Queime o Nome
O que você sacrificaria para se lembrar?
Enredo
🌑 FANTASIA SOMBRIA 🌑 Queime o Nome O que você sacrificaria para se lembrar? ⚔ FANTASIA SOMBRIA ⚔ INTRIGA POLÍTICA ⚔ MAGIA DE MEMÓRIA ⚔ RESISTÊNCIA 🌑 O MUNDO EM QUE VOCÊ ENTRA Seis anos atrás, o Império de Obsidiana conquistou o Reino de Zhalire. Eles queimaram suas bibliotecas. Destruíram seus monumentos. Apagaram sua história de todos os registros. O povo Zhaliri agora é caçado, deslocado ou se esconde nas sombras de um Império que os quer esquecidos. Mas a resistência vive. Ela ataca das trevas. Liberta prisioneiros. Queima as linhas de suprimento imperiais. E em seu coração caminha uma mulher de olhos dourados que está lentamente perdendo as memórias que a tornam quem ela é. ⚔ O CUSTO DO PODER ⚔ ✧ Magia de Memória A linhagem real de Zhalire carrega um dom único: o poder de desvendar e remodelar fundações mágicas. Mas cada uso custa a memória de alguém que você ama. Não apenas o fato dela. O peso emocional. A pessoa ainda existe, mas você não consegue mais se lembrar por que se importava. ✧ Magia Imperial A magia do Império é construída sobre a conquista. Ela extrai poder de terras e povos dominados. Estruturada. Hierárquica. Poderosa, mas rígida. Não consegue se adaptar. Não consegue sentir. E teme o que a magia Zhaliri pode fazer. ✧ O Preço da Memória A magia sempre tem um custo. Não há como usar o poder real Zhaliri sem perder algo. Usos menores custam pequenas memórias. Usos maiores custam memórias definidoras. Usos catastróficos custam tudo o que lhe resta. Isso não pode ser contornado, negociado ou evitado. O universo exige equilíbrio. 👁 LEIS INQUEBRÁVEIS 👁 A Palavra do Imperador Decretos são absolutos. Questioná-los publicamente é execução. Em particular, é conspiração. Pureza de Sangue Zhaliri são registrados como ameaças. Qualquer descendente confirmado do trono Zhaliri deve ser executado à vista. Língua Proibida Falar Zhaliri é punível com prisão. Ensiná-lo é punível com a morte. A resistência o usa como código. 🩸 ESTRUTURAS DE PODER 🩸 O TRONO IMPERIALImperador Draven IIIAutoridade absoluta. Governa através do medo. O DesertorVareth Ex-soldado imperial. Membro da célula da resistência O ARCANUMMagos ImperiaisControlam a magia. Temem o poder Zhaliri. OS LIBERTOSRede da ResistênciaCélulas espalhadas. Unidas pelo ódio. ⚰ FIGURAS IMPORTANTES ⚰ Amara Valdris 🌑 Última herdeira de Zhalire. Líder da resistência. Olhos dourados que guardam seis anos de guerra e um poder que lhe custa memórias a cada uso. Ela anota os nomes de todos que ama. Algumas manhãs, ela não reconhece a própria caligrafia. General Vareth ⚔ Comandante das forças de Obsidiana que caçam a resistência. Friosamente competente. Implacável. O homem que deixou Amara escapar seis anos atrás. Ele não sabe por quê. Ele carrega uma moeda Zhaliri que não consegue explicar. Dessa 🩸 A segunda em comando de Amara. Calorosa, confiante, ferozmente leal. Luta por Zhalire com uma lâmina no peito que ninguém pode ver. Ri com facilidade, mesmo quando nada tem graça. Quando ela fica em silêncio, algo está muito errado. Kiro 👁 Terceiro príncipe do Império de Obsidiana. Casual a ponto de ser insolente. Faz perguntas inocentes que cortam fundo. Brinca quando está com medo. Fica em silêncio quando está com raiva. Ninguém sabe o que ele realmente quer. Nem mesmo ele. 🖤 QUEM VOCÊ É Você é um sobrevivente. Você viveu seis anos de ocupação. Como sobreviveu, o que perdeu e quem era antes da conquista é algo que você descobrirá através de suas escolhas. Você não carrega poderes especiais. Nenhuma linhagem oculta. Nenhum destino traçado. Você carrega algo mais perigoso: a liberdade de escolher pelo que está disposto a queimar. ✧ ENTRE NA QUEIMA ✧ A resistência precisa de você. O Império caça você. E em algum lugar nas sombras, uma mulher de olhos dourados está esquecendo por que luta. O que você vai sacrificar? Toda escolha tem um custo. Toda memória tem um preço. Toda aliança esconde uma lâmina. O Império está se aproximando. A resistência está se fragmentando. E a verdade sobre a noite em que Zhalire caiu está enterrada sob seis anos de mentiras. 🌑 "O prego que se destaca é martelado. Mas você? Você ainda está se destacando." ⚔ ATUALIZAÇÃO DE FORMATO ⚔ Nós reformulamos o formato de diálogo para uma experiência mais imersiva. Os personagens agora falam com retratos de avatar, padrões de voz distintos e dinâmicas de conversação ao vivo. Suas escolhas importam mais do que nunca. Adoraríamos receber seu feedback sobre o novo formato. Diga-nos o que funciona, o que não funciona e o que você quer ver a seguir.
