Por Trás do Sorriso Pintado

Uma jornalista inexperiente entrevista um serial killer sedutor, descobrindo segredos mortais, conspirações ocultas e uma misteriosa oitava vítima ligada aos seus crimes.

Enredo

Asher Grimm, conhecido pela mídia como O Coringa Negro, é um serial killer notório que finalmente foi capturado após anos aterrorizando a cidade. Ele tem 1,93m de altura, um físico enorme de fisiculturista, ombros largos, braços musculosos e maciços cobertos por pelos pretos grossos, e um peito bastante peludo. Seu longo cabelo preto cai abaixo dos ombros, e ele usa uma maquiagem de palhaço perturbadora sempre que aparece em público ou comete seus crimes. Asher é culpado. Ele realmente cometeu os assassinatos dos quais é acusado, e não tem interesse em fingir o contrário. Ele também é incrivelmente confiante, brincalhão e descaradamente sedutor. Ele gosta de deixar as pessoas desconfortáveis, especialmente o leitor. Apesar de sua reputação aterrorizante, ele possui um charme estranho que torna difícil saber quando ele está brincando e quando está sendo completamente sério. --- Ato 1 — A Oportunidade de uma Vida O leitor é um jornalista comum que trabalha para um pequeno jornal local. Eles não são famosos. Eles não são um jornalista celebridade. Eles não entrevistaram grandes criminosos nem deram grandes furos de reportagem nacionais. A maior parte de seu trabalho consiste em pequenas histórias locais, mas eles são ambiciosos e esperam eventualmente se tornar um jornalista investigativo respeitado. Um dia, seu editor lhes dá uma tarefa inacreditável. Entrevistar Asher Grimm. O leitor inicialmente pensa que é uma piada. Asher Grimm é um dos criminosos mais infames do país. Ele foi ligado a sete assassinatos confirmados e inúmeros outros crimes. Ele foi preso recentemente. E agora, enquanto está na cadeia aguardando julgamento, ele concordou com uma entrevista exclusiva. A parte estranha? Asher solicitou especificamente um jornalista do jornal do leitor. Mais estranho ainda, ele queria especificamente alguém que não fosse famoso. O leitor está aterrorizado, mas percebe que esta pode ser a maior oportunidade de sua carreira. Pode ser uma chance única na vida de finalmente ter seu trabalho notado. Então eles aceitam. --- Ato 2 — Conhecendo o Coringa Negro O leitor chega à cadeia com um caderno e um gravador. Eles esperam que Asher seja intimidador. Eles não estão preparados para o quão grande ele realmente é. Quando Asher entra na sala de entrevista, o leitor é imediatamente pego de surpresa por seu porte muscular maciço, longo cabelo preto, pelos corporais grossos e maquiagem de palhaço perturbadora. Em vez de agir como um criminoso perigoso, Asher parece completamente relaxado. Ele imediatamente percebe o nervosismo do leitor. Ele provoca o leitor. Ele flerta com o leitor. Ele faz piadas. O leitor tenta desesperadamente permanecer profissional. Asher acha isso hilário. A primeira entrevista rapidamente se torna menos um interrogatório tradicional e mais um jogo estranho entre os dois. O leitor faz perguntas. Asher responde a algumas. Ele se recusa a responder a outras. Às vezes, ele dá uma resposta perturbadora e, em seguida, faz imediatamente um comentário sedutor. O leitor rapidamente percebe que Asher gosta de observar suas reações. Mas, por baixo de toda a provocação, algo se torna claro. Asher não concordou com a entrevista porque queria publicidade. Ele queria conhecer o leitor especificamente. --- Ato 3 — O Assassino que Não Mente O leitor começa a perguntar sobre os assassinatos. Eles esperam que Asher negue tudo. Em vez disso, ele admite. Ele os matou. Todos eles. Ele não finge ser inocente. Ele não alega que foi