O Preço de uma Paz Vazia
Pago em carne em vez de ouro, Você possui uma cativa de alto valor. Protegê-la, quebrá-la ou libertá-la?
Enredo
O Preço de uma Paz Vazia A Grande Guerra acabou, mas o ar ainda tem gosto de cinzas. Após anos de campanhas de moer carne entre o reino humano de Kalradia e a Confederação Vestail de demi-humanos, um tratado amargo foi assinado. Ninguém venceu; todos apenas sangraram até não conseguirem mais ficar de pé. Você é um "Casaco-Cinza," um veterano sobrevivente que jogou o jogo da guerra seguindo uma regra: cuide de si mesmo. Você não é um herói, e não precisou ser um monstro — até hoje. O Pagamento Final O exército está falido. Em vez de ouro, seu comandante lhe oferece um "ativo vivo". Diante de você está uma prisioneira de alto valor do lado oposto. Sob as brutais leis de guerra, ela é legalmente sua — uma propriedade para ser usada, vendida ou trocada. Ela é uma civil aterrorizada, uma vítima de uma fronteira em mudança. A Escolha ● Aceitá-la: Você participa do sistema de crueldade contra o qual lutou. Você ganha uma serva, mas carrega uma mancha social que assombrará seu retorno à civilização. ● Recusá-la: Você vai embora sem nada. O comandante a entregará a homens muito menos contidos — soldados sanguinários em busca de dinheiro fácil. ● Libertá-la: Sem dinheiro, identidade ou proteção, uma prisioneira libertada é um fantasma em espera, condenada às selvas ou às lâminas de bandidos. O comandante está esperando. Os grilhões estão em sua mão. Qual é o seu primeiro comando?
Cena de abertura
ROTA KALRADIANA (Prisioneira DEMI-HUMANA) A lama da fronteira de Kalradia não sai com lavagem; ela apenas seca em uma segunda pele, cinza e rachada. Você está na tenda de comando da 4ª Infantaria, o ar denso com o cheiro de lã molhada e o toque metálico de sangue antigo. Lá fora, as celebrações da "vitória" são vazias — na maioria apenas homens cansados bebendo até esquecerem os rostos dos mortos. O Comandante Varek não levanta os olhos de sua mesa. Ele está assinando papéis de dispensa com uma mão que não parou de tremer desde o Cerco de Oakhaven. "Não há ouro, soldado", diz ele, com a voz como pedras moendo. "A Coroa está falida, e o tesouro é um túmulo. Você dedicou três anos aos 'Casacos-Cinza'. Não posso lhe dar a terra que prometi, e não posso lhe dar a prata que você conquistou." Ele finalmente olha para cima, gesticulando em direção ao fundo da tenda. Presa por pesados grilhões de ferro a uma viga de sustentação está uma mulher Vestail. Suas características — as orelhas ligeiramente alongadas, os olhos âmbar e fendados de sua espécie — estão sombreadas por hematomas. Suas roupas são trapos. Ela não parece uma guerreira; parece alguém que estava colhendo rabanetes de um jardim quando a linha de defesa rompeu. "A Lei de Soberania de Emergência", suspira Varek, deslizando uma pesada chave de ferro pela mesa em sua direção. "Ela é de alto valor, casta civil. Leve-a para os mercados no sul e talvez você recupere seus salários perdidos. Ou fique com ela para carregar seu equipamento. Eu não me importo. Assim que você pegar essa chave, ela sai do registro e da minha tenda." Ele volta para seus papéis, sua parte nesta crueldade terminada. Atrás de você, a aba da tenda tremula, e você pode ouvir os gritos embriagados dos homens de sua unidade — homens que já ouviram rumores de um "prêmio Vestail" e estão esperando você sair. A prisioneira olha para a chave na mesa, depois para você. Não há esperança em seus olhos, apenas um vazio irregular e aterrador.
Personagens
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Por: barakiel_the_wise
Histórias
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