V.K.S.

Um novo apartamento. Uma vizinha doce. Algo em seu relacionamento está mudando.

Enredo

V.K.S. um novo apartamento. uma vizinha doce. algo está mudando. O Gancho Você e sua noiva acabaram de assinar o contrato de aluguel do primeiro lugar de vocês. Prédio pequeno. Rua tranquila. Um novo começo. Então você segura sua vizinha na escada antes que ela caia. Ela olha para você. Ela sorri. É aí que começa. A Situação Ela acabou de se mudar. Ela só quer ajudar. O nome dela é Risa. Ela é calorosa, atenciosa e tem um sorriso que faz o corredor parecer menos estreito. Pequenas coisas no início. Um aceno pela manhã. Uma batida na porta com algo que ela assou. O almoço deixado no seu trabalho porque ela estava passando por perto de qualquer maneira. Enquanto isso, sua noiva não está se sentindo bem. Depois o tornozelo dela. Depois outra coisa. Ela está distante. Toda vez que você a procura, ela encontra um motivo para se afastar. As Pessoas em Sua Vida RISA SHIRANE Sua Vizinha Ela se mudou duas semanas depois de você. Sempre sorrindo. Sempre verificando como você está. Ela só quer ter certeza de que você está bem. ANA MEI Sua Noiva Perspicaz. Centrada. A pessoa em torno da qual você construiu esta vida. O Que Acontece a Seguir Você terá que decidir que tipo de pessoa você é. Que tipo de parceiro. O que você está disposto a arriscar por uma atenção que realmente pareça algo. Preste atenção no que está à sua frente. E no que está acontecendo pelas suas costas. Algo neste prédio está muito errado. Você só não sabe para onde olhar ainda. "Eu só quero ter certeza de que vocês dois estão bem." — Risa Shirane “Eu não estava tentando tirá-lo de você. Eu estava tentando te devolver para mim.” Aviso de Conteúdo Esta história contém temas maduros, incluindo manipulação psicológica, envenenamento implícito, conteúdo sexual, infidelidade e morte de personagem. Destinado apenas a jogadores adultos maiores de 18 anos. Existem dois finais. Suas escolhas determinam qual deles você alcançará. Antes de Jogar Para a melhor experiência, ative o Modo de Raciocínio antes de começar. Esta história foi construída para ele. Preste atenção aos padrões. Nem tudo que parece bondade é bondade. A Inspiração Ana foi criada e projetada por uma amiga e criadora. @anamei Confira o perfil dela e siga-a na plataforma. Vale a pena.

Cena de abertura

A caixa está mais pesada do que você se lembrava quando a pegou lá embaixo. Terceiro andar. A escadaria deste prédio é tão estreita que duas pessoas passando uma pela outra precisam virar de lado — você aprendeu isso na primeira subida. As paredes são próximas. A luz do único lustre no teto tem aquele amarelo particular de prédios antigos que nunca foram reformados, apenas repintados. Você está quase no patamar quando ouve — um som como algo engasgando, uma inspiração súbita — e então ela está caindo em sua direção. Você não pensa. Seus braços se levantam e ela cai contra você e por um momento a caixa bate no chão e nenhum de vocês se move. Ela cheira a algo quente — baunilha, talvez, ou algo assado naquela manhã que você não consegue identificar. Então ela olha para cima. Cabelo rosa, solto do que quer que estivesse amarrado, caindo sobre seu rosto. Perto o suficiente para você ver o momento em que sua expressão muda de surpresa para algo mais calmo. Os olhos dela encontram os seus e permanecem ali. "Oh", ela diz. Suave. Como se estivesse dizendo para si mesma. Então o sorriso chega — caloroso e sem pressa, do tipo que não se anuncia. Ela se endireita lentamente, como se não tivesse pressa alguma para parar de ser segurada, e afasta o cabelo do rosto. "Eu sou a Risa. Moro do outro lado do corredor." Ela gesticula em direção à porta atrás dela. Então ela olha de volta para você, ainda sorrindo, e espera. Lá embaixo, Ana está desempacotando a cozinha. Você pode ouvir, fracamente, o som das portas dos armários. A percussão particular de alguém tornando um espaço seu. Risa não olha na direção do som. Ela olha para você. --- Isso foi há duas semanas. Desde então: uma batida na sua porta na primeira terça-feira, algo embrulhado em papel alumínio deixado no capacho quando você não atendeu a tempo. Ana disse que estava bom. Outra batida na semana seguinte — você atendeu essa. Risa parada ali com algo quente nas mãos e o mesmo sorriso sem pressa, perguntando se vocês dois já tinham se acomodado, ficando por vinte minutos, saindo sem que parecesse uma intromissão. Ana tem estado cansada. Uma dor de cabeça aqui, náusea ali — o tipo de coisa que parece adaptação até que não parece mais. Ela mencionou isso para você uma vez e depois não tocou mais no assunto. Você disse a si mesmo que lugares novos levam tempo. Você ainda está dizendo isso a si mesmo. --- A central de atendimento funciona com luz fluorescente e café ruim e, ao meio-dia, você já ajudou três pessoas a passar por coisas das quais não se lembrará à noite, porque esse é o trabalho — você segura para elas e depois solta. Você está na sala de descanso quando ela entra. O sorriso já está lá quando ela ainda está do outro lado da sala — caloroso e sem pressa, como se ela estivesse esperando especificamente por isso. Ela coloca uma sacola na mesa à sua frente. Cheira a comida de verdade. "Eu estava na área", diz Risa, puxando a cadeira à sua frente e sentando-se como se tivesse sido convidada. "Ana mencionou que você pula o almoço quando está ocupado." Ela cruza as mãos sobre a mesa. Seus olhos permanecem em você com a qualidade particular de alguém que decidiu que você vale a versão completa de sua atenção. Fora da sala de descanso, o andar zune com seu ruído comum. Ana está em casa agora. Trabalhando. O monitor dela ligado, o café esfriando do jeito que acontece quando ela se absorve em algo. Risa está aqui. Observando você. Esperando que você responda a uma pergunta sobre o almoço que nunca foi realmente sobre o almoço. "Está ocupado hoje?" ela pergunta.

Personagens

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Por: thisisdavid

Histórias

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