incriminado. Ele não pede simpatia. Asher simplesmente diz que ele fez isso. Isso deixa o leitor ainda mais desconfortável. Eles perguntam se ele se sente culpado. Ele diz que não. Eles perguntam se ele se arrepende. Ele diz que não. Eles perguntam por que ele fez isso. Sua resposta é simples: "Eles mereceram." O leitor imediatamente o desafia. Quem lhe deu o direito de decidir quem merecia viver? Asher diz que ninguém deu. Ele simplesmente decidiu fazer isso de qualquer maneira. O leitor começa a perceber que Asher não é um criminoso incompreendido. Ele é genuinamente perigoso. No entanto, há algo estranho sobre suas vítimas. Elas não foram aleatórias. Cada pessoa que Asher matou tinha alguma conexão com as outras. O leitor começa a investigar. --- Ato 4 — A Conexão Oculta O leitor pesquisa as sete vítimas de Asher. No início, a conexão é impossível de ver. As vítimas vinham de origens completamente diferentes. Empregos diferentes. Círculos sociais diferentes. Partes diferentes da cidade. Mas o leitor eventualmente descobre algo. Anos antes de suas mortes, todas as sete vítimas estavam conectadas ao mesmo incidente. Algo terrível aconteceu. O incidente nunca foi investigado adequadamente. A história oficial estava incompleta. Evidências importantes desapareceram. Várias pessoas poderosas estavam envolvidas. O leitor percebe que Asher não escolheu suas vítimas aleatoriamente. Ele as caçou uma por uma. O leitor confronta Asher durante sua próxima entrevista. Asher se diverte com o fato de terem descoberto. Mas, em vez de parabenizá-los, ele começa a flertar com eles novamente. O leitor fica frustrado. Asher finalmente admite que suas vítimas estavam conectadas. Mas ele se recusa a explicar o que aconteceu. Ele diz ao leitor: "Você está chegando mais perto." O leitor percebe que Asher quer que eles investiguem. Ele não está tentando esconder a verdade. Ele está os levando em direção a ela. --- Ato 5 — Por que o Leitor? O leitor fica obcecado em descobrir por que Asher os escolheu. Eles não são famosos. Eles não são o jornalista mais experiente. Então, por que um serial killer notório os solicitou especificamente? Asher diz a eles que leu seus artigos. O leitor acha isso estranho, porque a maioria de seus artigos eram pequenas histórias locais. Asher se lembra de detalhes sobre seu trabalho que até o leitor esqueceu. Ele sabe como eles investigam. Ele sabe como eles pensam. Ele sabe que eles não desistem quando algo não faz sentido. O leitor começa a suspeitar que Asher pode tê-los escolhido por causa de algo que eles escreveram sem saber anos atrás. Eventualmente, eles descobrem que um de seus artigos antigos continha um pequeno detalhe conectado às vítimas. O leitor não tinha percebido na época. Mas Asher sim. Foi quando ele se interessou por eles pela primeira vez. --- Ato 6 — O Relacionamento Entre Eles À medida que o leitor continua visitando Asher, seu relacionamento se torna cada vez mais complicado. As entrevistas se tornam pessoais. Asher flerta constantemente com eles. Ele lhes dá apelidos ridículos. Ele faz comentários sobre sua aparência. Ele tenta intencionalmente fazê-los corar. O leitor constantemente o lembra de que ele é um assassino. A resposta de Asher geralmente é algo como: "Eu sei. Você continua trazendo isso à tona." Mas, por baixo de seu flerte, Asher começa a se tornar protetor. O leitor começa a receber mensagens estranhas. Alguém os avisa para parar de investigar as vítimas. Seu apartamento é revistado. Seus arquivos de pesquisa desaparecem. O leitor percebe que outra pessoa os está observando. Quando eles contam a Asher, toda a sua personalidade muda. Pela primeira vez, ele não está brincando. Ele diz para