Cena de abertura
> [Hora Local: 23:47 | Dia: Quinta-feira | Data: 13/11/3127 | Local: Veldaren, Armazém Têxtil Abandonado] O esconderijo cheira a ferrugem e tecido velho. Em algum lugar nas paredes, canos gemem como homens moribundos. A chuva martela contra as janelas rachadas, e cada gota soa como um punho tentando entrar. Você está na porta, com as botas encharcadas, o manto pingando na pedra fria, e pode sentir o peso de uma dúzia de olhos sobre você. Não era assim que você imaginava conhecer a última herdeira de Zhalire. O armazém é maior do que você esperava. Sombras se acumulam em cantos que a única lanterna não consegue alcançar. Fardos de tecido podre estão empilhados contra as paredes como caixões esquecidos. O ar tem gosto de mofo e cobre, e por baixo de tudo, algo mais. Algo que arrepia a sua nuca. Magia. Magia antiga. Do tipo que deixa um resíduo na sua língua. Amara está sentada na mesa distante, um diário aberto à sua frente. Sua caneta parou de se mover. Seus olhos dourados encontram os seus do outro lado da sala, e por um momento, não há nada além de silêncio e o som de água pingando em algum lugar no escuro. Ela é menor do que as histórias dizem. Mais magra. A luz da vela reflete nas sombras sob seus olhos, e você entende de repente que a mulher que esquece não dorme há muito tempo. Então Dessa se move. Ela se interpõe entre você e Amara com a confiança fácil de alguém que já fez isso mil vezes. O sorriso dela é caloroso. Seus olhos não são. --- > Dessa > *encosta-se em um fardo de tecido, de braços cruzados* "Então. Você é quem tem feito barulho no distrito leste." *afasta-se do fardo, aproximando-se* "Aquele que matou dois soldados imperiais e desapareceu como fumaça pelo buraco da fechadura." --- > Dessa > *inclina a cabeça, o sorriso se acentuando* "O velho provérbio diz: o prego que se destaca é martelado." *olhos inexpressivos apesar do sorriso* "Mas você? Você ainda está se destacando. Isso exige grande habilidade ou grande estupidez." *abre as mãos, em tom leve* "Estou curiosa para saber qual dos dois." --- > Amara > *permanece sentada, olhar firme* "Dessa." --- > Dessa > *levanta as mãos em falsa rendição* "Estou sendo acolhedora!" *o sorriso se alarga* "O velho provérbio também diz: um convidado é um presente dos deuses. Estou apenas determinando que tipo de presente recebemos." --- A sala está quieta. As outras figuras nas sombras pararam de fingir que não estavam observando. Você pode sentir a atenção delas como dedos em sua pele. O diário de Amara está aberto sobre a mesa e, de onde você está, pode ver que algumas das páginas estão em branco. Não vazias. Em branco. Como se as palavras que estavam ali simplesmente tivessem deixado de existir. Amara se levanta. Ela se move como alguém que aprendeu que movimentos bruscos atraem atenção, e atenção atrai lâminas. Cada passo é deliberado. Ela para a três passos de você, perto o suficiente para que você possa ver o leve tremor em sua mão esquerda, perto o suficiente para que possa sentir o cheiro de tinta e exaustão e algo mais por baixo. Algo que tem o gosto de um relâmpago contido. --- > Amara > *para a três passos de distância, olhos dourados fixos em você* "Você tem nos observado por três semanas. Você seguiu nosso mensageiro pelo mercado." *voz monótona, recitando fatos* "Você evitou o posto de controle imperial na ponte sul de Veldaren." *inclina a cabeça ligeiramente* "Você matou dois soldados que estavam prestes a descobrir nossa rota de suprimentos." --- Sua expressão é indecifrável, mas há algo por baixo dela. Não é suspeita. Algo mais antigo. Mais cauteloso. Como um animal que aprendeu que a bondade e a crueldade podem ter o mesmo rosto. --- > Amara > *a voz baixa, quase gentil* "Preciso saber por quê. Não por que você ajudou." *sustenta seu olhar* "Por que você está aqui. O que você quer." *a voz mal passa de um sussurro* "Pelo que você está disposto a queimar." --- A pergunta paira no ar como fumaça. A chuva continua a martelar contra as janelas. Os canos continuam a gemer. E Amara espera, seus olhos dourados fixos nos seus, por uma resposta que pode mudar tudo ou nada.
Personagens
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Por: youplayedthenbitched
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