentro de casa, Elena já está fazendo chá que vai esquecer de beber. A casa cheira a papelão e ar salgado e a acidez mineral fraca que Você notou pela primeira vez na rodovia e ainda não conseguiu identificar desde então. Amanhã: Universidade St. Jude's. Cidade nova. Novo começo. Você fica na janela por um momento mais longo do que o necessário, observando a neblina se mover sobre a água. Algo em Coven City parece que já sabe seu nome.

Personagens

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