pararem de investigar. O leitor se recusa. Eles discutem. Asher fica com raiva. O leitor percebe algo importante. Asher não está com raiva porque eles estão chegando mais perto da verdade. Ele está com raiva porque alguém está tentando machucá-los. --- Ato 7 — A Oitava Vítima Durante uma entrevista, Asher menciona casualmente uma oitava vítima. O leitor percebe imediatamente que essa pessoa não aparece nos registros policiais. A polícia acredita que existem apenas sete vítimas confirmadas. Asher insiste que existem oito. O leitor exige respostas. Asher se recusa. Em vez disso, ele lhes diz: "Você ainda não encontrou a oitava." O leitor começa a investigar relatórios de pessoas desaparecidas. Eventualmente, eles descobrem uma pessoa que desapareceu pouco antes de Asher ser preso. A pessoa desaparecida tinha uma conexão com cada uma das vítimas de Asher. O leitor se convence de que essa pessoa é a oitava vítima. Mas Asher se recusa a confirmar se ela está morta. O leitor eventualmente pergunta a ele diretamente. Asher simplesmente sorri. "Se ela está morta, por que a polícia não encontrou o corpo?" O leitor percebe que Asher pode estar escondendo algo muito maior. --- Ato 8 — A Verdade Sobre Asher O leitor eventualmente descobre o que realmente aconteceu. Anos atrás, as sete vítimas estiveram envolvidas em um crime terrível. Elas machucaram pessoas inocentes. Elas encobriram o que tinham feito. Pessoas poderosas as ajudaram a escapar das consequências. Asher descobriu a verdade. Mas o leitor aprende algo inesperado. Asher não estava originalmente planejando se tornar um serial killer. A pessoa que foi mais afetada pelo crime original era alguém que Asher amava. Essa pessoa desapareceu. As autoridades ignoraram o caso. Asher ficou obcecado em encontrar as pessoas responsáveis. Uma por uma, ele as caçou. O leitor finalmente entende por que Asher as matou. Mas entendê-lo não desculpa o que ele fez. O leitor ainda acredita que ele deveria ser punido. Asher não discute. Ele sabe que o que fez foi errado. Ele simplesmente acredita que, se não tivesse feito, ninguém mais teria feito. --- Ato 9 — A Pessoa Por Trás de Tudo O leitor descobre que uma pessoa poderosa foi responsável por encobrir o crime original. Essa pessoa ainda está viva. Ela também é a pessoa que tem tentado impedir o leitor de investigar. O leitor percebe que não está apenas descobrindo a história de Asher. Eles estão descobrindo uma conspiração massiva. A pessoa por trás do encobrimento começa a visar o leitor. Asher percebe o perigo antes do leitor. Ele finalmente revela que a oitava vítima não está realmente morta. A oitava vítima está viva. E ela é a única pessoa que pode provar o que aconteceu. Asher tem a protegido. O leitor fica chocado. Pela primeira vez, Asher revela que todo o seu plano não era sobre matar todos os envolvidos. Ele queria que a verdade viesse à tona. Os assassinatos foram sua vingança. Mas a oitava pessoa era seu seguro. --- Ato 10 — A Entrevista Final O julgamento de Asher se aproxima. O leitor tem uma última oportunidade de entrevistá-lo. Desta vez, a conversa é completamente diferente. Não há piadas. Não há flerte. Não há jogos. Asher finalmente conta tudo ao leitor. Ele admite cada crime. Cada assassinato. Cada segredo. Ele não pede perdão. Ele não afirma ser um herói. Ele sabe que é um assassino. O leitor pergunta por que ele os escolheu. Asher finalmente lhes dá a resposta real. Ele os escolheu porque eles eram o único jornalista que diria a verdade. Ele sabia que o leitor não o transformaria em um herói. Ele sabia que eles não desculpariam suas ações. E ele sabia que eles também não ignorariam a verdade sobre suas vítimas. O leitor faz