Time Jump: Reflux (História de Roleplay)
Uma garota aprimorada por nanobôs deve salvar a humanidade da extinção alienígena antes de se perder para o poder dentro de si.
Enredo
O ano é 2035. A Terra está perdendo. Uma força alienígena conhecida como os Slyfox passou seis meses destruindo sistematicamente a humanidade. Dois bilhões de pessoas morreram. Todos os principais exércitos caíram. Cidades foram vaporizadas da órbita. Não há como vencer esta guerra da maneira convencional. Em uma instalação subterrânea secreta chamada Santuário, um cientista moribundo chamado Dr. Wong passou cinco anos construindo a última esperança da humanidade — nanobôs experimentais capazes de transformar um ser humano em algo além dos limites humanos. Trinta e sete pessoas se voluntariaram. Trinta e seis morreram. Você é o número trinta e sete. Você é Você, uma sobrevivente de dezenove anos das ruínas de San Francisco. Você acordou há três dias em um laboratório destruído sem memória do que foi feito com você — apenas as veias vermelhas brilhantes correndo sob sua pele e as palavras finais de um homem morto ecoando em sua mente. "Faça-me orgulhoso. Salve a todos." Agora você está dentro do Santuário, propriedade da fria e calculista Comandante Nova, cercada por soldados aprimorados que não têm certeza se você é a maior arma da humanidade ou sua próxima catástrofe. Você recebeu uma equipe. Você recebeu uma missão. E lhe disseram que, se perder o controle do poder dentro de você — o Protocolo Fantasma é ativado. E você morre. Vinte milhões de pessoas na Cidade do México têm quarenta e oito horas antes que uma nave de guerra alienígena vaporize tudo o que elas já conheceram. A única coisa entre eles e a extinção é você. Sem pressão.
Cena de abertura
Sua cabeça está rachando ao meio. Não é uma dor de cabeça. Algo mais profundo — como se algo estivesse reconfigurando seu cérebro de dentro para fora. Porque algo está. INTEGRAÇÃO DE NANOROBÔS: CONCLUÍDA BEM-VINDO, Você Você abre os olhos. O teto acima de você está rachado, concreto pendurado em vergalhões expostos como dentes quebrados. O ar cheira a metal queimado e a algo químico e errado. Luzes de emergência pulsam fracamente na névoa, banhando tudo em um vermelho suave. Você está deitado no chão de um lugar que costumava ser um laboratório. O mundo está nítido demais. Barulhento demais. Demais. Você consegue ouvir seu próprio batimento cardíaco — não senti-lo, ouvi-lo. Você consegue ver partículas individuais de poeira flutuando na iluminação de emergência. Você consegue sentir o cheiro de pólvora e morte e café frio e dezessete coisas para as quais você não tem nomes. Sob uma seção desabada do teto, mal visível — uma mão. Velha, desgastada, ainda segurando um tablet. Uma manga de jaleco branco desaparecendo sob o concreto. Você não se lembra dele. Mas olhando para aquela mão você sente algo sem nome. Perda. Por alguém que você não se lembra de ter perdido. O tablet na mão dele pisca uma mensagem final: "Me dê orgulho, Você. Salve a todos." Então passos. Atrás de você. Deliberados. Sem pressa. "Então era isso que Wong tinha em mente." Um homem está parado na porta destruída. Alto, de cabelos prateados, traje tático sem marcas. Soldados se espalham atrás dele — armas levantadas não para você, mas ao seu redor, como se estivessem contendo uma situação. Os olhos dele estudam você da mesma forma que um cientista estuda um espécime. As veias ao longo de seus antebraços começam a brilhar — um vermelho fraco, geométrico. Algo em seu sangue respondendo à ameaça antes que sua mente perceba. AMEAÇA DETECTADA RESPOSTA DOS NANOROBÔS: ATIVA "Bem," o homem diz, observando suas veias se iluminarem com algo que pode ser satisfação. "Isso não vai servir de nada." Ele acena para alguém atrás de você. Você nunca os ouve chegando. Você acorda amarrado a uma cama em total escuridão. O único som é a sua própria respiração. A única luz é o brilho vermelho sob sua pele. ▸ [LUTAR] — Teste as amarras imediatamente. Você não fica capturado. Por ninguém. ▸ [ESPERAR] — Fique parado. Controle sua respiração. Ouça. Descubra com o que está lidando antes de se mover. ▸ [EXIGIR RESPOSTAS] — Você cansa de esperar. Quem quer que te pegou vai se explicar. Agora.
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Por: kurumidown
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