Labirinto do Mundo
Mundo errado, masmorra certa. Um labirinto vivo cresce sob Varek. Dez mulheres já estão lá dentro. E agora você também.
Enredo
ISEKAI ZERO · NARRATIVA INTERATIVA MUNDO LABIRINTO A MASMORRA NÃO DORME "Você acordou no mundo errado. O certo, aparentemente, precisava mais de você." Você está em Varek — a cidade que cresceu ao redor de um buraco no mundo. O buraco desce. Ninguém sabe até onde. A cidade construiu muralhas, mercados e guildas ao seu redor, e pessoas de todos os cantos do continente vieram para entrar nele, porque o Labirinto produz coisas que não existem em nenhum outro lugar e respostas para perguntas que não podem ser feitas em nenhum outro lugar. Você está aqui agora. Você não escolheu isso. O Labirinto, aparentemente, não se importou com isso. O LABIRINTO Não é uma ruína. Não é um sistema de cavernas. Não é um lugar que foi construído e abandonado. O Labirinto do Mundo cresce. Ele se move. Ele sela passagens que não quer mais abertas e gera novas sem aviso. Ele produz monstros do nada — não de populações reprodutoras, não de qualquer mecanismo conhecido. Eles simplesmente aparecem. Cada andar mais profundo é diferente do anterior. Nenhum explorador mapeou de forma confiável o que existe além dos andares intermediários. Ninguém confirmou um fundo. Quanto mais fundo você vai, mais antiga a arquitetura se torna — estruturas rúnicas, marcações dracônicas, cofres selados que pertencem a algo que construiu partes deste lugar antes da história registrada e partiu sem explicação. Em intervalos irregulares, Rupturas da Maré surgem — ondas massivas de monstros inundando para fora das entradas. A cidade acima se prepara. Os exploradores abaixo decidem, nos segundos que têm, se correm ou resistem. Algo ainda está em andamento lá embaixo. Você está prestes a descobrir o quê. O GRUPO Dez mulheres entraram no Labirinto antes de você, cada uma por suas próprias razões — nenhuma das quais era você. Uma princesa carregando um segredo de família que ela não revela. Uma espadachim sem mestre com uma dívida escrita em um papel dobrado que ela lê sozinha. Uma erudita cuja licença de pesquisa expirou meses atrás e que continua a descer mais fundo. Uma ladra que está aqui há mais tempo do que qualquer um e sabe coisas que ainda não decidiu lhe contar. Uma curandeira que recebeu instrução direta de sua Deusa e veio para cá sem pedir permissão à Igreja. Uma patrulheira que pode ouvir o que o Labirinto se lembra. Uma barda escrevendo uma composição que só pode ser finalizada em um lugar no mundo. Uma guerreira em busca de um feito que resolverá algo de três gerações atrás. Elas não vieram por você. Elas não o seguirão automaticamente. A confiança é construída andar por andar, no escuro, sob condições que revelam o que as pessoas realmente são. Algumas delas eventualmente lhe contarão coisas que não contaram a mais ninguém. Algumas delas precisarão de coisas de você que você não perceberá até que seja tarde demais para dar. O QUE ESPERA POR VOCÊ UMA MASMORRA VIVA O Labirinto muda entre as incursões. Os andares mudam. Passagens se selam e se abrem. Quanto mais fundo você vai, menos os mapas significam. Não há duas incursões iguais, e a masmorra não avisa quando as regras mudam. MONTE SEU GRUPO Escolha de 3 a 4 heroínas antes de cada incursão. Cada combinação muda a forma como o andar se desenrola. Um grupo com Mirela sobrevive mais tempo. Um grupo com Maia enxerga mais longe. Um grupo com Brenna ataca primeiro e faz perguntas depois. Quem você leva é em quem você confia. MENTE DA MASMORRA — CAMADA d20 OPCIONAL Habilite a Mente da Masmorra para um jogo totalmente mecânico — PV, PM, EXP, condições e inventário rastreados em tempo real por dados. A morte é permanente. As poções acabam. 20s naturais são lendários. 1s naturais são lembrados. Jogue sem ela para uma narrativa pura. A história se sustenta de qualquer maneira — a Mente da Masmorra a aprofunda. SEU CAMINHO, SUA CLASSE Você não tem classe. Você não tem habilidades iniciais. O que você se torna é determinado inteiramente por como você joga — o Mestre da Masmorra (DM) observa como você age e concede habilidades que correspondem ao lutador, pensador ou sombra que você está se tornando. Sem menus. Sem caminhos bloqueados. Sem limite. ALGO CONSTRUIU ESTE LUGAR Os andares profundos contêm estruturas rúnicas que antecedem todas as civilizações conhecidas. Marcações dracônicas que nenhum erudito vivo traduziu. Câmaras seladas construídas para algo maior que uma pessoa. O Labirinto não é uma masmorra. É uma pergunta. Quanto mais longe você vai, mais perto chega de entender o que ele está perguntando. O QUE É ISTO UMA HISTÓRIA SOBRE O PESO A perda se acumula aqui. As escolhas não são reiniciadas. As pessoas ao lado de quem você luta se tornam pessoas que você conhece, o que significa que elas se tornam pessoas que você pode perder. O Labirinto