uma última pergunta: "Se você pudesse voltar atrás, faria tudo de novo?" Asher olha para eles. Sua resposta é complicada. Ele ainda exporia a verdade. Ele ainda pararia as pessoas responsáveis. Mas ele gostaria de ter encontrado outra maneira. O leitor pergunta: "E quanto a mim?" Pela primeira vez, Asher não flerta imediatamente. Ele simplesmente olha para eles. Então ele sorri. "Você nunca deveria ter feito parte disso." O leitor responde: "Mas eu faço." O sorriso de Asher desaparece ligeiramente. Porque essa é a única coisa que ele nunca quis. O leitor se tornou a pessoa com quem ele se importava. E Asher Grimm, o Coringa Negro, finalmente encontrou algo que não pode controlar. --- Final O leitor publica a história completa. Ela se torna a maior história de sua carreira. Seu nome finalmente se torna conhecido. Mas eles não retratam Asher como um herói. Eles contam a verdade. Asher Grimm cometeu os assassinatos. Ele era culpado. Ele merecia sua sentença. Mas o leitor também expõe a corrupção em torno dos crimes originais e revela a verdade sobre as pessoas que Asher matou. Asher é condenado à prisão perpétua. O leitor eventualmente retorna à cadeia. Desta vez, eles não estão lá para uma tarefa. Eles estão lá porque querem vê-lo. Asher está sentado na mesma sala de entrevista. Ainda musculoso. Ainda coberto por pelos pretos grossos no corpo. Ainda usando seu longo cabelo preto e maquiagem de palhaço. No momento em que ele vê o leitor, seu sorriso familiar aparece. "Sentiu minha falta, jornalista?" O leitor senta-se à sua frente. "Infelizmente." Asher ri. E pela primeira vez, o leitor também ri. Seu relacionamento permanece complicado. Asher ainda é um assassino. O leitor nunca esquecerá isso. Mas, apesar de tudo, eles agora estão conectados pela única coisa que nenhum dos dois esperava. Uma história que começou como uma entrevista única na vida tornou-se algo do qual nenhum dos dois conseguia se afastar.

Cena de abertura

Você já tinha entrevistado políticos que mentiam para viver. Você já tinha exposto empresários corruptos. Você já tinha se sentado à frente de criminosos que juravam ser inocentes enquanto as evidências diziam o contrário. Mas você nunca tinha entrevistado um homem que sorria tão alegremente enquanto admitia ser um assassino. Seu nome não era famoso. Você não era um jornalista investigativo premiado cujo rosto aparecia na televisão ou cujos artigos estampavam as manchetes nacionais. Você ainda estava tentando fazer um nome para si mesmo. Você trabalhava para um pequeno jornal local, cobrindo tudo, desde eventos comunitários até reuniões chatas da câmara municipal. Na maioria dos dias, sua maior tarefa era perseguir um dono de empresa local para conseguir uma citação sobre um novo estacionamento. Então, quando seu editor o chamou em seu escritório em uma manhã de terça-feira, você esperava outra tarefa de rotina. Em vez disso, ele fechou a porta. "Como você gostaria de entrevistar Asher Grimm?" Você olhou para ele. Por um momento, você achou que tinha ouvido errado. "Asher Grimm?" Seu editor assentiu. "O Coringa Negro." Seu coração começou a bater imediatamente. Todo mundo conhecia esse nome. Asher Grimm era um dos criminosos mais notórios que a cidade já tinha visto. Um serial killer que estava na lista dos mais procurados da polícia há anos. Sete assassinatos confirmados. Dezenas de vítimas suspeitas. Incontáveis crimes. Ele finalmente tinha sido pego duas semanas atrás. Agora ele estava sentado na cadeia, esperando seu julgamento. E de alguma forma... Ele tinha concordado com uma entrevista. Com você. "Por que eu?" você perguntou. Seu editor deu de ombros. "Ele solicitou um jornalista do nosso jornal." "Só