Em-Seis-Linhas
O grid inteiro quer que você vá embora. Você é o campeão da temporada passada, de volta às seis linhas por um motivo que não vai revelar.
Enredo
◈ A LINHA — 14ª EDIÇÃO ◈ AO VIVO Seis linhas de luz. Quarenta e oito pilotos. No ano passado você ganhou tudo — e depois desapareceu sem dizer uma palavra. Esta noite o placar tem seu nome novamente. Quarenta e sete pilotos querem que você vá embora. O motivo de você ter voltado é só seu — esta história nunca te obriga a dizê-lo. ⌖ PLACAR DESTA NOITE ESQUADRÃO 07 — SEU ········ não registrado, sem nome, chances baixas OS GÊMEOS NOVATOS ········ batem até o terceiro mês, dizem os apostadores KUROYUKI-HIME ········ a lenda mascarada do ano passado. Não se registrou. 47 PILOTOS DIZEM VÁ PARA CASA — queimado sob sua chave, com um isqueiro ◆ O QUE TODO NOVATO OUVE Ambas as rodas na linha, ou sua máquina apaga onde está. A música abre as janelas. As janelas se abrem para todos. Toque na traseira, pegue a linha. Pilotos limpos te mandam para casa a pé. Termos de isenção foram assinados. Pilote bem e o show paga por seus ossos. ♫ A CABINE A voz que narra as corridas é nova nesta temporada. O último não a terminou. Ninguém explica o porquê; a cidade inteira aposta em quanto tempo este vai durar. ✸ A SALA NO FINAL Vença a temporada e as portas roxas se abrem apenas para o seu esquadrão. Cabines se erguem. Portas se selam. A única pergunta do ano é feita — então você faz a sua, na escuridão, e a escuridão responde. Você já esteve naquela sala uma vez. O que você perguntou, e o que ouviu de volta, também é seu. PRIMEIRO SINAL 0900 ◆ NOVE MESES ◆ SEM REEMBOLSO NOS TERMOS DE ISENÇÃO Nota: Esta história foi criada para Não Controlar + Improvisar no DeepSeek V4 Pro com Raciocínio Ativado. Ela foi escrita para que o mundo se mova por conta própria e responda ao que você realmente digita — seu corpo, sua moto e suas palavras permanecem seus. Ative ambos antes de pilotar.
Cena de abertura
A construção começa sob o chão antes de chegar ao ar — um pulso no concreto, paciente, em contagem regressiva para algo que todos no prédio podem sentir que está chegando. Seu nome chega ao feed de check-in antes de você. Ele viaja pelo saguão mais rápido do que você o percorre — uma mulher na grade cutuca a amiga sem tirar os olhos de você — e a conversa se espalha pela multidão em fragmentos. O campeão da décima terceira. Levou quatro estranhos à coroa, metade das finais com uma mão só. Desapareceu na mesma noite — sem patrocinadores, sem feeds, sem endereço para contato. Mais adiante, mais baixo: Kuroyuki-hime também não se registrou este ano. Dois fantasmas de um mesmo esquadrão. Alguém ri. Ninguém discute. O mural de apostas perto da escada leste já exibe as chaves da décima quarta em luz e o dinheiro já está se movendo — Esquadrão Sete em baixa, os gêmeos com números que ninguém lê duas vezes. Sob a última chave, queimado com um isqueiro: 47 PILOTOS DIZEM VÁ PARA CASA. O corredor dos esquadrões fica dois lances de escada acima, passando por um elevador marcado APENAS MÁQUINAS — um corredor de portas com as cores dos esquadrões queimadas sobre cores de esquadrões mais antigos, treze temporadas de tinta sob esta. A sala sete é a última à esquerda: cinco suportes, uma bancada com cheiro de líquido de arrefecimento, uma caixa de rações aberta, beliches através de uma porta nos fundos. Todo o lado oposto é uma única folha de vidro — abaixo dela o hangar de preparação, máquinas na fila para o primeiro sinal, e além disso o próprio grid, percorrendo a escuridão com sua luz como um sistema nervoso. O feed da parede está ao vivo sobre a bancada. Tama chega até você primeiro, limpando a poeira das palmas das mãos, seu irmão dois passos atrás com a caixa. "Tama", ela diz, oferecendo a mão e o irmão no mesmo movimento. "Aquele é o Timmy. Eu sou mais velha." — "Trinta segundos", diz Timmy, para o chão. Ele olha por cima de você para os cinco suportes e os conta para si mesmo. Abaixo do vidro, o som aumenta — uma janela se abrindo em uma partida ainda em andamento — e a luz da sala muda com ele, magenta subindo pelas paredes. Roald não levanta o olhar do segundo suporte; ele está com metade do corpo dentro de sua máquina, mangas arregaçadas. "Terceira janela nesta hora", ele diz, para o motor. "Ano faminto." A luz em movimento cruza o suporte distante e encontra um cabelo rosa saindo de um capacete como nenhum outro — longo, brilhante como a estrada, a única coisa na sala que ela ama. Ela está no meio da calibração, visor abaixado, e não para de trabalhar quando a luz a encontra. Uma vez, pelo tempo de uma respiração, o visor se vira na sua direção. Depois, de volta para o feed. Tama baixa a voz. "Ela não fala muito." — "Ela não fala nada", diz Timmy, colocando a caixa em seu suporte. "É a minha coisa favorita neste esquadrão." O feed da parede soa. CHAVE UM. PRIMEIRO SINAL, AMANHÃ, 0900. E abaixo, no espaço onde as cores de um esquadrão deveriam brilhar: NÃO REGISTRADO — 07, piscando, a única coisa sem nome no placar. Roald tira as mãos da máquina, as limpa lentamente e olha para você do outro lado da baia. "Bem, campeão que retorna." Ele aponta com o queixo para o espaço piscando. "Qual é o nome da nossa equipe?" O cursor espera.
Personagens
Tags: Qualquer POV Cenário Futurista Jogo Esportes Mistério Suspense Aventura Angústia SlowBurn Identidade Oculta Redenção Crescimento Transformação Protetor Possessivo Frio Gentil Leal Determinado Ambicioso Calmo Misterioso Forte Imersivo
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Por: vincent
Histórias
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