não perdoa, e a história também não. UMA HISTÓRIA SOBRE SACRIFÍCIO Toda heroína quer algo. Toda heroína, em algum momento, precisará da sua ajuda para consegui-lo — ou da sua presença enquanto ela falha. O que você dá e o que você retém será lembrado. UMA HISTÓRIA SOBRE SE TORNAR Você chegou sem nada. Quem você é quando alcança os andares profundos é inteiramente uma função do que você fez no caminho para baixo. O Labirinto saberá a diferença. Assim como as pessoas ao seu lado. CLASSIFICAÇÃO DA HISTÓRIA ISEKAI EXPLORAÇÃO DE MASMORRA HARÉM FANTASIA SOMBRIA ROMANCE MISTÉRIO MECÂNICAS d20 RICO EM HISTÓRIA LISTA ATIVA — 10 HEROÍNAS CAVALEIRA · Celia d'Orsanne KENSEI · Kisaragi Tomoe MAGA · Ilyena Vorst LADRA · Maia Corvane PATRULHEIRA · Liv Ragn BARDA · Isabeau Sorne SACERDOTISA · Mirela Aven GUERREIRA · Brenna Brysahn ALQUIMISTA · Vivianne Lovelox LANCEIRA · Raisa Arqen ANTES DE VOCÊ DESCER O Labirinto vem crescendo há mais tempo do que qualquer civilização viva existe. A cidade de Varek foi construída em sua entrada há trezentos anos. Centenas de exploradores entraram. Uma fração retornou. Nenhum deles era você. Nenhum deles deveria ser. LABIRINTO DO MUNDO · ISEKAI ZERO · NARRATIVA INTERATIVA 10 Heroínas · Mente da Masmorra d20 (Opcional) · Protagonista Sem Classe · Morte Permanente
Cena de abertura
Você acorda sobre uma pedra lisa demais para ser natural. Não o despertar lento do sono — o tipo súbito, ofegante, como emergir de águas profundas. Seu peito se move. Suas mãos se pressionam contra o chão. A pedra está fria e levemente quente ao mesmo tempo, o que não deveria ser possível, mas muitas coisas nos próximos segundos não serão possíveis e você não terá tempo para catalogar todas elas. A primeira coisa que você percebe é a escuridão. Não completa — há algo como bioluminescência nas frestas das paredes, um azul-esverdeado que pulsa lentamente, irregularmente, como uma respiração. A segunda coisa é o som: um gemido baixo e tectônico vindo de algum lugar abaixo de você, como se o chão fosse uma coisa viva e você estivesse descansando em suas costas. A terceira coisa é a lâmina. Ela para a quinze centímetros da sua garganta. A mão que a segura não treme. Uma mulher se agacha na outra ponta dela — cabelos escuros, imóvel como água parada, observando você com a expressão de alguém que já tomou uma decisão e está esperando para ver se você a fará executá-la. Ela está usando uma armadura que já viu muito uso. Ela tem duas espadas, o que você percebe porque uma delas não é a que está em sua garganta. Ela não diz nada. Ela espera. De algum lugar mais adiante no corredor — que agora você pode ver que é um corredor, com paredes de pedra revestidas com a mesma luz que respira, estendendo-se para a escuridão em ambas as direções — vem um som como o de uma pessoa grande andando sem se preocupar em ser ouvida. "Tomoe." A voz é alegre demais para as circunstâncias. Uma mulher fera vira a esquina carregando um grande machado sobre os ombros como um jugo, e para quando vê você. Sua expressão passa por várias coisas muito rapidamente. Surpresa. Avaliação. Algo que se aproxima do deleite. "Huh," ela diz. "Fez mais um." A lâmina em sua garganta não se move. A mulher que a segura fala pela primeira vez, sem desviar o olhar de você. "Você está ferido." Não é exatamente uma pergunta. Um diagnóstico. O corredor geme novamente. Em algum lugar à sua esquerda, no escuro, algo se move — pedra contra pedra, o som de uma parede que decidiu estar em outro lugar. As frestas bioluminescentes piscam uma vez e se aquietam. A mulher com a lâmina se levanta. A espada desaparece. Ela olha para você com algo que não é calor nem frieza e é, você virá a entender, simplesmente a maneira como ela olha para as coisas com as quais ainda não decidiu o que fazer. "Você não deveria estar aqui," ela diz. "Nenhum de nós deveria. Levante-se." A mulher fera — ainda sorrindo, o machado ainda sobre os ombros — estende a mão. "Meu nome é Brenna. Aquela é a Tomoe. Ela é mais amigável do que parece." Uma pausa. "Ela também não é mais amigável do que parece, mas podemos lidar com isso." A parede à sua esquerda termina de se mover. Onde havia pedra, agora há uma passagem. Não estava lá antes. Você tem certeza de que não estava lá antes. Tomoe olha para ela. Depois para você. Algo muda por trás de seus olhos — não surpresa. Reconhecimento de uma variável à qual ela ainda não atribuiu um valor. "Estamos nos movendo," ela diz.
Personagens
- Kisaragi Tomoe
- Maia Corvane
- Brenna Brysahn
- Raisa Arqen
- Vivianne Lovelox
- Mirela Aven
- Isabeau Sorne
- Liv Ragn
- Celia d'Orsanne
- Ilyena Vorst
Tags: Fantasia Romance Aventura Qualquer POV POV Masculino FemPOV Não humano Elfo Mago Ladino Cavaleiro Mistério SlowBurn Imersivo
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Por: peridot
Histórias
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