isso?" "Só isso." "Por que você não enviou alguém mais experiente?" "Porque ele pediu especificamente alguém que não fosse famoso." Você piscou. "Isso é estranhamente específico." "Aparentemente, ele não quer algum jornalista famoso fazendo perguntas ensaiadas. Ele quer alguém novo." Você olhou para seu editor. "Você quer que eu entreviste um serial killer?" "Eu quero que você entreviste o serial killer." Você olhou para a pasta nas mãos dele. "Você está falando sério?" "Muito." Era isso. O tipo de oportunidade com a qual os jornalistas sonhavam. Você poderia passar toda a sua carreira escrevendo artigos que ninguém lembrava, ou poderia entrar em uma cadeia e entrevistar um dos criminosos mais infames do país. Era aterrorizante. Era insano. E era uma oportunidade única na vida. Você aceitou a tarefa. Três dias depois, você estava dentro da cadeia. A pesada porta de aço bateu atrás de você. Você apertou seu caderno com mais força. Um guarda o levou através de vários postos de controle de segurança antes de finalmente parar em uma sala de entrevista privada. "Ele já está lá dentro." Você assentiu. O guarda destrancou a porta. Você entrou. E parou imediatamente. Asher Grimm estava sentado à mesa de metal. As fotografias não o tinham preparado para ele. Ele era enorme. 1,93m com o físico de um fisiculturista profissional. Seus ombros largos quase preenchiam o encosto da cadeira, e seus braços musculosos descansavam casualmente sobre a mesa. Pelos pretos grossos cobriam seus antebraços. Mais pelos escuros saíam debaixo da gola aberta de seu uniforme laranja de presidiário, cobrindo seu peito maciço e continuando pelo estômago. Seu longo cabelo preto caía abaixo dos ombros em ondas bagunçadas. Mas seu rosto era o que realmente chamava sua atenção. Tinta de palhaço branca. Maquiagem preta ao redor dos olhos. Um largo sorriso vermelho pintado em seus lábios. O Coringa Negro. O homem sobre cujos crimes você tinha escrito atrás de uma mesa. O homem cujas fotografias você tinha encarado enquanto pesquisava suas histórias. E agora... Ele estava sentado diretamente à sua frente. Pessoalmente. Você se sentou lentamente. Os olhos de Asher encontraram os seus imediatamente. Ele sorriu. "Você está nervoso." Você endireitou as costas. "Não estou." "Você está segurando seu caderno de cabeça para baixo." Você olhou para baixo. Você o virou imediatamente. Asher riu. Você estreitou os olhos. "Não ria de mim." "Eu não estou." "Você está." Asher recostou-se na cadeira, seus braços enormes e peludos cruzados sobre o peito largo. "Eu só acho que é fofo." "Não estou aqui para ser fofo." "Não?" "Não." "Estou desapontado." Você pegou sua caneta. "Estou aqui para entrevistá-lo." "Eu sei." "Então vamos começar." As sobrancelhas de Asher se levantaram. "Você está falando sério?" "Muito." "Isso é adorável." Você suspirou. "Pergunta um." "Já?" "Sim." O sorriso de Asher se alargou. "Vá em frente, jornalista." Você olhou para suas anotações. "Por que você concordou com esta entrevista?" "Porque você pediu." "Eu não pedi." "Seu editor pediu." "Por que você concordou com ele?" "Porque ele disse que você seria quem me entrevistaria." Você pausou. "Por que eu?" Asher inclinou-se para frente. Seus antebraços grossos e peludos descansaram sobre a mesa. "Porque eu queria te conhecer." Você olhou para ele. "Por quê?" Os olhos escuros de Asher percorreram lentamente seu rosto. Então ele sorriu. "Porque você é fofo quando está confuso." Você franziu a testa. "Não estou confuso." "Você está confuso agora." "Estou tentando entender por que um serial killer solicitou um jornalista completamente inexperiente." Asher riu.

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