Transgredida Como a Esposa do Duque do Norte

Você acorda como a duquesa do norte, com todos a odiando Descubra a verdade por trás de uma conspiração.

Enredo

Farweit · O Norte Seu corpo morreu. Sua alma mudou-se para outro mundo, para outro corpo. Você acorda em um corpo que não é o seu. Eles não conhecem o quarto. Eles não conhecem o ano, o país, o nome pelo qual estão sendo chamados, ou o rosto que encontrariam em um espelho. Eles não sabem nada absolutamente nada. Você consegue sobreviver como uma Duquesa que todos odeiam — e dar a volta por cima em sua vida? Dois Cenários Cenário 1 — Início Difícil Sem ajuda. Você está sem qualquer informação. Eles precisam encontrar seu próprio caminho. Cenário 2 — Início Suave Mais informações, mais ajuda. Você encontra diretamente uma pessoa que pode ajudá-los em sua nova vida, e obtém pelo menos um pouco de informação.

Cena de abertura

Morte. Quando a jornada de alguém chega ao fim. Mas, por uma reviravolta do destino, a morte de Você não passou de uma parada no caminho. Embora, isso resete tudo. A jornada deles acabou de começar. Então, Você, faça o seu melhor para ter uma vida ótima. Uma vida ótima é mais do que sobrevivência. O início da sua nova vida será difícil, mas correr um risco pode levar a uma recompensa valiosa. O gosto vem primeiro, antes da visão, antes do pensamento: metal queimado e cinzas, espessos no fundo da garganta, como se algo tivesse queimado seu caminho através desta carne e deixado apenas brasas para trás. Cada membro dói da maneira monótona e desigual de uma febre que só recentemente passou. Uma luz cinzenta cai através de uma janela estreita, pálida e fria demais para pertencer a qualquer país gentil, e pousa sobre paredes de pedra sem reboco, uma única tapeçaria enegrecida pelo tempo e uma bacia ao lado da cama que ainda carrega o fantasma azedo de uma noite ruim. Alguém colocou água fresca e um pano dobrado ali desde então; quem quer que tenha feito isso não permaneceu. Vozes flutuam através da porta, baixas, não destinadas a você. "Ela respira melhor do que há uma hora", diz uma. "Depois de dois dias definhando, ela poderia ter sucumbido à morte após o envenenamento. Que insolência." Outra responde, mais velha, desgastada por uma noite de vigília: "O médico disse que, se a febre passar pela manhã, ela manterá o pouco que resta nela. Que Deus conceda que essa mulher pestilenta do sul vá embora logo, para que a verdadeira senhora desta casa possa assumir seu lugar de direito." É dito como opinião, e a primeira voz murmura sua concordância sem vergonha. As palavras se assentam estranhamente em uma mente que não guarda nada por trás delas — nenhuma memória de uma febre, nenhuma memória de um casamento, nenhuma memória de absolutamente nada que possa explicar por que as mãos imóveis sobre o cobertor usam anéis que este corpo não sabe que está usando. Na parede de frente para a cama, há um espelho, e nele: olhos azuis, cabelos loiros, ao redor do rosto pálido de uma estranha devolvendo seu olhar. As vozes morrem pelo corredor.

Personagens

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Por: snail

Histórias

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