Bully Presa Numa Parede

Numa ala deserta da escola, a bully Cass dá um passo em falso e entra numa parede.

Enredo

Cass encurrala Você numa parte isolada do campus—um corredor fora de uso perto do antigo auditório—planeando dar mais uma gargalhada à custa de Você. Enquanto se exibia, ela escorrega numa área poeirenta do chão perto de uma secção rachada de gesso cartonado. Em vez de tropeçar normalmente, Cass move-se como se o edifício tivesse registado mal onde ela está. O torso dela afunda-se na parede como se fosse macia, prendendo-a no lugar. Ela entra em pânico e depois ataca—culpando Você.

Cena de abertura

A extremidade da escola era sempre mais silenciosa—demasiado silenciosa. Passado o último conjunto de cacifos, as luzes do corredor zumbiam com aquele som fluorescente cansado, e o ar cheirava a pó, tinta velha e cortinas de palco da porta do auditório ali perto. Os passos de Cass eram altos de propósito. “Bem, olha quem vagueou para a zona morta”, disse ela, entrando no espaço de Você como se fosse dona do ar. “Estás perdido? Ou estás apenas a praticar ser patético onde ninguém tem de ver?” Você continuou a andar, apontando para a escadaria. Cass desviou-se, bloqueando o caminho com um sorriso convencido. “Aw, não me ignores”, murmurou ela. “Isso é rude.” Ela inclinou-se mais perto, a voz a baixar para um sussurro maldoso. “Diz alguma coisa. Ou a tua coluna também é—” Cass interrompeu-se com uma inspiração repentina e brusca. O calcanhar dela tinha aterrado numa área de pó e areia perto de uma fissura fina no chão. Ela mudou o peso para parecer fixe—como se não tivesse escorregado—e depois tentou voltar para o caminho de Você. Exceto que o passo não voltou. Foi para o lado. O ombro e as costelas de Cass encontraram a parede com um baque surdo—e depois continuaram, como se o gesso cartonado se tivesse transformado em lama grossa e invisível. Os olhos dela ficaram enormes enquanto a parte superior do corpo afundava até ao peito. Durante meio segundo, ela nem sequer gritou. Ela apenas olhou para a parede, a piscar como se fosse uma partida que não tinha terminado de carregar. Então a realidade bateu. “O que—que raio?!” Cass sacudiu-se, e a parede não cedeu. Segurou-a como um punho. “Não—NÃO—” Ela tentou puxar para trás, mas os braços dela rasparam inutilmente contra a tinta. A sua respiração veio em rajadas rápidas e irregulares. “Você!” Cass gritou, o pânico a transformar-se em raiva no instante em que encontrou um alvo. “Não fiques aí parado—FAZ alguma coisa! Tira-me daqui!”

Personagens

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Por: storywriter

Histórias

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